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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Não é barulho, é um planeta "vivo"

Os pesquisadores enfatizam a existência da primeira super-Terra descoberto na zona habitável, rejeitado por outros estudos


Ele é chamado de 581d Gliese e orbita a estrela do mesmo nome (sem a última carta), uma estrela anã vermelha localizada a 20 anos-luz da Terra, juntamente com cinco outros mundos, alguns também muito interessante. planeta extrasolar foi descoberto em 2009 por pesquisadores da Queen Mary College London e Hertfordshire, que a apresentou como a primeira super-Terra encontrado em zona habitável, ou seja, um mundo um pouco maior que nosso planeta, que é a distância esta correta de sua estrela para suportar água líquida em sua superfície, uma condição indispensável para a existência de vida como a conhecemos.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Ciência descobre por quanto tempo permanecemos conscientes após a morte


Uma equipe de cientistas da Universidade de Southampton afirma ter descoberto por quanto tempo continua funcionando a consciência humana após a morte clínica.
Trata-se de um estudo realizado em grande escala, no qual participaram mais de 2 mil pessoas que já atravessaram a instância da morte clínica. Os resultados indicam que mais de 40% dos entrevistados estiveram conscientes durante todo o tempo em que estavam supostamente mortas.
Os cientistas conseguiram descobrir que, embora a pessoa esteja clinicamente morta, sua consciência continua funcionando em um intervalo que pode variar de 2 a 3 minutos. De todos os participantes do experimento, cerca de 150 foram capazes de lembrar as técnicas e os tratamentos de emergência que receberam para ser revividos.
Outros 330 participantes afirmaram ter regressado à vida após a morte clínica sem a ajuda dos médicos. Todos eles disseram ter atravessado a linha da morte tão claramente conscientes quanto estavam em vida.

Imagem: lassedesignen/Shutterstock.com



quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Europa e Rússia planejam exploração conjunta da Lua

A primeira sonda robótica da missão conjunta deverá ser lançada nos próximos cinco anos. [Imagem: ESA]

Exploração da Lua
As agências espaciais da Rússia (Roscomos) e da Europa (ESA) enviarão um módulo espacial para o polo sul da Lua.
Será a primeira de uma série de missões para preparar a volta dos seres humanos à superfície lunar e da criação de uma colônia permanente no satélite.
A sonda robótica avaliará se existe água, além de materiais brutos para produzir combustível e oxigênio.
A previsão é que a missão, chamada Luna 27, seja lançada daqui a cinco anos, sendo parte de uma série de missões lideradas pela Roscosmos para retornar à Lua.
Essas missões retomarão o programa de exploração lunar que foi interrompido pela antiga União Soviética (URSS) em meados dos anos 1970, segundo Igor Mitrofanov, do Instituto de Pesquisa Espacial, em Moscou, e um dos líderes da iniciativa.
Mitrofanov diz haver benefícios científicos e comerciais para o estabelecimento de uma presença permanente de humanos na superfície lunar: "Será para observações astronômicas, o uso de minerais e outros recursos lunares e para criar um posto avançado que poderá ser visitado por astronautas que trabalharão juntos em testes para uma futura viagem a Marte."
Robô lunar
As missões iniciais serão feitas com robôs. A Luna 27 pousará na borda da cratera Aitken, no polo sul do satélite. Essa região tem áreas que nunca são iluminadas pelo Sol, estando entre os locais mais frios do Sistema Solar. Portanto, poderiam abrigar água em forma de gelo e outros compostos químicos que ficam protegidos do calor dos raios solares.
A ESA está desenvolvendo um novo tipo de sistema de pouso para escolher as áreas de pouso com maior precisão do que os usados nas missões dos anos 1960 e 1970.
Este sistema usa câmeras para navegar e um guia a laser para avaliar o terreno na aproximação da superfície e decidir por conta própria se o local é seguro para pouso ou não, e se será necessário buscar um ponto melhor.
Segundo James Carpenter, cientista-chefe da ESA no projeto, um dos principais objetivos é investigar o uso de água como um recurso em potencial no futuro e descobrir o que ela pode indicar sobre a origem da vida no Sistema Solar.
Este é um dos conceitos de uma futura base lunar, caso sejam encontrados os recursos minerais esperados, sobretudo água e compostos químicos que sirvam como combustível para foguetes. [Imagem: ESA]

Perfuração na Lua
"O polo sul da Lua é diferente de qualquer lugar que já estivemos", disse Carpenter. "Por causa do frio extremo, podemos vir a achar uma grande quantidade de gelo e outros componentes químicos em sua superfície, que poderíamos usar como combustível de foguete ou em sistemas de apoio a vida em missões humanas no futuro nestes locais."
A ESA fornecerá o equipamento de perfuração para atingir 2 metros abaixo do solo e coletar amostras de gelo. Segundo Richard Fisackerly, engenheiro-chefe do projeto, esta camada congelada pode ser mais dura que concreto - então, a broca usada terá de ser muito resistente.
"Estamos avaliando as tecnologias que seriam necessárias para perfurar esse tipo de material, com movimentos que combinem rotações e golpes. Isso está além do que está em desenvolvimento hoje em dia."
A agência europeia também proverá um laboratório em miniatura, chamado ProSPA, similar aos instrumentos usados pelo módulo Philae, que pousou na superfície do cometa 67P no ano passado.
Mas o ProSPA será calibrado para buscar por ingredientes-chave para a geração de água, oxigênio, combustível e outros materiais que poderão ser explorados por astronautas. A intenção é descobrir a quantidade existente desses materiais sob a superfície e, principalmente, se é possível extraí-los facilmente.




quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Começa a investigação de possível civilização alienígena em estrela

Comunidade científica tem debatido incessantemente o significado de informações colhidas pelo telescópio Kepler

Os próprios cientistas afirmam que a possibilidade de uma estrutura artificial, como uma esfera ou enxame de Dyson, não pode ser descartada.

O debate segue intenso na comunidade científica quanto ao que significam os dados colhidos pelo telescópio espacial Kepler, da NASA, que apontam para estranhos trânsitos na estrela KIC 8462852. Esse sol é cercda de 50% maior que o nosso, tem classificação do tipo F e está situado a 1.500 anos-luz de nós, na constelação Cygnus. Na primeira missão do telescópio, que durou de 2009 a 2013, ele investigou cerca de 150.000 estrelas, buscando minúsculas diminuições de seus brilhos, causados pela passagem de um planeta. Evidentemente o plano da órbita desses mundos distantes precisa estar em posição favorável, a fim de que possamos observar esses fenômenos, chamados de trânsitos.

O que tem causado a especulação em torno dessa estrela são dois trânsitos em particular. Um ocorreu em 2011 ao longo de uma semana, e o segundo em 2013, que na verdade foi uma série de variações na luz de KIC 8462852 ao longo de vários meses. Infelizmente o Kepler experimentou então problemas em seus giroscópios, e está deslocado para outra missão, não mais observando essa região do espaço. Portanto são os únicos dados da estrela disponíveis até o momento, e a equipe que descobriu os fenômenos, liderada por Tabetha Boyajian, da Universidade Yale, busca instrumentos baseados em terra para outras observações. No artigo deles, publicado no Monthly Notices, eles elencam uma série de possibilidades naturais como explicação. A mais provável parece ser um enxame de cometas, desviado possivemente rumo à estrela por um astro menor vizinho. É verdade que essa explicação representa um impressionante golpe de sorte, por um fenômeno como esse ter ocorrido exatamente no momento em que a humanidade estudava esse astro.

Contudo, a própria Boyajian afirma que eles têm buscado outras explicações. É importante salientar que o primeiro trânsito incomum bloqueou cerca de 15% da luz da estrela, e o segundo 22%, lembrando que um planeta do tamanho de Júpiter bloquearia no máximo 1%. Além disso tais trânsitos não são periódicos como os de planetas, e então surgiu a possibilidade, explorada pelos próprios astrônomos, de que os fenômenos possam estar sendo causados por colossais estruturas artificiais em órbita de KIC 8462852. Tabetha pediu auxílio a Jason Wright, professor assistente de astronomia na universidade Penn State, que se mostrou impressionado com os dados. Além disso, Wright estava trabalhando em um artigo a respeito de procurar megaestruturas alienígenas com as informações obtidas pelo Kepler. Tais objetos seriam colossais coletores de energia ou painéis solares, colocados em órbita de uma estrela a fim de absorver e transmitir sua energia.

OBRA DE UMA CIVILIZAÇÃO EXTRATERRESTRE?

Uma civilização alienígena avançada o suficiente para coletar energia de sua estrela construiria centenas ou milhares dessas estruturas, que de acordo com Wright bloqueariam a luz solar exatamente como detectado pelo Kepler. Essa construção é mais conhecida como Esfera de Dyson, proposta ainda nos anos 60 pelo astrofísico Freeman Dyson. Embora comumente representada por uma esfera sólida de milhões de quilômetros de diâmetro, que engloba totalmente seu sol, essa estrutura na verdade seria formada por milhares de células independentes, hoje em dia chamadas de Enxame Dyson. Boyajian, Wright e o restante dos responsáveis pela descoberta estão buscando tempo de observação em um radiotelescópio, a fim de tentar captar sinais de rádio emitidos pela possível civilização alienígena.

Se sinais forem captados, então o passo seguinte que planejaram envolve utilizar o Very Large Array (VLA), situado no Novo México, que poderá determinar se os sinais provém de uma fonte artificial. Uma busca, na verdade, já está sendo promovida pelo programa SETI, utilizando o Allen Telescope Array (ATA), localizado a 480 km de San Francisco. Os cientistas apontam, porém, que mesmo se sinais de rádio não forem captados, isso não inviabiliza a hipótese alienígena. As megaestruturas ainda podem estar lá, porém seus construtores talvez utilizem outros meios de comunicação, ou podem até estar extintos. De uma forma ou de outra, a hipótese de um enxame de cometas segue sendo a explicação mais aceita, mas são os próprios cientistas que seguem afirmando que a possibilidade de se tratar de construções de uma civilização extraterrestre não pode ser descartada.





sexta-feira, 9 de outubro de 2015

De olho no céu: acompanhe o esperado "Desfile de Planetas"

Desde ontem, já é possível observar o fenômeno astronômico conhecido como “desfile de planetas”, um dos espetáculos mais fascinantes do nosso sistema solar, no qual parte dos planetas se agrupam em um mesmo setor do céu noturno. 

Os protagonistas desse fenômeno serão Vênus, Marte, Júpiter, Mercúrio e a Lua. O “desfile” começará à medida que o satélite natural da Terra se aproximar do grupo de planetas no céu da manhã. 

Conforme vai avançando o mês de outubro, Júpiter vai ascender, aproximando-se de Marte e Vênus e criando várias conjunções que os astrônomos chamam de “magníficas”. A primeira conjunção ocorre na manhã de hoje, quando uma delgada Lua crescente se une à formação, dando lugar a um “triângulo” com Marte e Júpiter, enquanto Vênus passa por cima do trio. 

O evento terminará em 20 de outubro, quando Mercúrio “desertar” e começar a se afastar da formação, desaparecendo com a luz da manhã.

Fonte: seuhistory.com


terça-feira, 6 de outubro de 2015

Hawking alerta que alienígenas poderão acabar com a nossa civilização

Depois de anunciar, recentemente, que investiria US$ 100 milhões em pesquisas na busca por vida extraterrestres, o renomado cientista inglês Stephen Hawking afirmou que caso seja encontrada vida extraterrestre avançada, as consequências poderão ser muito ruins para nossa civilização. 
 
O cientista alertou que aliens inteligentes podem "conquistar e colonizar" o nosso planeta, de acordo com o jornal The Mirror.
 
Já em outra entrevista ao diário El País, Hawking afirmou:
 
"Se os alienígenas nos visitarem, o resultado poderia algo como quando Colombo desembarcou na América. Os povos nativos americanos não se saíram bem no final. Esses alienígenas avançados podem se tornar nômades, com o objetivo de conquistar e colonizar planetas que eles podem alcançar."
 
O professor Hawking disse ainda que a existência de aliens é incontestável. Ele afirma que a nossa melhor chance de sobrevivência a longo prazo é encontrar uma nova casa em outro planeta:
 
"Há um risco crescente de que um desastre vai destruir a Terra."
 
"Quero, portanto, sensibilizar o público sobre a importância do voo espacial. Eu aprendi a não olhar muito à frente, mas a me concentrar no presente."
 
O dinheiro de Hawkings é direcionado na busca por vida extraterrestre por meio do projeto Breakthrough Listen, em que uma equipe varre toda a Via Láctea e 100 galáxias próximas em busca de sinais de transmissão alienígenas.




quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Rússia libera imagens secretas de 30 anos do planeta Vênus

O doutor em ciências físicas e matemáticas do Instituto de Investigação Espacial (Rússia), Leonid Ksanfomaliti, explicou que as fotos tiradas há 30 anos pelas sondas espaciais russas revelam a existência de alguns objetos que se movem e têm a aparência de seres vivos, informou a imprensa russa.
Os objetos foram acidentalmente capturados pelas câmeras instaladas nas sondas soviéticas Venera, que foram até Vênus em 1975 e 1982, relembrou o cientista.
Como prova de usa hipótese, Ksanfomaliti tornou públicas as fotos tiradas pela sonda espacial Venera-13, recebidas em março de 1982.  O investigador descobriu vários objetos que aparecem e desaparecem numa série de imagens consecutivas, e que se assemelham a “um disco, um retalho negro e um escorpião”.
Alguns destes objetos estão presentes nas primeiras imagens, mas desaparecem posteriormente.  Segundo o cientista, isso se deve ao forte ruído da sonda ao pousar.  Outros objetos, como o suposto “escorpião”, provavelmente ficaram enterrados no solo que se levantou quando a nave pousou, e depois de algum tempo surgiram novamente na superfície.
Ksanfomaliti explicou que havia a intenção de tornar público seu descobrimento muito antes, mas decidiu atrasá-lo por falta de apoio.
O investigador afirma ter tomado a decisão de voltar a estudar a possível existência de vida em Vênus, por causa do importante número de novos resultados nas investigações de exoplanetas, alguns deles com condições físicas parecidas às de Vênus.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Descoberta de água é estímulo a uma ‘visita’ a Marte, diz expert

"Projeto para envio de tripulantes está relativamente estagnado’, afirma coordenador do Mackenzie; sondas foram essenciais"



A descoberta de água líquida na superfície de Marte foi considerada um avanço notável por cientistas brasileiros e estímulo a uma “visita” - ou seja, a uma missão tripulada.

De acordo com João Steiner, professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP), além da relevância de uma confirmação robusta da presença de água líquida em um planeta do Sistema Solar, a descoberta tem um apelo especial. “Certamente é uma descoberta importante. Do ponto de vista científico, é algo notável, já que a água é condição para a existência de vida - e se torna ainda mais especial por se tratar de Marte”, disse. 

Segundo ele, já foi comprovada a existência de água em estado sólido e líquido em diversos objetos do Sistema Solar, como a Lua, Ceres, Europa e Encédalo - respectivamente luas de Júpiter e Saturno. “Mas Marte é um objeto de fascínio para a humanidade, porque é um planeta do nosso sistema que mais oferece condições, em tese, para a existência de vida.”

Missão. De acordo com Steiner, o interesse pela possibilidade de vida fez Marte virar objeto de diversas pesquisas e missões não tripuladas. “Existe mesmo a intenção de fazer uma missão tripulada nas próximas décadas. Considerando essa possibilidade, a existência de água por lá é fundamental.” 

Pierre Kaufmann, coordenador do Centro de Rádio Astronomia e Astrofísica Mackenzie, afirma que a descoberta poderá dar novo estímulo ao projeto da Nasa de levar uma missão tripulada a Marte. “O projeto para o envio de tripulantes a Marte está relativamente estagnado, mas, com essa descoberta, os esforços para uma missão humana poderão ficar mais concentrados. Até agora, só havia especulações vagas sobre as possibilidades de vida no planeta, mas essa perspectiva se torna muito mais sólida com essa evidência robusta de existência de água em estado líquido em Marte”, disse.

Segundo Kaufmann, a nova descoberta só foi possível graças a enormes esforços que envolveram medições diretas feitas por satélites de sensoriamento em órbita ao redor de Marte, enviados por diversos países, além de sondas que analisam amostras do planeta. “Futuras pesquisas serão seguramente feitas com base em experimentos espaciais, com outros sensores e outros experimentos que levem equipamentos para sondar o planeta direta e indiretamente, incluindo o eventual envio de astronautas.”

O problema das missões tripuladas, segundo Kaufmann, é que elas impõem obstáculos ainda intransponíveis do ponto de vista financeiro e de sobrevivência dos astronautas. “A viagem é muito longa e um súbito aumento da atividade solar durante esse período poderia submeter os astronautas a radiações extremamente intensas e mortais. A nave precisaria ser excepcionalmente blindada e, por isso, muito pesada, o que aumentaria as exigências em relação a lançadores.”

Outra missão da Nasa, a Curiosity, explorou planeta em 2012.

Fonte:ciencia.estadao.com.br





Crânio achado no Brasil revela decapitação mais antiga das Américas

O mais antigo caso de decapitação humana nas Américas foi identificado no Brasil. Há 9 mil anos, um homem, em torno da faixa dos 30 anos, teve a cabeça cortada provavelmente em um ritual religioso após a sua morte, acreditam pesquisadores. Seus restos foram encontrados na caverna Lapa dos Santos, em Lagoa Santa (MG), por cientistas da Universidade de São Paulo (USP) e do Instituto Max Planck, da Alemanha. Um fato que chamou a atenção é que sobre o crânio havia duas mãos amputadas cobrindo os olhos. O estudo foi publicado na revista científica PLoS One.
Em 2007, foi encontrada na caverna um cemitério com restos humanos de 12 mil anos. Entre eles, havia esse crânio, que deixou os pesquisadores intrigados. Ele estava a 55 cm de profundidade, e os cortes da cabeça indicam que foi decepada com uma pedra afiada. Os pesquisadores não acreditam que o crânio seria algo como um "troféu de guerra", mas um indício de que os caçadores-coletores do período já realizavam rituais mortuários sofisticados.
Até então, o mais antigo caso de decapitação documentado nas Américas havia ocorrido há 4 mil anos no Peru. Os arqueólogos estranharam o fato da descoberta ter ocorrido no Brasil, já que a maioria dos rituais envolvendo decapitações foram registrados em civilizações como incas, nascas, moche ou wari, na região dos Andes. No entanto, a forma como o crânio foi encontrado, com duas mão amputadas sobre seus olhos, ainda intriga os pesquisadores e permanece um mistério. Somente um estudo antropológico mais completo poderá fornecer respostas no futuro.




quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Mensagem para Aliens precisa refletir a Igualdade de Género e Diversidade, dizem especialistas

Se alienígenas inteligentes estão lá fora, não quero que eles pensem que somos um bando de fanáticos carnudas atrasados. A competição organizada pela Iniciativa Breakthrough está oferecendo um prêmio de um milhão de dólares para quem pode vir para cima com a melhor nova mensagem a transmitir através do cosmos.
Esta semana, The Guardian relata que um grupo UK SETI vai entrar na competição - uma decisão que provocou discussão em um Festival Britânico de Ciência em Bradford sobre como nós precisamos reformular nossa representação da humanidade:
                                                                ^^ Pioneer 10 ^^
Jill Stuart, especialista em política espacial na London School of Economics, apontou para a placa que foi colocada na sonda Pioneer 10, lançada em 1972. Destina-se a transmitir a origem do artesanato e para transmitir informações sobre os habitantes da Terra, Stuart observou que aos olhos modernos a mensagem pictórica apresenta alguns problemas. .
"A placa mostra um homem que levanta sua mão em uma forma muito viril, enquanto uma mulher está atrás dele, aparecendo tudo manso e submisso", disse ela. "Nós realmente precisamos repensar isso com alguma mensagem que estamos enviando para fora agora. Atitudes mudaram tanto em apenas 40 anos. "
A placa também claramente retrata as figuras humanas como home branco, e Stuart acrescentou: ". Eu ficaria desconfortável com o envio de quaisquer imagens ou mensagens que incluem material de ocidental dominado"
^^ Mensagem da Pioneer 10 ^^

Como eu aprendi em falar com astrônomos e pesquisadores do SETI no início desta semana, as regiões mais promissoras para a vida inteligente a surgir na galáxia é provável que sejam milhares de anos-luz de distância. Assim, qualquer mensagem que não enviar não pode ser ouvido por um longo, longo tempo. É definitivamente vale a pena tomar um longo momento para refletir sobre o conteúdo dessa mensagem cuidadosamente. 

Entendimento de redes complexas poderia ajudar a unificar gravidade ea mecânica quântica

Os matemáticos que investigam uma das grandes questões da ciência - Como unir a física do muito grande com a do muito pequeno - descobriram que quando o entendimento de redes complexas, tais como o cérebro ou a internet é aplicada à geometria dos resultados coincidem com quantum comportamento.

Descobertas, publicadas em relatórios científicos, por pesquisadores da Queen Mary University of London e Karlsruhe Institute of Technology, poderia explicar um dos grandes problemas na física moderna. 
Atualmente idéias de gravidade, desenvolvido por Einstein e Newton, explicar como a física funciona em uma escala muito grande, mas não funcionam no nível sub-atômico. Por outro lado, a mecânica quântica funciona na escala muito pequena, mas não explica as interações de objetos maiores, como estrelas. Os cientistas estão à procura de uma chamada "grande teoria unificada" que une os dois, conhecido como gravidade quântica.
Vários modelos foram propostos para como os diferentes espaços quânticos estão ligados, mas a maioria assumir que as relações entre espaços quânticos são bastante uniforme, com pouco desvio em relação à média do número de ligações entre cada espaço. O novo modelo, que se aplica idéias da teoria de redes complexas, descobriu que alguns espaços quântica pode realmente incluir hubs, ou seja, nós com significativamente mais links do que outros, como um usuário do Facebook particularmente popular (imagem à direita).

Cálculos correr com este modelo mostram que estes espaços são descritos por quântico conhecido Fermi-Dirac, e Bose-Einstein estatísticas, usadas na mecânica quântica, indicando que poderia ser útil para os físicos que trabalham na gravidade quântica. Dr Ginestra Bianconi, do Queen Mary University of London, e principal autor do estudo, disse: "Esperamos que, ao aplicar o nosso entendimento de redes complexas a uma das questões fundamentais da física que pode ser capaz de ajudar a explicar como discreto espaços quântica emergir. "O que podemos ver é que o espaço-tempo na escala quântica pode ser ligado em rede de uma forma muito semelhante a coisas que estão começando a entender muito bem como redes biológicas em células, nossos cérebros e redes sociais on-line."

Fonte: www.qmul.ac.uk

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

O oxigênio não é um indicador de Vida Extraterrestre


Até agora os cientistas acreditavam que a presença de oxigênio na atmosfera de um planeta indicaria a existência de vida, bem como que todo o nosso oxigênio vem das plantas através da fotossíntese.  Bem, agora os cientistas descobriram outra causa possível para a presença de oxigênio em planetas extrasolares.  Eles dizem que o oxigênio pode ser produzido com um componente não biológico, chamado de oxido de titânio, o qual age como um catalisador para a reação da divisão de água em oxigênio e hidrogênio, com a ajuda da luz.
O estudo foi publicado no Scientific Reports em 10 de setembro de 2015.  O Professor Assistente Norio Narita, do Centro de Astrobiologia de NINS, e o Professor Associado Shigeyuki Masaoka, do Instituto de Ciência Molecular de NINS, publicaram que o oxigênio pode ter outras fontes além da fotossíntese.+
Antes, os cientistas se baseavam na presença do oxigênio para suspeitar sobre a existência de possível vida. Mas agora eles descobriram que o oxigênio pode também ser produzido com um material chamado de óxido de titânio.  Este componente pode dividir as moléculas de água com a ajuda da luz sobre o oxigênio e o hidrogênio.  As característica deste componente não são uma nova descoberta, mas os cientistas não achavam que este componente poderia criar grandes quantidades de oxigênio.  Agora eles predizem que um planeta similar à Terra, com uma cobertura de oxido de titânio de somente 0,05%, poderia facilmente produzir a mesma quantidade de oxigênio encontrada na Terra hoje.  Este é um grande avanço no estudo de vida extraterrestre.
"Dr. Narita disse: “Para procurar pela vida em planetas extrasolares através de observação astronômica, precisamos combinar o conhecimento de vários campos científicos e promover as pesquisas astrobiológicas, a fim de estebelecermos os decisivos sinais de vida.  Embora o oxigênio seja ainda um dos possíveis biomarcadores, é necessário olhar para novos biomarcadores além do oxigênio, a partir do resultado atual.”

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Motor que pode superar a velocidade da luz é testado com sucesso

Viajar na velocidade da luz é um sonho distante? Não tanto. Uma equipe de cientistas liderada pelo pesquisador Martin Tajmar, da Universidade Técnica de Dresden, mostrou resultados surpreendentes sobre o funcionamento de um novo motor para viagens espaciais.

A importância desse motor é gigantesca para a ciência: ele utiliza cavidades das microondas eletromagnéticas para transformar energia elétrica em impulso. Muitos acreditam que sua utilização pode ser o ponto de partida para construção de motores “warp”.

Esse tipo de motor seria o passo definitivo para se atingir a velocidade da luz. Os “warp” são capazes de duplicar o espaço-tempo e viajar mais rapidamente do que a própria luz. Seria a chegada definitiva da humanidade a um patamar só atingido em filmes de ficção.

“É a primeira vez que alguém participa com um laboratório bem equipado e uma grande experiência no seguimento do erro experimental, em vez de engenheiros que pode, inconscientemente, estar influenciados pelo desejo de ver que o propulsor funciona”, explica Tajmar.

Para o responsável por conduzir o estudo, o novo propulsor, se passar por mais testes, irá revolucionar o método de se viajar pelo espaço. Por exemplo, ele faria com que a ida à Lua durasse apenas quatro horas e uma viagem para Marte apenas 70 dias. A Nasa, é claro, acompanha de perto os testes — e participa de alguns deles.

fontes: br.noticias.yahoo.com

'Monstro espaguete' que 'virou Deus' é encontrado de verdade pela primeira vez

Uma água-viva? Um peixe? Uma criatura nunca antes vista? Essa são questões que cientistas estão tentando desvendar após encontrar uma criatura nunca antes vista nas profundezas do Atlântico.

Flagrado na costa de Angola, ele ganhou o carinhoso apelido de “espaguete voador”, por conta de seus múltiplos tentáculos. Assim como a maioria dos seres que vivem nas profundezas, ele brilha bastante em seu habitat natural.

O mais curioso de tudo é que a descoberta foi feita exatamente dez anos após o animal “aparecer pela primeira vez”. Isso porque em 2005 o físico Bobby Henderson criou a Igreja do Monstro Espaguete Voador. As imagens da época impressionam pela semelhança.

A ideia de Henderson surgiu para que ele protestasse contra o ensino do criacionismo. De acordo com ele, o universo pode ser explicado de maneira completamente inteligente, sem a necessidade de um deus para explicar tudo.

                                                   Veja a imagem de 2005 e note a semelhança:



Após sequenciar genoma de polvos, cientistas dizem que animais são 'aliens'

A humanidade passou anos procurando vida extraterrestre quando ela estava, na verdade, dentro de nosso planeta. Pelo menos é que acreditam alguns pesquisadores dos Estados Unidos e do Reino Unido. Para eles, os polvos são alienígenas — ou quase isso. As informações são do Metro UK.

Um trabalho da Universidade de Chicago conseguiu fazer a primeira sequência completa do genoma dos polvos, mostrando que eles são totalmente diferentes de quaisquer outros animais. Com nível de complexidade incrível, eles tem 33 mil genes codificadores de proteínas.

“O zoólogo britânico Martin Well disse certa vez que o polvo é um alienígena. Bem, nesse sentido, então, nosso trabalho descreveu o primeiro genoma sequenciado vindo de um alien. Eles são extremamente complexos mesmo”, brincou Clifton Ragsdale, pesquisador que comandou a pesquisa em Chicago.

Brincadeiras à parte, a pesquisa pode ser crucial para mostrar o porquê dos polvos serem tão diferentes dos outros animais — até mesmo dos moluscos. Com cérebro gigante, oito tentáculos e realizações de feitos como abrir potes de geleias, os polvos estão na lista dos animais que mais intrigam os cientistas atualmente.

fonte: br.noticias.yahoo.com

terça-feira, 21 de julho de 2015

Cientistas brasileiros a um passo da telepatia

Em seu estudo, Guerrer vai verificar o rigor científico da telepatia colocando pessoas para interferir num objeto com o poder da mente.Em suas pesquisas, Miguel Nicolelis e Gabriel Guerrer estão perto de algum tipo de comunicação telepática.

De um lado, a neurociência de Miguel Nicolelis. Do outro, a Física Quântica de Gabriel Guerrer. Cada um a seu modo, ambos estão próximos de algum tipo de telepatia humana. Em seu laboratório na Universidade de Duke, nos Estados Unidos, Nicolelis desenvolveu o primeiro computador do mundo formado por uma rede de cérebros. Já Guerrer vai testar se o poder da mente, puro e simples, pode interferir em um objeto, sem que haja alguma interação entre ambos por meios materiais.
Conhecido pelo desenvolvimento do exoesqueleto que deu o chute inicial da Copa do Brasil, em 2014, Nicolelis dedica seus estudos à Interação Cérebro-Máquina (ICM). São computadores “híbridos”, metade máquina, metade cérebro.

Em dois estudos publicados na revista Scientific Reports, em 9 de julho deste ano, o Nicolelis Lab (laboratório que coordena nos EUA) relata experiências de “brainets”, redes de cérebros, em uma tradução literal. São os primeiros ICM da história que integram o cérebro de mais de um indivíduo. No teste, macacos e ratos foram conectados por um chip para executar uma mesma atividade motora, de forma simultânea.
Os primatas receberam implantes de microeletrodos, são como “chips” que medem a atividade cerebral. Especificamente, dos neurônios corticais, localizados no córtex, área responsável por funções complexas do cérebro.
Em um experimento, dois macacos ficaram em salas separadas, observando a mesma imagem de um braço virtual bidimensional. O objetivo deles era mover o membro para atingir um alvo, no canto da tela. Cada um ficou responsável por movê-lo em uma direção (na largura, eixo X, ou altura, eixo Y). Significa que para atingir o alvo, eles precisavam sincronizar os cérebros, para mover os dois eixos simultaneamente.
Em outro teste, foram monitoradas as atividades de 700 neurônios em três macacos diferentes. Desta vez, o braço virtual foi disposto em um espaço tridimensional (além dos dois eixos anteriores, foi incluída a profundidade), e cada bicho ficou responsável por duas funções distintas.
Neste caso, a brainet só foi bem-sucedida quando pelo menos dois dos macacos eram capazes de sincronizar seus cérebros. Os pesquisadores constataram que, conforme os macacos ganhavam prática, sua performance evoluía. Além disso, perceberam que os cérebros dos animais sofreram “alterações plásticas” para permitir um aumento de sincronia. É como se eles se adaptassem para funcionar em rede.
Em outro estudo, também publicado na Scientific Reports, o Nicolelis Lab testou a eficácia das brainetsem ratos. Pares de roedores foram conectados, e estas interfaces cérebro-cérebro (CCI) foram integradas, comprovando a eficácia das brainets em grupos maiores de animais. Em alguns casos, as redes tiveram performance superior à de um animal, individualmente. É como se a brainet criasse um super-cérebro.

Aplicabilidade

A ideia de um computador metade humano, metade máquina pode fazer brilhar os olhos de fãs de ficção científica. Mas o trabalho de Nicolelis está mais no campo da medicina de ponta do que da inteligência artificial.
Uma versão “não invasiva” das brainets está sendo desenvolvida para teste em humanos, em conjunto pelo Projeto Andar de Novo. Com base em São Paulo, o consórcio é o mesmo responsável pela pesquisa do exoesqueleto da Copa do Mundo. Na prática, a rede de cérebros pode ser aplicada na neuro-reabilitação de pacientes com alto grau de paralisia corpórea.
Em entrevista ao jornal britânico The Guardian, Nicolelis deu como exemplo que um paciente que sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) poderia ter seu cérebro conectado diretamente com a área relativa à linguagem de um paciente saudável. Desta forma, a recuperação seria acelerada.

Física quântica

Em outro estudo, ainda não realizado, o físico quântico Gabriel Guerrer vai desenvolver um trabalho pioneiro em território nacional, em que verifica o rigor científico da telepatia.
Vinculado ao Laboratório de Psicologia Anomalística e Processos Psicossociais (Inter Psi), da Universidade de São Paulo (USP), o trabalho consiste em convidar pessoas a observarem um laser, que fica isolado de vibrações e ruídos eletromagnéticos. Os participantes devem alternar entre o estado de relaxamento e de atenção dirigida. Ou seja, tentar interferir no objeto com o “poder da mente”.
Em termos técnicos, consiste no estudo da “ontologia das interações consciência-matéria”. A parte empírica da pesquisa será feita em um laboratório da Física. Ainda não há data para os testes (a pesquisa em si foi aprovada, mas seu financiamento ainda não). A versão original do estudo foi desenvolvida pelo pesquisador Dean Radin, do Instituto de Ciências Noéticas (IONS), fundado pelo astronauta Edgar Mitchell (do Apolo 14).
A pesquisa consiste em uma nova etapa na carreira de Guerrer, que já navegou entre o principal acelerador de partículas de mundo – da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (CERN) – e as experiências místicas. Filho prodígio da Universidade Federal do Paraná (UFPR), hoje ele se dedica a dar cursos para leigos sobre o mundo quântico.

A Física e a consciência


A relação entre telepatia e o estudo das partículas subatômicas remonta aos primórdios da Física Quântica, nos anos 1940, quando cientistas apontaram que pode haver algo além da matéria interferindo nas leis da Física. Seriam os primeiros indícios da consciência.
Em uma ciência que pode ser usada tanto para produção de lasers e equipamentos médicos quanto para falar da relação com o mundo do além, em comum há uma linguagem matemática. A diferença está em suas interpretações.
Mas há alguns consensos. Um deles é o de que as partículas elementares, que compõe o átomo, funcionam de “modo quântico”, com suas próprias leis de funcionamento, quando não são observadas. Mas basta inserir um expectador que elas passam a agir do modo “clássico”, conforme os preceitos da Mecânica, Elétrica, Termodinâmica e companhia.
Outra noção disseminada entre as linhas é a do “emaranhamento”, a ideia de que as partículas guardam memórias entre si. Funciona assim: quando duas coisas quânticas (elétrons, fótons) entram em contato, por mais que elas se afastem no espaço, guardam uma conexão entre si. É como se continuassem sendo uma unidade.
A consciência, portanto, pode ser vista como um “campo”, assim como é com a matéria. O físico Gabriel Guerrer compara com o sinal de uma televisão. “Ela não produz, e sim recebe e decodifica. Podemos passar a olhar a nossa experiência assim, e de que a fonte que está transmitindo isso [a consciência] seria uma só”. Seria o pulo do gato na relação entre os estudos quânticos e o misticismo.
A telepatia e a psicocinese, portanto, poderiam ocorrer quando um indivíduo desenvolve a capacidade de acessar este campo da consciência de alguma forma, com algum propósito. Comprovar seus indícios científicos, como a pesquisa de Guerrer pretende, pode indicar que “há algo por trás dos bastidores, do espaço e do tempo, por um lugar que a gente não está vendo”.
Mas isto não significa uma “prova científica” de que a telepatia existe. Até porque a ciência por trás do negócio consiste no estudo de coisas muito pequenas, elétrons, fótons, e disso para o funcionamento do lado desconhecido da mente seria um pulo muito grande. Mas, nas palavras de Guerrer: “o que é interessante é que a Física Quântica não proíbe a questão da telepatia. Diferente da Física Clássica, que proibiria”.