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sexta-feira, 11 de março de 2016

Cientistas querem clonar leões da caverna, extintos há 12 mil anos.

Uma equipe de cientistas da Coreia do Sul tenta clonar leões das cavernas extintos há 12 mil anos.

clonagem seria a partir de dois filhotes que estão perfeitamente preservados. O par foi descoberto na Sibéria, a mais de mil quilômetros da cidade de Yakutsk. O experimento é encabeçado pelo controverso especialista em clonagem Hwang Woo-Suk, o mesmo que está tentado trazer os mamutes novamente "à vida"

Em relação aos filhotes de leão da caverna, os pequenos predadores já receberam até nomes, Uyan e Dina. Ambos foram qualificados como "descobertas sensacionais". 

Hwang visitou recentemente o centro de pesquisa em Yakutsk para coletar amostras de pele e tecido muscular de um dos leões das cavernas. Contudo, ele se envolveu numa disputa bizarra com cientistas siberianos pois ele teria ficado "infeliz" com o tamanho das amostras que recebeu para realizar os seus experimentos. 

"Isso não vai funcionar com estes pequenos gatinhos. Você tem que entender, a amostra do filhote de leão é muito pequena, por isso não conseguimos o tanto quanto gostaríamos", lamentou o pesquisador sul-coreano. 

Enquanto isso, um dos filhotes é mantido em um freezer russo à espera de avanços científicos na clonagem. 

Os leões das cavernas viveram na Europa e na Ásia, da Grã-Bretanha ao extremo leste da Rússia e também no Alasca e norte do Canadá ocidental. 

A pesquisa sobre os dois filhotes poderia ajudar a explicar por que a espécies desapareceu há, aproximadamente, 10 mil anos. Sua extinção é um enigma, já que o animal possuía poucos predadores. 

Confira abaixo o momento em que a descoberta dos corpos preservados dos animais foi mostrada ao público:



terça-feira, 8 de março de 2016

Cientistas descobrem rio lendário em ebulição na Amazônia

Bem no coração da Amazônia, lendas falam de um rio tão quente que ferve a partir de baixo. O geocientista Andrés Ruzo foi treinado para acreditar que essas histórias não podiam ser verdade. Mas isso foi antes de ele ver o rio com os próprios olhos.
É incrível pensar que existem maravilhas naturais do planeta ainda não conhecidas pela ciência, mas tal era o caso do rio em Mayantuyacu, descrito em detalhes no livro Rio em Ebulição: Aventura e Descoberta na Amazônia.
O livro é uma história cativante e real sobre descoberta, aventura, ciência e misticismo, contada por um homem que foi levado a explicar algo impossível, e que agora está em uma missão para preservá-lo.
Ruzo tinha 12 anos e morava no Peru quando seu avô lhe contou uma história estranha. Depois que conquistadores espanhóis mataram o último imperador inca, eles se dirigiram para as profundezas da floresta amazônica em busca de ouro.
Poucos desses homens jamais retornariam, e aqueles que voltaram mencionavam um pesadelo vivo: água envenenada, cobras que comiam pessoas, fome, doenças e um rio em ebulição, como se fervido por uma grande fogueira.
A imagem daquele rio fervente ficou marcada na mente de Ruzo. Mas não foi até anos mais tarde, como um candidato a PhD em Geofísica da Southern Methodist University (EUA), que ele começou a se perguntar se a lenda poderia ser verdade.
Isto não era apenas curiosidade: o projeto de tese de Ruzo estava inicialmente focado em criar o primeiro mapa geotérmico detalhado do Peru, incluindo partes da Amazônia. Se um rio fervente existisse, isso certamente mereceria reconhecimento.
Mas seus colegas de posição mais elevada descartaram a ideia como absurda. Seria preciso uma tremenda quantidade de calor geotérmico para ferver até mesmo uma pequena seção de um rio – e a bacia amazônica encontra-se a centenas de quilômetros de qualquer vulcão ativo. Um orientador até mesmo sugeriu que Ruzo parasse de fazer “perguntas estúpidas” se ele quisesse terminar o doutorado.
Mas Ruzo não parou de perguntar. E ele acabou encontrando alguém que levou a sério suas perguntas sobre um rio fervente: a tia dele. É porque ela viu um rio assim.

O rio em ebulição em Mayantuyacu (via Sofia Ruzo)
Afinal, o rio não era lenda, e sim o local sagrado de cura geotérmica de Mayantuyacu, escondido na floresta tropical peruana e protegido por um poderoso xamã. Ruzo não conseguiu acreditar até ver por si próprio, e depois de fazer isso, a vida dele mudou.
Com 25 metros de largura e 6 metros de profundidade, o rio avança por 6 km em temperaturas quentes o suficiente para cozinhar todos os animais infelizes de caírem na água. E sim, uma pequena parte dele é tão quente que realmente ferve. Há fontes termais documentadas na Amazônia, mas nada tão grande como este rio.
“Você está cercado pelos sons da floresta tropical”, disse Ruzo ao Gizmodo. “Você sente essa água fluindo à sua frente, e as plumas de vapor subindo. É realmente um lugar espetacular.”
Mayantuyacu é visitado todos os anos por alguns turistas, que vêm experimentar as práticas medicinais tradicionais do povo Asháninka. Fora algumas referências obscuras em revistas sobre petróleo da década de 1930, a documentação científica do rio é inexistente. De alguma forma, esta maravilha natural conseguiu passar despercebida por mais de 75 anos.
Muitos se voltam para a ficção a fim de escapar da banalidade no mundo real. Mas como ilustra o rio fervente, descobertas fantásticas estão à espreita em torno de nós. É preciso um tipo especial de persistência, e um pouco de loucura, para identificar as pistas perdidas em meio à rotina diária. Quando Ruzo fez isso, ele foi recompensado com a maior aventura da vida dele.
Fazendo amostragem de água a 97ºC (via Devlin Gandy)
E esta aventura está apenas começando. Após estabelecer um forte relacionamento com a comunidade local, Ruzo está agora realizando estudos geotérmicos detalhados do rio fervente, tentando colocá-lo no contexto da bacia amazônica.
Ele também está colaborando com ecólogos microbianos para investigar os organismos extremófilos que vivem nas águas escaldantes. Qualquer coisa que sobrevive aqui poderia oferecer pistas sobre como a vida começou há bilhões de anos, quando a Terra era um planeta muito mais quente.
E o mais importante: Ruzo está tentando salvar o rio fervente. “No meio do meu doutorado, eu percebi que este rio é uma maravilha natural”, disse Ruzo. “E ele não continuará assim, a menos que façamos algo a respeito.”
Desde que Ruzo visitou Mayantuyacu pela primeira vez, em 2011, a floresta tem sido dizimada pela exploração ilegal de madeireiras. Se medidas não forem tomadas, o local – considerado sagrado por gerações de praticantes culturais da Asháninka – poderá em breve desaparecer.
Ruzo espera obter o interesse público e apoio financeiro necessários para garantir a sobrevivência do rio a longo prazo. Mayantuyacu enfrenta muitas ameaças, de madeireiras a empresa de energia, mas uma coalizão para proteger o patrimônio natural e cultural se torna mais forte a cada dia.

Destruição da floresta amazônica próximo ao rio fervente (via Andrés Ruzo)
Ruzo recebeu recentemente uma bolsa da National Geographic, parte da qual servirá para usar tecnologia – drones, satélites, entre outros – e descobrir quais regiões da floresta estão mais vulneráveis. Ele também se uniu a organizações ambientais no Peru e a líderes comunitários locais para fortalecer os esforços de conservação.
“Eu não gosto do conceito de uma pessoa levando essa carga sozinha. Eu acho que isso se trata de criar uma comunidade em escala internacional”, disse Ruzo. “O planeta está ficando pequeno, e maravilhas naturais como esta são muito raras.”
Se o rio fervente sobreviver, será porque as pessoas se reuniram e reconheceram o seu valor intrínseco. Após ler a história real e cativante da aventura de Ruzo, você talvez esteja inclinado a concordar.


quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Cientistas descobrem luz cósmica misteriosa vinda do espaço

Nas últimas semanas, cientistas do mundo todo estão intrigados com misteriosas anomalias luminosas vindas de uma estrela, localizada nas profundezas do espaço sideral

A princípio, o Instituto de Busca por Inteligência Extraterrestre (SETI, na sigla em inglês) descartou qualquer possibilidade que as anomalias luminosas, registradas no sistema solar KIC 8462852, sejam resultado de sinais de rádio, o que provaria a existência de vida inteligente.

Atualmente, cientistas da Universidade Estadual de Iowa, nos EUA, liderados pelo astrônomo Massimo Marengo, chegaram a uma conclusão diversa, depois de encontrar provas que lançariam luz sobre esse mistério intergaláctico.

Sendo assim, as flutuações de luz registradas e analisadas inicialmente por meio de dados fornecidos pelo telescópio Kepler foram novamente estudadas a partir do telescópio espacial infravermelho Spitzer, e se descobriu que os impulsos luminosos provinham de uma “família de cometas”.

No entanto, ainda são necessários estudos mais detalhados para confirmar ou descartar que essas anomalias luminosas do sistema solar KIC 8462852 seriam causadas pela presença de um conjunto de cometas. Sobre isso, Marengo se mostrou otimista, ao afirmar que “por ser uma estrela muito rara (...) pode ser que ainda não saibamos o que acontece ao seu redor, mas é isso o que a torna tão interessante”.

Fonte: Daily Mail, seuhistory
Imagem: Nasa



segunda-feira, 23 de novembro de 2015

"Nunca antes visto" detectada uma nuvem "monstruosa" de gelo na lua de Saturno

A sonda Cassini da NASA, descobriu recentemente uma gigantesca nuvem na estratosfera de Titã, a maior lua de Saturno, comunica o comunicado de imprensa da agência.
Segundo os pesquisadores, o inverno em Titã dura 7,5 anos civis. E graças à nova descoberta, os cientistas podem prever o próximo inverno no satélite, que será ainda mais difícil.  
Em 2012, cientistas já haviam descoberto uma nuvem de gelo, mas agora podemos dizer que esse achado foi apenas a 'ponta do iceberg', agora brilha em toda a sua grandeza. A nova nuvem detectada pela Cassini é muito maior e está a uma altitude de apenas 200 quilômetros da superfície. 
Fonte: RT

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Foguete Brasileiro explode no Centro de Lançamento de Alcântara

Veículo estava na rampa de lançamento e não chegou a decolar; não houve feridos, segundo o Centro de Lançamento de Alcântara
O foguete seria lançado no encerramento da Operação São Lourenço

Uma falha no motor de um foguete suborbital causou uma explosão na plataforma de lançamento do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, no início da tarde desta sexta-feira, 13. O veículo estava na rampa de lançamento e não chegou a decolar. Segundo a assessoria de imprensa do CLA, não houve feridos. Uma comissão técnica será formada para apurar as causas do incidente. 

O foguete seria lançado no encerramento da Operação São Lourenço, “a principal atividade de lançamento e rastreio de engenhos aeroespaciais previstas para este ano no Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE)”, como divulgou o CLA em seu site. O objetivo da operação era testar o Satélite de Reentrada Atmosférica (SARA), uma plataforma destinada a experimentos no espaço para o desenvolvimento de produtos nas áreas de engenharia e eletrônica. Na fase final do experimento, pesquisadores brasileiros poderiam realizar estudos científicos e tecnológicos por até dez dias em ambiente de microgravidade. 

Também seria testado no veículo um GPS de aplicação espacial desenvolvido pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) com apoio do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) e da Agência Espacial Brasileira. A simulação de lançamento do foguete M foi realizada na quinta-feira “com sucesso”, de acordo com informações do CLA. 

A Operação São Lourenço era realizada desde 22 de outubro pelo IAE em parceria com o Comando Geral de Operações Aéreas, o Departamento de Controle do Espaço Aéreo e a Marinha do Brasil. A Agência Espacial Alemã (DLR) e o Centro Espacial da Suécia (SSC) atuavam no apoio à operação de equipamento de solo. 

O foguete VS-40  já foi lançado duas vezes no Brasil, todas no CLA e uma vez na Noruega, em junho de 2012, em apoio ao programa de microgravidade da Agência Espacial Europeia (ESA). 

Em 2003, um acidente na simulação da Operação São Luís provocou a morte de 21 técnicos e engenheiros que preparavam a missão para colocar em órbita dois satélites brasileiros: o microssatélite meteorológico SATEC, do Instituto de pesquisas Espaciais (Inpe), e o nanossatélite UNOSAT da Universidade do Norte do Paraná. Três dias antes do lançamento, o Veículo Lançador de Satélites (VLS) explodiu.

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Leia Mais:http://ciencia.estadao.com.br/noticias/geral,foguete-explode-no-centro-de-lancamento-de-alcantara,10000001960


Imagens do Hubble revelam enigmáticas "ondas aquáticas" a 32 anos-luz de nós

Um grupo de pesquisadores, liderado por Anthony Boccaletti, observou estranhos objetos cósmicos a 32 anos-luz da Terra. Eles foram detectados a partir da análise de imagens tiradas pelo telescópio espacial Hubble, em 2010 e 2011, e pelo Very Large Telescope (VLT), do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês). 

Os cientistas estudavam o anel de gás e poeira que rodeia a estrela jovem AU Microscopii à procura de sinais que revelassem a presença de outros planetas. Essa estrela anã-vermelha está localizada na constelação de Microscopium, composta principalmente por estrelas de baixa energia. Ao redor da AU Microscopii foram descobertas estruturas sinuosas, parecidas com ondas aquáticas. Essa descoberta é sem precedentes e continua um enigma para a ciência. 

Estudando detalhadamente as imagens do telescópio Hubble, os especialistas concluíram que as formas onduladas misteriosas estão em movimento e a uma velocidade surpreendente: em torno de 40 mil km/h. Alguns cientistas sugerem que elas podem ter sido produzidas a partir de uma grande explosão em um planeta próximo. Todavia, até agora, essa hipótese ainda não foi confirmada, fazendo com que mais um grande enigma do Universo fique sem resolução. 

#Nery Fontes: RTNaturehistory



sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Encontrados fósseis de anfíbios e réptil de 278 milhões de anos no Nordeste

representação de espécies de anfíbios e réptil

Fósseis de três espécies de anfíbios e uma de réptil do período Permiano, final da era Paleozoica, foram descobertas por cientistas nos Estados do Piauí e do Maranhão, numa área da Bacia do Rio Parnaíba. O material fossilizado tem cerca de 278 milhões, correspondentes ao período Permiano. Os animais viviam em lagos tropicais no Nordeste brasileiro.
Esta é a primeira fauna desta idade encontrada no hemisfério Sul e que também tem registros na América do Norte e na Europa. O estudo intitulado "Nova fauna Permiana do Gondwana tropical" foi publicado na revista Nature Communications, no último dia 5, e faz parte de uma pesquisa nos Estados do Piauí, Maranhão eTocantins.
As duas primeiras espécies fossilizadas encontradas foram de dois anfíbios carnívoros arcaicos nas cidades de Timon (MA) e Nazária (PI). Os animais receberam os nomes de Timonya anneae e Procuhy nazariensis em homenagem aos municípios que foram encontrados.
O paleontólogo Juan Carlos Cisneiros, professor doutor da Universidade Federal do Piauí (UFPI), que fez parte da equipe de pesquisadores, explica que as duas espécies eram parentes distantes dos anfíbios modernos, mas não eram verdadeiras salamandras nem sapos. Elas pertenciam a um grupo extinto que era comum no Permiano.
Timonya anneae era um pequeno anfíbio inteiramente aquático que possuía presas e guelras (aparelho respiratório dos animais que vivem na água e não possuem pulmões). O aspecto dele lembra a mistura entre uma salamandra aquática e uma enguia.
Já o Procuhy nazariensis também vivia submerso na água em lagos tropicais. O animal recebeu o nome de "Procuhy", que significa sapo de fogo na língua timbira, nativa do Maranhão, Piauí e Tocantins, porque foi encontrado fossilizado em uma rocha usada para produzir fogo na formação geológica Pedra de Fogo.
                                                                              Professor doutor Juan Cisneiros

"A terceira espécie é um anfíbio do tamanho de um pequeno jacaré, cujos parentes mais próximos viveram vinte milhões de anos depois no Paraná e na África do Sul, e uma espécie de réptil com aspecto de lagartixa que até agora só tinha sido encontrada na América do Norte", explica o professor.

Fauna da Pangeia

Cisneiros destaca que a descoberta dos fósseis deve ajudar a revelar como os animais se dispersaram nas regiões da Pangeia, antigo supercontinente que teria sido subdividido em por um longo braço de mar originando as duas massas continentais Gondwana e Laurásia.
                                                              Cientista Martha Richter


Os pesquisadores explicam que o registro das espécies encontradas no Nordeste do Brasil preenche o panorama de como era a bacia do Rio Parnaíba há mais de 200 milhões de anos, traça como estes animais se dispersaram e como colonizaram novas regiões da Pangeia. A bacia do Rio Parnaíba é conhecida pelos paleontólogos como uma região rica em material fossilizado. É lá onde está o Parque Floresta Fóssil de Teresina, único sítio paleontológico dentro de uma cidade brasileira que possui troncos petrificados com datas de 270 milhões de anos.

"O primeiro réptil encontrado aqui na região dessa idade é uma espécie que já era conhecida na América do Norte, nos Estados do Texas e de Oklahoma nos Estados Unidos. Isso mostra que a fauna do Piauí tinha conexão com a fauna daquela região. Hoje em dia parece estranho, mas temos que lembrar que naquela época os continentes estavam unidos, formando o que a gente conhecia como a Pangeia. A América do Norte estava coladinha com a América do Sul e realmente não é tão difícil que os animais pudessem habitar uma área compartilhada entre os Estados Unidos e o Brasil. Agora, a gente pode comprovar que isso de fato aconteceu porque temos uma espécie de réptil em comum entre os Estados Unidos e o Brasil da era Paleozoica", explicou Cisneiros.
Os fósseis encontrados passaram por tratamento de conservação e limpeza nos Estados Unidos e outros foram tomografados na
Europa. "A parceria com outras instituições e outros países foi importante, e acho que foi o fator chave para ter bons resultados, porque cada um tem conhecimentos diferente e complementa a equipe de pesquisa, isso também nos permitiu ter acesso a técnicas, a metodologia e a recursos de outras instituições."
A descoberta faz parte do projeto "Prospecção paleontológica na Bacia do Parnaíba: Revelando um novo ecossistema permiano nos trópicos do Gonduana", que estuda as formações Pedra de Fogo e Motuca, conhecidas pelo abundante registro paleobotânico, nos Estados do Piauí, Maranhão e Tocantins.

#Nery
Imagens: Universidade Federal do Piauí


terça-feira, 10 de novembro de 2015

Cientistas encontram de restos leões da caverna de mais de 10 mil anos super conservados

Especialistas siberianos se depararam com a incrível descoberta de um par de filhotes de leões da caverna, que seriam os espécimes mais bem conservados já encontrados até hoje.

Os restos dos felinos pré-históricos, descobertos em Iacútia, na Sibéria, Rússia, foram datados com mais de 10 mil anos de idade, e, de acordo com a informação divulgada pela mídia, seus corpos estão em um ótimo estado de conservação. 

Após a descoberta, os especialistas deram início a uma série de estudos para determinar por que esses leões da caverna, quando já estavam em extinção, tinham poucos predadores e não permaneciam nos pântanos, como no caso dos mamutes e outros mamíferos. 

Os leões da caverna, antecessores do leão moderno, viveram durante meados e final do Pleistoceno (2,588 milhões e 11,5 mil anos atrás), no que foi o continente euroasiático, que se estendia desde o atual Reino Unido até Chukotka, no leste da Rússia. 


A descoberta permitirá ampliar o conhecimento científico em torno dessa espécie, da qual só havia sido possível coletar um punhado de crânios, dentes e alguns ossos, no Alasca e no Canadá.


Imagem: Academia de Ciências de Iacútia


sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Astrônomo explica por que a chegada do homen à Lua não foi uma farsa

Você conhece alguém que defende com unhas e dentes que o ser humano jamais pisou na Lua? Muitos pensam que tudo não passou de uma farsa lançada ao mundo pelo governo norte-americano. Indignado com essas teorias da conspiração, Marc Dantonio, um astrônomo, designer e escritor, juntou provas para derrubar os argumentos de quem defende de pés juntos que jamais nossa civilização esteve na Lua. Só para lembrar: em 1969, pela primeira vez, uma nave tripulada da missão Apolo 11 chegou ao satélite da Terra. Desde lá, outras missões com humanos foram à Lua, até a última, a Apollo 17, em dezembro de 1972.

Veja as principais teorias da conspiração e por que elas são falsas:
Conspiração das sombras -  essa famosa teoria indica que há algo errado com as sombras da superfície lunar nas fotos capturadas por câmeras dos próprios astronautas. A alegação é que as sombras se movem em direções diferentes, como se múltiplas fontes de luz estivessem iluminando a cena. Dantonio, que também trabalha com efeitos especiais para o cinema e a TV, reproduziu um cenário igualzinho à superfície lunar, iluminado com apenas uma fonte de luz. O resultado foi exatamente como o esperado e reproduziu as sombras das fotos originais. A luz, de um baixo ângulo como o dos astronautas, pareceu ir em várias direções por conta da topologia lunar e seu desnivelamento. Já quando a câmera foi colocada sobre o cenário, todas as sombras ficaram perfeitamente alinhadas. Conclusão: teoria das sombras foi derrubada.
Imagem: Marc Dantonio
Teoria do céu sem estrelas - Para quem conhece um pouco sobre fotografia, aqui se trata de um caso de exposição do então filme fotográfico usado naquele tempo. Para que a imagem não ficasse "desbotada" era necessário baixar o tempo de exposição do filme à luz, o que proporcionou sombras realmente escuras na foto, impossibilitando que os pontinhos de luz das estrelas fossem capturados na foto.
Imagem: NASA
Vestígios de missões espaciais na Lua - Várias teorias orbitavam em torno da falta de provas sobre a presença de vestígios deixados na Lua pelas missões espaciais com humanos. Essa teoria caiu completamente por terra quando a Sonda Orbital Reconnaissance registrou fotos aéreas da Lua, em que podem ser observados o equipamento e até pegadas de astronautas na superfície lunar.

Imagem: Sonda Orbital Reconnaissance


terça-feira, 3 de novembro de 2015

Cientistas descobrem cometa que libera o equivalente a 500 garrafas de vinho por segundo no espaço


Um cometa que libera grandes quantidades de álcool e um tipo de açúcar foidescoberto por uma equipe internacional de pesquisadores. Pode-se dizer que o Lovejoy é quase um drinque que vaga pelo espaço. Pela primeira vez, o álcool etílico, o mesmo presente em bebidas alcoólicas, foi observado em um cometa. Foram ainda descobertas outras 21 moléculas orgânicas diferentes no gás do cometa.
“Descobrimos que o cometa Lovejoy libera quantias de álcool equivalentes a pelo menos 500 garrafas de vinho a cada segundo durante seu pico de atividade”, disse Nicolas Biver, do Observatório de Paris, ao site Phys.org, principal autor de um artigo sobre o achado, publicado na revista Science Advances.
A novidade reforça a teoria de que os cometas podem ter sido uma fonte de moléculas orgânicas complexas essenciais ao surgimento da vida. Muitos pesquisadores defendem que os cometas guardam restos congelados da formação do nosso Sistema Solar e poderiam nos dar pistas de como ele foi formado. O cometa Lovejoy (oficialmente chamado C/2014 Q2) foi um dos mais brilhantes e mais ativos desde o cometa Hale-Bopp, em 1997. Ele passou pelo Sol em 30 de janeiro deste ano.


quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Rússia quer enviar astronautas à Lua em 2029

Anúncio foi feito na Conferência sobre Tecnologias Espaciais em Moscou. Europa já tinha anunciado colaboração com Rússia em missão na Lua.Imagem da Nasa mostra superfície da Lua (Foto: Nasa/Project Apollo Archive)

Rússia planeja realizar seu primeiro voo tripulado para a Lua em 2029, anunciou ontem terça-feira (27) Vladimir Solntsev, diretor da estatal russa Energia, que concebe e desenvolve veículos espaciais.


"Em 2029, faremos um voo tripulado rumo à Lua e irão desembarcar no satélite", declarou Solntsev, citado pela agência de notícias russa Ria Novosti durante uma Conferência sobre Tecnologias Espaciais em Moscou.
Segundo Vladimir Solntsev, a Rússia vai iniciar em 2021 os testes de uma nave espacial especialmente concebida para ir à Lua. A aeronave deve realizar, a partir de 2023, voos rumo a Estadão Espacial Internacional (ISS), antes de ser enviada vazia para a Lua em 2025.
Agência Espacial Europeia (ESA) anunciou há uma semana a ideia de criar uma "cidade lunar" internacional, que poderia ser construída pouco a pouco graças a robôs, e anunciou colaborar com a missão russa Luna 27, prevista para 2020.
Luna 27
A missão russa Luna 27 prevê o envio de um módulo de exploração lunar com o objetivo de ir até as regiões onde foram encontrados depósitos de gelo.
Cinquenta e quatro anos após o voo de Yuri Gagarin, primeiro homem no espaço, enviar um homem à Lua continua uma grande ambição da Rússia que encarou como uma afronta o fato de ser ultrapassada pelos norte-americanos nesta conquista em 1969.
Moscou tenta avançar há algum tempo com este projeto, mas deve lidar com um setor espacial minado pela corrupção e rombos orçamentários.
Após a perda de diversas espaçonaves por causa de lançamentos fracassados, Moscou apresentou um projeto de reforma de sua indústria espacial, transformando a agência espacialRoscosmos em empresa pública, prevendo aumentar os salários e combater a corrupção.

#Nery

Fonte: g1.globo.com


Descobertas arqueológicas mostram que tecnologia de ponta não pertence somente ao presente

Diversas descobertas ao redor do mundo provaram que algumas das tecnologias que o homem desenvolveu na verdade podem ter sido apenas 'reinvenções' de outras gerações que habitaram o planeta.

Reunimos aqui alguns exemplos destes casos.


Por fim, outra descoberta no continente africano, dessa vez na África do Sul, surpreendeu. Esferas de um material extremamente resistente foram encontradas nas minas de Ottosdal. Os especialistas acreditam que podem ter sido feitas por seres ‘inteligentes’ há 2,8 milhões de anos ou talvez terem se formado naturalmente, mas não sabem como elas poderiam ter sido esculpidas neste formato. Seriam ‘bombas pré-históricas’. (Reprodução/Extreme Tech)...




#Nery



Nasa confirma que asteroide passará 'raspando' na Terra no Halloween

Doces ou travessuras? A pergunta que é basicamente uma marca registrada no Halloween pode ganhar significado maior em todo o mundo na data desse ano. O Dia das Bruxas, no próximo 31 de outubro, ficará marcado pela passagem de um asteróide bem próximo da Terra. As informações são do Daily Mail.

Para se ter ideia, o diâmetro do corpo celestial é de nada menos do que 2,5 quilômetros. A Nasa noticiou a passagem do asteroide na segunda-feira (19) e causou pânico na internet por conta de informações falsas que começaram a ser criadas por usuários do mundo inteiro.

Apesar de ter se impressionado com o tamanho do asteroide, a Nasa nega que ele traga qualquer perigo para a Terra. Ele será veloz e um eventual impacto causaria um grande estrago do planeta, mas não será dessa vez que o apocalipse irá acontecer.  

A negativa da Nasa, no entanto, não faz com que as teorias da conspiração desapareçam. E a “culpada” por isso é justamente a agência espacial dos Estados Unidos. Tudo porque a notícia sobre o asteroide, nomeado como TB145, surgiu de uma hora para outra, o que não é praxe nesse tipo de caso.

Em comparação a outros casos de passagem de asteroides “próximos” à Terra, a Nasa realmente demorou. Mas, segundo a agência, isso não faz com que a rota do asteroide se modifique e possa causar qualquer tipo de dano na Terra. A passagem do TB145, no entanto, será “recordista” de qualquer modo.

Isso porque desde 1999 que um asteroide não passa tão “perto” da Terra. Serão 7,403,00 quilômetros, aproximadamente três vezes a distância de nosso planeta para a Lua. Muitos quilômetros, mas, de qualquer modo, uma passagem histórico. Quem quiser presenciar o asteroide “das Bruxas” terá que usar telescópios, já que ele não será visto a olho nu.
E, esperamos nós terráqueos, que ele seja “doce” e não apronte nenhuma “travessura”.

#Nery
Fonte: br.noticias.yahoo.com