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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Cientistas descobrem luz cósmica misteriosa vinda do espaço

Nas últimas semanas, cientistas do mundo todo estão intrigados com misteriosas anomalias luminosas vindas de uma estrela, localizada nas profundezas do espaço sideral

A princípio, o Instituto de Busca por Inteligência Extraterrestre (SETI, na sigla em inglês) descartou qualquer possibilidade que as anomalias luminosas, registradas no sistema solar KIC 8462852, sejam resultado de sinais de rádio, o que provaria a existência de vida inteligente.

Atualmente, cientistas da Universidade Estadual de Iowa, nos EUA, liderados pelo astrônomo Massimo Marengo, chegaram a uma conclusão diversa, depois de encontrar provas que lançariam luz sobre esse mistério intergaláctico.

Sendo assim, as flutuações de luz registradas e analisadas inicialmente por meio de dados fornecidos pelo telescópio Kepler foram novamente estudadas a partir do telescópio espacial infravermelho Spitzer, e se descobriu que os impulsos luminosos provinham de uma “família de cometas”.

No entanto, ainda são necessários estudos mais detalhados para confirmar ou descartar que essas anomalias luminosas do sistema solar KIC 8462852 seriam causadas pela presença de um conjunto de cometas. Sobre isso, Marengo se mostrou otimista, ao afirmar que “por ser uma estrela muito rara (...) pode ser que ainda não saibamos o que acontece ao seu redor, mas é isso o que a torna tão interessante”.

Fonte: Daily Mail, seuhistory
Imagem: Nasa



segunda-feira, 23 de novembro de 2015

"Nunca antes visto" detectada uma nuvem "monstruosa" de gelo na lua de Saturno

A sonda Cassini da NASA, descobriu recentemente uma gigantesca nuvem na estratosfera de Titã, a maior lua de Saturno, comunica o comunicado de imprensa da agência.
Segundo os pesquisadores, o inverno em Titã dura 7,5 anos civis. E graças à nova descoberta, os cientistas podem prever o próximo inverno no satélite, que será ainda mais difícil.  
Em 2012, cientistas já haviam descoberto uma nuvem de gelo, mas agora podemos dizer que esse achado foi apenas a 'ponta do iceberg', agora brilha em toda a sua grandeza. A nova nuvem detectada pela Cassini é muito maior e está a uma altitude de apenas 200 quilômetros da superfície. 
Fonte: RT

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Imagens do Hubble revelam enigmáticas "ondas aquáticas" a 32 anos-luz de nós

Um grupo de pesquisadores, liderado por Anthony Boccaletti, observou estranhos objetos cósmicos a 32 anos-luz da Terra. Eles foram detectados a partir da análise de imagens tiradas pelo telescópio espacial Hubble, em 2010 e 2011, e pelo Very Large Telescope (VLT), do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês). 

Os cientistas estudavam o anel de gás e poeira que rodeia a estrela jovem AU Microscopii à procura de sinais que revelassem a presença de outros planetas. Essa estrela anã-vermelha está localizada na constelação de Microscopium, composta principalmente por estrelas de baixa energia. Ao redor da AU Microscopii foram descobertas estruturas sinuosas, parecidas com ondas aquáticas. Essa descoberta é sem precedentes e continua um enigma para a ciência. 

Estudando detalhadamente as imagens do telescópio Hubble, os especialistas concluíram que as formas onduladas misteriosas estão em movimento e a uma velocidade surpreendente: em torno de 40 mil km/h. Alguns cientistas sugerem que elas podem ter sido produzidas a partir de uma grande explosão em um planeta próximo. Todavia, até agora, essa hipótese ainda não foi confirmada, fazendo com que mais um grande enigma do Universo fique sem resolução. 

#Nery Fontes: RTNaturehistory



sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Astrônomo explica por que a chegada do homen à Lua não foi uma farsa

Você conhece alguém que defende com unhas e dentes que o ser humano jamais pisou na Lua? Muitos pensam que tudo não passou de uma farsa lançada ao mundo pelo governo norte-americano. Indignado com essas teorias da conspiração, Marc Dantonio, um astrônomo, designer e escritor, juntou provas para derrubar os argumentos de quem defende de pés juntos que jamais nossa civilização esteve na Lua. Só para lembrar: em 1969, pela primeira vez, uma nave tripulada da missão Apolo 11 chegou ao satélite da Terra. Desde lá, outras missões com humanos foram à Lua, até a última, a Apollo 17, em dezembro de 1972.

Veja as principais teorias da conspiração e por que elas são falsas:
Conspiração das sombras -  essa famosa teoria indica que há algo errado com as sombras da superfície lunar nas fotos capturadas por câmeras dos próprios astronautas. A alegação é que as sombras se movem em direções diferentes, como se múltiplas fontes de luz estivessem iluminando a cena. Dantonio, que também trabalha com efeitos especiais para o cinema e a TV, reproduziu um cenário igualzinho à superfície lunar, iluminado com apenas uma fonte de luz. O resultado foi exatamente como o esperado e reproduziu as sombras das fotos originais. A luz, de um baixo ângulo como o dos astronautas, pareceu ir em várias direções por conta da topologia lunar e seu desnivelamento. Já quando a câmera foi colocada sobre o cenário, todas as sombras ficaram perfeitamente alinhadas. Conclusão: teoria das sombras foi derrubada.
Imagem: Marc Dantonio
Teoria do céu sem estrelas - Para quem conhece um pouco sobre fotografia, aqui se trata de um caso de exposição do então filme fotográfico usado naquele tempo. Para que a imagem não ficasse "desbotada" era necessário baixar o tempo de exposição do filme à luz, o que proporcionou sombras realmente escuras na foto, impossibilitando que os pontinhos de luz das estrelas fossem capturados na foto.
Imagem: NASA
Vestígios de missões espaciais na Lua - Várias teorias orbitavam em torno da falta de provas sobre a presença de vestígios deixados na Lua pelas missões espaciais com humanos. Essa teoria caiu completamente por terra quando a Sonda Orbital Reconnaissance registrou fotos aéreas da Lua, em que podem ser observados o equipamento e até pegadas de astronautas na superfície lunar.

Imagem: Sonda Orbital Reconnaissance


terça-feira, 3 de novembro de 2015

Cientistas descobrem cometa que libera o equivalente a 500 garrafas de vinho por segundo no espaço


Um cometa que libera grandes quantidades de álcool e um tipo de açúcar foidescoberto por uma equipe internacional de pesquisadores. Pode-se dizer que o Lovejoy é quase um drinque que vaga pelo espaço. Pela primeira vez, o álcool etílico, o mesmo presente em bebidas alcoólicas, foi observado em um cometa. Foram ainda descobertas outras 21 moléculas orgânicas diferentes no gás do cometa.
“Descobrimos que o cometa Lovejoy libera quantias de álcool equivalentes a pelo menos 500 garrafas de vinho a cada segundo durante seu pico de atividade”, disse Nicolas Biver, do Observatório de Paris, ao site Phys.org, principal autor de um artigo sobre o achado, publicado na revista Science Advances.
A novidade reforça a teoria de que os cometas podem ter sido uma fonte de moléculas orgânicas complexas essenciais ao surgimento da vida. Muitos pesquisadores defendem que os cometas guardam restos congelados da formação do nosso Sistema Solar e poderiam nos dar pistas de como ele foi formado. O cometa Lovejoy (oficialmente chamado C/2014 Q2) foi um dos mais brilhantes e mais ativos desde o cometa Hale-Bopp, em 1997. Ele passou pelo Sol em 30 de janeiro deste ano.


quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Rússia quer enviar astronautas à Lua em 2029

Anúncio foi feito na Conferência sobre Tecnologias Espaciais em Moscou. Europa já tinha anunciado colaboração com Rússia em missão na Lua.Imagem da Nasa mostra superfície da Lua (Foto: Nasa/Project Apollo Archive)

Rússia planeja realizar seu primeiro voo tripulado para a Lua em 2029, anunciou ontem terça-feira (27) Vladimir Solntsev, diretor da estatal russa Energia, que concebe e desenvolve veículos espaciais.


"Em 2029, faremos um voo tripulado rumo à Lua e irão desembarcar no satélite", declarou Solntsev, citado pela agência de notícias russa Ria Novosti durante uma Conferência sobre Tecnologias Espaciais em Moscou.
Segundo Vladimir Solntsev, a Rússia vai iniciar em 2021 os testes de uma nave espacial especialmente concebida para ir à Lua. A aeronave deve realizar, a partir de 2023, voos rumo a Estadão Espacial Internacional (ISS), antes de ser enviada vazia para a Lua em 2025.
Agência Espacial Europeia (ESA) anunciou há uma semana a ideia de criar uma "cidade lunar" internacional, que poderia ser construída pouco a pouco graças a robôs, e anunciou colaborar com a missão russa Luna 27, prevista para 2020.
Luna 27
A missão russa Luna 27 prevê o envio de um módulo de exploração lunar com o objetivo de ir até as regiões onde foram encontrados depósitos de gelo.
Cinquenta e quatro anos após o voo de Yuri Gagarin, primeiro homem no espaço, enviar um homem à Lua continua uma grande ambição da Rússia que encarou como uma afronta o fato de ser ultrapassada pelos norte-americanos nesta conquista em 1969.
Moscou tenta avançar há algum tempo com este projeto, mas deve lidar com um setor espacial minado pela corrupção e rombos orçamentários.
Após a perda de diversas espaçonaves por causa de lançamentos fracassados, Moscou apresentou um projeto de reforma de sua indústria espacial, transformando a agência espacialRoscosmos em empresa pública, prevendo aumentar os salários e combater a corrupção.

#Nery

Fonte: g1.globo.com


Nasa confirma que asteroide passará 'raspando' na Terra no Halloween

Doces ou travessuras? A pergunta que é basicamente uma marca registrada no Halloween pode ganhar significado maior em todo o mundo na data desse ano. O Dia das Bruxas, no próximo 31 de outubro, ficará marcado pela passagem de um asteróide bem próximo da Terra. As informações são do Daily Mail.

Para se ter ideia, o diâmetro do corpo celestial é de nada menos do que 2,5 quilômetros. A Nasa noticiou a passagem do asteroide na segunda-feira (19) e causou pânico na internet por conta de informações falsas que começaram a ser criadas por usuários do mundo inteiro.

Apesar de ter se impressionado com o tamanho do asteroide, a Nasa nega que ele traga qualquer perigo para a Terra. Ele será veloz e um eventual impacto causaria um grande estrago do planeta, mas não será dessa vez que o apocalipse irá acontecer.  

A negativa da Nasa, no entanto, não faz com que as teorias da conspiração desapareçam. E a “culpada” por isso é justamente a agência espacial dos Estados Unidos. Tudo porque a notícia sobre o asteroide, nomeado como TB145, surgiu de uma hora para outra, o que não é praxe nesse tipo de caso.

Em comparação a outros casos de passagem de asteroides “próximos” à Terra, a Nasa realmente demorou. Mas, segundo a agência, isso não faz com que a rota do asteroide se modifique e possa causar qualquer tipo de dano na Terra. A passagem do TB145, no entanto, será “recordista” de qualquer modo.

Isso porque desde 1999 que um asteroide não passa tão “perto” da Terra. Serão 7,403,00 quilômetros, aproximadamente três vezes a distância de nosso planeta para a Lua. Muitos quilômetros, mas, de qualquer modo, uma passagem histórico. Quem quiser presenciar o asteroide “das Bruxas” terá que usar telescópios, já que ele não será visto a olho nu.
E, esperamos nós terráqueos, que ele seja “doce” e não apronte nenhuma “travessura”.

#Nery
Fonte: br.noticias.yahoo.com


segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Não é barulho, é um planeta "vivo"

Os pesquisadores enfatizam a existência da primeira super-Terra descoberto na zona habitável, rejeitado por outros estudos


Ele é chamado de 581d Gliese e orbita a estrela do mesmo nome (sem a última carta), uma estrela anã vermelha localizada a 20 anos-luz da Terra, juntamente com cinco outros mundos, alguns também muito interessante. planeta extrasolar foi descoberto em 2009 por pesquisadores da Queen Mary College London e Hertfordshire, que a apresentou como a primeira super-Terra encontrado em zona habitável, ou seja, um mundo um pouco maior que nosso planeta, que é a distância esta correta de sua estrela para suportar água líquida em sua superfície, uma condição indispensável para a existência de vida como a conhecemos.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Europa e Rússia planejam exploração conjunta da Lua

A primeira sonda robótica da missão conjunta deverá ser lançada nos próximos cinco anos. [Imagem: ESA]

Exploração da Lua
As agências espaciais da Rússia (Roscomos) e da Europa (ESA) enviarão um módulo espacial para o polo sul da Lua.
Será a primeira de uma série de missões para preparar a volta dos seres humanos à superfície lunar e da criação de uma colônia permanente no satélite.
A sonda robótica avaliará se existe água, além de materiais brutos para produzir combustível e oxigênio.
A previsão é que a missão, chamada Luna 27, seja lançada daqui a cinco anos, sendo parte de uma série de missões lideradas pela Roscosmos para retornar à Lua.
Essas missões retomarão o programa de exploração lunar que foi interrompido pela antiga União Soviética (URSS) em meados dos anos 1970, segundo Igor Mitrofanov, do Instituto de Pesquisa Espacial, em Moscou, e um dos líderes da iniciativa.
Mitrofanov diz haver benefícios científicos e comerciais para o estabelecimento de uma presença permanente de humanos na superfície lunar: "Será para observações astronômicas, o uso de minerais e outros recursos lunares e para criar um posto avançado que poderá ser visitado por astronautas que trabalharão juntos em testes para uma futura viagem a Marte."
Robô lunar
As missões iniciais serão feitas com robôs. A Luna 27 pousará na borda da cratera Aitken, no polo sul do satélite. Essa região tem áreas que nunca são iluminadas pelo Sol, estando entre os locais mais frios do Sistema Solar. Portanto, poderiam abrigar água em forma de gelo e outros compostos químicos que ficam protegidos do calor dos raios solares.
A ESA está desenvolvendo um novo tipo de sistema de pouso para escolher as áreas de pouso com maior precisão do que os usados nas missões dos anos 1960 e 1970.
Este sistema usa câmeras para navegar e um guia a laser para avaliar o terreno na aproximação da superfície e decidir por conta própria se o local é seguro para pouso ou não, e se será necessário buscar um ponto melhor.
Segundo James Carpenter, cientista-chefe da ESA no projeto, um dos principais objetivos é investigar o uso de água como um recurso em potencial no futuro e descobrir o que ela pode indicar sobre a origem da vida no Sistema Solar.
Este é um dos conceitos de uma futura base lunar, caso sejam encontrados os recursos minerais esperados, sobretudo água e compostos químicos que sirvam como combustível para foguetes. [Imagem: ESA]

Perfuração na Lua
"O polo sul da Lua é diferente de qualquer lugar que já estivemos", disse Carpenter. "Por causa do frio extremo, podemos vir a achar uma grande quantidade de gelo e outros componentes químicos em sua superfície, que poderíamos usar como combustível de foguete ou em sistemas de apoio a vida em missões humanas no futuro nestes locais."
A ESA fornecerá o equipamento de perfuração para atingir 2 metros abaixo do solo e coletar amostras de gelo. Segundo Richard Fisackerly, engenheiro-chefe do projeto, esta camada congelada pode ser mais dura que concreto - então, a broca usada terá de ser muito resistente.
"Estamos avaliando as tecnologias que seriam necessárias para perfurar esse tipo de material, com movimentos que combinem rotações e golpes. Isso está além do que está em desenvolvimento hoje em dia."
A agência europeia também proverá um laboratório em miniatura, chamado ProSPA, similar aos instrumentos usados pelo módulo Philae, que pousou na superfície do cometa 67P no ano passado.
Mas o ProSPA será calibrado para buscar por ingredientes-chave para a geração de água, oxigênio, combustível e outros materiais que poderão ser explorados por astronautas. A intenção é descobrir a quantidade existente desses materiais sob a superfície e, principalmente, se é possível extraí-los facilmente.




quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Começa a investigação de possível civilização alienígena em estrela

Comunidade científica tem debatido incessantemente o significado de informações colhidas pelo telescópio Kepler

Os próprios cientistas afirmam que a possibilidade de uma estrutura artificial, como uma esfera ou enxame de Dyson, não pode ser descartada.

O debate segue intenso na comunidade científica quanto ao que significam os dados colhidos pelo telescópio espacial Kepler, da NASA, que apontam para estranhos trânsitos na estrela KIC 8462852. Esse sol é cercda de 50% maior que o nosso, tem classificação do tipo F e está situado a 1.500 anos-luz de nós, na constelação Cygnus. Na primeira missão do telescópio, que durou de 2009 a 2013, ele investigou cerca de 150.000 estrelas, buscando minúsculas diminuições de seus brilhos, causados pela passagem de um planeta. Evidentemente o plano da órbita desses mundos distantes precisa estar em posição favorável, a fim de que possamos observar esses fenômenos, chamados de trânsitos.

O que tem causado a especulação em torno dessa estrela são dois trânsitos em particular. Um ocorreu em 2011 ao longo de uma semana, e o segundo em 2013, que na verdade foi uma série de variações na luz de KIC 8462852 ao longo de vários meses. Infelizmente o Kepler experimentou então problemas em seus giroscópios, e está deslocado para outra missão, não mais observando essa região do espaço. Portanto são os únicos dados da estrela disponíveis até o momento, e a equipe que descobriu os fenômenos, liderada por Tabetha Boyajian, da Universidade Yale, busca instrumentos baseados em terra para outras observações. No artigo deles, publicado no Monthly Notices, eles elencam uma série de possibilidades naturais como explicação. A mais provável parece ser um enxame de cometas, desviado possivemente rumo à estrela por um astro menor vizinho. É verdade que essa explicação representa um impressionante golpe de sorte, por um fenômeno como esse ter ocorrido exatamente no momento em que a humanidade estudava esse astro.

Contudo, a própria Boyajian afirma que eles têm buscado outras explicações. É importante salientar que o primeiro trânsito incomum bloqueou cerca de 15% da luz da estrela, e o segundo 22%, lembrando que um planeta do tamanho de Júpiter bloquearia no máximo 1%. Além disso tais trânsitos não são periódicos como os de planetas, e então surgiu a possibilidade, explorada pelos próprios astrônomos, de que os fenômenos possam estar sendo causados por colossais estruturas artificiais em órbita de KIC 8462852. Tabetha pediu auxílio a Jason Wright, professor assistente de astronomia na universidade Penn State, que se mostrou impressionado com os dados. Além disso, Wright estava trabalhando em um artigo a respeito de procurar megaestruturas alienígenas com as informações obtidas pelo Kepler. Tais objetos seriam colossais coletores de energia ou painéis solares, colocados em órbita de uma estrela a fim de absorver e transmitir sua energia.

OBRA DE UMA CIVILIZAÇÃO EXTRATERRESTRE?

Uma civilização alienígena avançada o suficiente para coletar energia de sua estrela construiria centenas ou milhares dessas estruturas, que de acordo com Wright bloqueariam a luz solar exatamente como detectado pelo Kepler. Essa construção é mais conhecida como Esfera de Dyson, proposta ainda nos anos 60 pelo astrofísico Freeman Dyson. Embora comumente representada por uma esfera sólida de milhões de quilômetros de diâmetro, que engloba totalmente seu sol, essa estrutura na verdade seria formada por milhares de células independentes, hoje em dia chamadas de Enxame Dyson. Boyajian, Wright e o restante dos responsáveis pela descoberta estão buscando tempo de observação em um radiotelescópio, a fim de tentar captar sinais de rádio emitidos pela possível civilização alienígena.

Se sinais forem captados, então o passo seguinte que planejaram envolve utilizar o Very Large Array (VLA), situado no Novo México, que poderá determinar se os sinais provém de uma fonte artificial. Uma busca, na verdade, já está sendo promovida pelo programa SETI, utilizando o Allen Telescope Array (ATA), localizado a 480 km de San Francisco. Os cientistas apontam, porém, que mesmo se sinais de rádio não forem captados, isso não inviabiliza a hipótese alienígena. As megaestruturas ainda podem estar lá, porém seus construtores talvez utilizem outros meios de comunicação, ou podem até estar extintos. De uma forma ou de outra, a hipótese de um enxame de cometas segue sendo a explicação mais aceita, mas são os próprios cientistas que seguem afirmando que a possibilidade de se tratar de construções de uma civilização extraterrestre não pode ser descartada.





sexta-feira, 9 de outubro de 2015

De olho no céu: acompanhe o esperado "Desfile de Planetas"

Desde ontem, já é possível observar o fenômeno astronômico conhecido como “desfile de planetas”, um dos espetáculos mais fascinantes do nosso sistema solar, no qual parte dos planetas se agrupam em um mesmo setor do céu noturno. 

Os protagonistas desse fenômeno serão Vênus, Marte, Júpiter, Mercúrio e a Lua. O “desfile” começará à medida que o satélite natural da Terra se aproximar do grupo de planetas no céu da manhã. 

Conforme vai avançando o mês de outubro, Júpiter vai ascender, aproximando-se de Marte e Vênus e criando várias conjunções que os astrônomos chamam de “magníficas”. A primeira conjunção ocorre na manhã de hoje, quando uma delgada Lua crescente se une à formação, dando lugar a um “triângulo” com Marte e Júpiter, enquanto Vênus passa por cima do trio. 

O evento terminará em 20 de outubro, quando Mercúrio “desertar” e começar a se afastar da formação, desaparecendo com a luz da manhã.

Fonte: seuhistory.com


terça-feira, 6 de outubro de 2015

Hawking alerta que alienígenas poderão acabar com a nossa civilização

Depois de anunciar, recentemente, que investiria US$ 100 milhões em pesquisas na busca por vida extraterrestres, o renomado cientista inglês Stephen Hawking afirmou que caso seja encontrada vida extraterrestre avançada, as consequências poderão ser muito ruins para nossa civilização. 
 
O cientista alertou que aliens inteligentes podem "conquistar e colonizar" o nosso planeta, de acordo com o jornal The Mirror.
 
Já em outra entrevista ao diário El País, Hawking afirmou:
 
"Se os alienígenas nos visitarem, o resultado poderia algo como quando Colombo desembarcou na América. Os povos nativos americanos não se saíram bem no final. Esses alienígenas avançados podem se tornar nômades, com o objetivo de conquistar e colonizar planetas que eles podem alcançar."
 
O professor Hawking disse ainda que a existência de aliens é incontestável. Ele afirma que a nossa melhor chance de sobrevivência a longo prazo é encontrar uma nova casa em outro planeta:
 
"Há um risco crescente de que um desastre vai destruir a Terra."
 
"Quero, portanto, sensibilizar o público sobre a importância do voo espacial. Eu aprendi a não olhar muito à frente, mas a me concentrar no presente."
 
O dinheiro de Hawkings é direcionado na busca por vida extraterrestre por meio do projeto Breakthrough Listen, em que uma equipe varre toda a Via Láctea e 100 galáxias próximas em busca de sinais de transmissão alienígenas.




quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Rússia libera imagens secretas de 30 anos do planeta Vênus

O doutor em ciências físicas e matemáticas do Instituto de Investigação Espacial (Rússia), Leonid Ksanfomaliti, explicou que as fotos tiradas há 30 anos pelas sondas espaciais russas revelam a existência de alguns objetos que se movem e têm a aparência de seres vivos, informou a imprensa russa.
Os objetos foram acidentalmente capturados pelas câmeras instaladas nas sondas soviéticas Venera, que foram até Vênus em 1975 e 1982, relembrou o cientista.
Como prova de usa hipótese, Ksanfomaliti tornou públicas as fotos tiradas pela sonda espacial Venera-13, recebidas em março de 1982.  O investigador descobriu vários objetos que aparecem e desaparecem numa série de imagens consecutivas, e que se assemelham a “um disco, um retalho negro e um escorpião”.
Alguns destes objetos estão presentes nas primeiras imagens, mas desaparecem posteriormente.  Segundo o cientista, isso se deve ao forte ruído da sonda ao pousar.  Outros objetos, como o suposto “escorpião”, provavelmente ficaram enterrados no solo que se levantou quando a nave pousou, e depois de algum tempo surgiram novamente na superfície.
Ksanfomaliti explicou que havia a intenção de tornar público seu descobrimento muito antes, mas decidiu atrasá-lo por falta de apoio.
O investigador afirma ter tomado a decisão de voltar a estudar a possível existência de vida em Vênus, por causa do importante número de novos resultados nas investigações de exoplanetas, alguns deles com condições físicas parecidas às de Vênus.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Descoberta de água é estímulo a uma ‘visita’ a Marte, diz expert

"Projeto para envio de tripulantes está relativamente estagnado’, afirma coordenador do Mackenzie; sondas foram essenciais"



A descoberta de água líquida na superfície de Marte foi considerada um avanço notável por cientistas brasileiros e estímulo a uma “visita” - ou seja, a uma missão tripulada.

De acordo com João Steiner, professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP), além da relevância de uma confirmação robusta da presença de água líquida em um planeta do Sistema Solar, a descoberta tem um apelo especial. “Certamente é uma descoberta importante. Do ponto de vista científico, é algo notável, já que a água é condição para a existência de vida - e se torna ainda mais especial por se tratar de Marte”, disse. 

Segundo ele, já foi comprovada a existência de água em estado sólido e líquido em diversos objetos do Sistema Solar, como a Lua, Ceres, Europa e Encédalo - respectivamente luas de Júpiter e Saturno. “Mas Marte é um objeto de fascínio para a humanidade, porque é um planeta do nosso sistema que mais oferece condições, em tese, para a existência de vida.”

Missão. De acordo com Steiner, o interesse pela possibilidade de vida fez Marte virar objeto de diversas pesquisas e missões não tripuladas. “Existe mesmo a intenção de fazer uma missão tripulada nas próximas décadas. Considerando essa possibilidade, a existência de água por lá é fundamental.” 

Pierre Kaufmann, coordenador do Centro de Rádio Astronomia e Astrofísica Mackenzie, afirma que a descoberta poderá dar novo estímulo ao projeto da Nasa de levar uma missão tripulada a Marte. “O projeto para o envio de tripulantes a Marte está relativamente estagnado, mas, com essa descoberta, os esforços para uma missão humana poderão ficar mais concentrados. Até agora, só havia especulações vagas sobre as possibilidades de vida no planeta, mas essa perspectiva se torna muito mais sólida com essa evidência robusta de existência de água em estado líquido em Marte”, disse.

Segundo Kaufmann, a nova descoberta só foi possível graças a enormes esforços que envolveram medições diretas feitas por satélites de sensoriamento em órbita ao redor de Marte, enviados por diversos países, além de sondas que analisam amostras do planeta. “Futuras pesquisas serão seguramente feitas com base em experimentos espaciais, com outros sensores e outros experimentos que levem equipamentos para sondar o planeta direta e indiretamente, incluindo o eventual envio de astronautas.”

O problema das missões tripuladas, segundo Kaufmann, é que elas impõem obstáculos ainda intransponíveis do ponto de vista financeiro e de sobrevivência dos astronautas. “A viagem é muito longa e um súbito aumento da atividade solar durante esse período poderia submeter os astronautas a radiações extremamente intensas e mortais. A nave precisaria ser excepcionalmente blindada e, por isso, muito pesada, o que aumentaria as exigências em relação a lançadores.”

Outra missão da Nasa, a Curiosity, explorou planeta em 2012.

Fonte:ciencia.estadao.com.br





quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Mensagem para Aliens precisa refletir a Igualdade de Género e Diversidade, dizem especialistas

Se alienígenas inteligentes estão lá fora, não quero que eles pensem que somos um bando de fanáticos carnudas atrasados. A competição organizada pela Iniciativa Breakthrough está oferecendo um prêmio de um milhão de dólares para quem pode vir para cima com a melhor nova mensagem a transmitir através do cosmos.
Esta semana, The Guardian relata que um grupo UK SETI vai entrar na competição - uma decisão que provocou discussão em um Festival Britânico de Ciência em Bradford sobre como nós precisamos reformular nossa representação da humanidade:
                                                                ^^ Pioneer 10 ^^
Jill Stuart, especialista em política espacial na London School of Economics, apontou para a placa que foi colocada na sonda Pioneer 10, lançada em 1972. Destina-se a transmitir a origem do artesanato e para transmitir informações sobre os habitantes da Terra, Stuart observou que aos olhos modernos a mensagem pictórica apresenta alguns problemas. .
"A placa mostra um homem que levanta sua mão em uma forma muito viril, enquanto uma mulher está atrás dele, aparecendo tudo manso e submisso", disse ela. "Nós realmente precisamos repensar isso com alguma mensagem que estamos enviando para fora agora. Atitudes mudaram tanto em apenas 40 anos. "
A placa também claramente retrata as figuras humanas como home branco, e Stuart acrescentou: ". Eu ficaria desconfortável com o envio de quaisquer imagens ou mensagens que incluem material de ocidental dominado"
^^ Mensagem da Pioneer 10 ^^

Como eu aprendi em falar com astrônomos e pesquisadores do SETI no início desta semana, as regiões mais promissoras para a vida inteligente a surgir na galáxia é provável que sejam milhares de anos-luz de distância. Assim, qualquer mensagem que não enviar não pode ser ouvido por um longo, longo tempo. É definitivamente vale a pena tomar um longo momento para refletir sobre o conteúdo dessa mensagem cuidadosamente. 

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

O oxigênio não é um indicador de Vida Extraterrestre


Até agora os cientistas acreditavam que a presença de oxigênio na atmosfera de um planeta indicaria a existência de vida, bem como que todo o nosso oxigênio vem das plantas através da fotossíntese.  Bem, agora os cientistas descobriram outra causa possível para a presença de oxigênio em planetas extrasolares.  Eles dizem que o oxigênio pode ser produzido com um componente não biológico, chamado de oxido de titânio, o qual age como um catalisador para a reação da divisão de água em oxigênio e hidrogênio, com a ajuda da luz.
O estudo foi publicado no Scientific Reports em 10 de setembro de 2015.  O Professor Assistente Norio Narita, do Centro de Astrobiologia de NINS, e o Professor Associado Shigeyuki Masaoka, do Instituto de Ciência Molecular de NINS, publicaram que o oxigênio pode ter outras fontes além da fotossíntese.+
Antes, os cientistas se baseavam na presença do oxigênio para suspeitar sobre a existência de possível vida. Mas agora eles descobriram que o oxigênio pode também ser produzido com um material chamado de óxido de titânio.  Este componente pode dividir as moléculas de água com a ajuda da luz sobre o oxigênio e o hidrogênio.  As característica deste componente não são uma nova descoberta, mas os cientistas não achavam que este componente poderia criar grandes quantidades de oxigênio.  Agora eles predizem que um planeta similar à Terra, com uma cobertura de oxido de titânio de somente 0,05%, poderia facilmente produzir a mesma quantidade de oxigênio encontrada na Terra hoje.  Este é um grande avanço no estudo de vida extraterrestre.
"Dr. Narita disse: “Para procurar pela vida em planetas extrasolares através de observação astronômica, precisamos combinar o conhecimento de vários campos científicos e promover as pesquisas astrobiológicas, a fim de estebelecermos os decisivos sinais de vida.  Embora o oxigênio seja ainda um dos possíveis biomarcadores, é necessário olhar para novos biomarcadores além do oxigênio, a partir do resultado atual.”