Viajar na velocidade da luz é um sonho distante? Não tanto. Uma equipe de cientistas liderada pelo pesquisador Martin Tajmar, da Universidade Técnica de Dresden, mostrou resultados surpreendentes sobre o funcionamento de um novo motor para viagens espaciais.
A importância desse motor é gigantesca para a ciência: ele utiliza cavidades das microondas eletromagnéticas para transformar energia elétrica em impulso. Muitos acreditam que sua utilização pode ser o ponto de partida para construção de motores “warp”.
Esse tipo de motor seria o passo definitivo para se atingir a velocidade da luz. Os “warp” são capazes de duplicar o espaço-tempo e viajar mais rapidamente do que a própria luz. Seria a chegada definitiva da humanidade a um patamar só atingido em filmes de ficção.
“É a primeira vez que alguém participa com um laboratório bem equipado e uma grande experiência no seguimento do erro experimental, em vez de engenheiros que pode, inconscientemente, estar influenciados pelo desejo de ver que o propulsor funciona”, explica Tajmar.
Para o responsável por conduzir o estudo, o novo propulsor, se passar por mais testes, irá revolucionar o método de se viajar pelo espaço. Por exemplo, ele faria com que a ida à Lua durasse apenas quatro horas e uma viagem para Marte apenas 70 dias. A Nasa, é claro, acompanha de perto os testes — e participa de alguns deles.
fontes: br.noticias.yahoo.com
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sexta-feira, 14 de agosto de 2015
terça-feira, 14 de julho de 2015
Nasa detecta um sinal misterioso a 240 milhões de anos-luz da Terra
Astrônomos detectaram um sinal misterioso vindo do Aglomerado de Perseu, a 240 milhões de anos-luz da Terra, um dos objetos de maior massa no Universo. O sinal não identificado é um “pico de intensidade num comprimento de onda muito específico de luz de raio-X”. Os cientistas ainda não sabem qual é a origem dele.
Mas uma das teorias dos pesquisadores é muito interessante: o sinal pode ter sido “produzido pelo decaimento de neutrinos estéreis, um tipo de partícula que tem sido proposta como uma candidata a ser matéria escura”. De acordo com Esra Bulbul, do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian, em Cambridge:
Nós sabemos que a explicação para a matéria escura é apenas conjectura, mas a recompensa será enorme se estivermos certos. Então nós vamos continuar testando essa interpretação e ver onde isso nos levará.
Agora eles estão trabalhando em encontrar confirmações dessa interpretação, o que pode ser um avanço imenso, já que ninguém foi capaz de detectar a matéria escura até agora, mesmo que os astrônomos estimem que ela constitui 85% de toda a matéria no Universo. Alguns cientistas chegaram a sugerir que a origem da matéria escura pode não ser neutrinos estéreis. Em vez disso, eles dizem, “diferentes tipos de partículas candidatas a serem matéria escura, como o axion, podem ter sido detectados”.
Ouvindo as notas musicais do Aglomerado de Perseu
Para encontrar esse sinal, uma equipe liderada por Bulbul passou 17 dias analisando as observações feitas no Aglomerado de Perseu por dez anos, usando o Observatório de raios-X Chandra e o XMM-Newton.
Esse aglomerado é um titã dos céus, um dos maiores objetos do Universo. Ele abriga “milhares de galáxias imersas em uma imensa nuvem de gás”. Não é a primeira vez que os cientistas encontraram coisas incríveis por lá. Em 2003, pesquisadores “escutaram” uma das notas mais profundas já detectadas, que tem um período de oscilação de 9.6 milhões de anos. Isso é 57 oitavas abaixo das teclas do meio do piano. Aqui está a nota acelerada:
fontes: http://gizmodo.uol.com.br
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