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quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Relatório aponta que agroglifo de Prudentópolis não foi feito por mãos humanas

Professor e engenheiro agrônomo afirma não ser possível produzir a figura por ação humana; confira o laudo completo


O fenômeno dos agroglifos deve seu nome popular, círculos ingleses, por surgir primordialmente no verão do hemisfério norte, em planetações situadas principalmente na Grâ-Bretanha. Contudo, desde 2008 essas impressionantes figuras têm surgido no sul do Brasil, concentrando-se na região de Ipuaçu, Santa Catarina, onde surgem quase sempre entre o final de outubro e princípio de novembro. O agroglifo surgido em Prudentópolis, no Paraná, em 05 de outubro, quebrou esse paradigma e comprova uma mudança no fenômeno, aparentemente expandindo-se para outras regiões.

O editor da Revista UFo, A. J. Gevaerd, rapidamente se deslocou até a região e comprovou, ao lado da equipe da Novelo Filmes, que realizada um documentário para o The History Channel, que o agroglifo não apresentava qualquer sinal de fraude. Porém, o grande volume de informações obtidas no local e divulgadas, como habitual, não convenceu alguns. Um destes foi o professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Jorge Quillfeldt, que chamou a figura de agrodepredação e afirmou que, como outros do tipo feitos na Inglaterra, o de Prudentópolis foi produzido por pessoas utilizando estacas e cordas. Em clara contradição com o mostrado nas imagens, ainda afirmou que o desenho estava muito malfeito. Porém, outro membro da comunidade científica teve um posicionamento bem diferente.

O professor Emmanoel Sanchez é engenheiro agrônomo, mestre em engenharia agronômica pela Unicentro, especialista em recuperação de areas degradadas, tecnologias sociais ecológicas e planejamento de conversão agroecológica. Além disso é também professor da Faculdade Guarapuava e do Colégio Agrícola do Governo Estadual do Paraná, diretor de projetos do Instituto Rede RAMA, e diretor da empresa Terra Mãe Agrotecnologias, e também professor de pós-graduação em biotecnologia da Faculdade Campo Real. Ele analisou detalhadamente as informações já publicadas sobre o agroglifo, e também o relatório inicial produzido por A. J. Gevaerd. Também realizou análises do solo e das plantas colhidas no local, e redigiu um minucioso relatório.

AGROGLIFO NÃO FOI PRODUZIDO POR MÃOS HUMANAS

Entre os fatos e informações que o professor Emmanoel Sanchez apresenta, destaca-se: "O fenômeno do agroglifo de Prudentópolis, como ficou popularmente conhecido, não pode ter sido feito por ação mecânica. Entenda-se como ação mecânica a ação de trânsito com máquinas e equipamentos agrícolas, bem como pisoteio por animais ou pessoas". O relatório pode ser lido na íntegra no link apresentado abaixo ou clicando aqui, e comprova a autenticidade do agroglifo de Prudentópolis. Esses sinais nas plantações do sul do país se constituem o mais intrigante fenômeno surgido na Ufologia Brasileira nos últimos tempos, e o impressionante agroglifo de Prudentópolis será debatido com grande destaque no VII Fórum Mundial de Ufologia (IV UFOZ 2015), em Foz do Iguaçu, de 03 a 06 de dezembro.

#Nery

Fonte: ufo.com.br


sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Ciência descobre por quanto tempo permanecemos conscientes após a morte


Uma equipe de cientistas da Universidade de Southampton afirma ter descoberto por quanto tempo continua funcionando a consciência humana após a morte clínica.
Trata-se de um estudo realizado em grande escala, no qual participaram mais de 2 mil pessoas que já atravessaram a instância da morte clínica. Os resultados indicam que mais de 40% dos entrevistados estiveram conscientes durante todo o tempo em que estavam supostamente mortas.
Os cientistas conseguiram descobrir que, embora a pessoa esteja clinicamente morta, sua consciência continua funcionando em um intervalo que pode variar de 2 a 3 minutos. De todos os participantes do experimento, cerca de 150 foram capazes de lembrar as técnicas e os tratamentos de emergência que receberam para ser revividos.
Outros 330 participantes afirmaram ter regressado à vida após a morte clínica sem a ajuda dos médicos. Todos eles disseram ter atravessado a linha da morte tão claramente conscientes quanto estavam em vida.

Imagem: lassedesignen/Shutterstock.com



sexta-feira, 14 de agosto de 2015

'Monstro espaguete' que 'virou Deus' é encontrado de verdade pela primeira vez

Uma água-viva? Um peixe? Uma criatura nunca antes vista? Essa são questões que cientistas estão tentando desvendar após encontrar uma criatura nunca antes vista nas profundezas do Atlântico.

Flagrado na costa de Angola, ele ganhou o carinhoso apelido de “espaguete voador”, por conta de seus múltiplos tentáculos. Assim como a maioria dos seres que vivem nas profundezas, ele brilha bastante em seu habitat natural.

O mais curioso de tudo é que a descoberta foi feita exatamente dez anos após o animal “aparecer pela primeira vez”. Isso porque em 2005 o físico Bobby Henderson criou a Igreja do Monstro Espaguete Voador. As imagens da época impressionam pela semelhança.

A ideia de Henderson surgiu para que ele protestasse contra o ensino do criacionismo. De acordo com ele, o universo pode ser explicado de maneira completamente inteligente, sem a necessidade de um deus para explicar tudo.

                                                   Veja a imagem de 2005 e note a semelhança:



quarta-feira, 22 de julho de 2015

Uma Linda Loira Em Trajes Pouco Ortodoxos


Essa história até hoje é muito difundida entre os taxistas de Belo Horizonte. De um para outro, alguma coisa sempre é acrescentada, mas a história mais comum entre eles é a seguinte: Na avenida Afonso Pena, região do bairro Mangabeiras, uma linda loira em trajes pouco ortodoxos sinaliza a um táxi e pede para ser conduzida ao bairro Bonfim. Este bairro é bastante conhecido em BH, não por suas atrações turísticas, mas por um cemitério enorme, que se estende por vários quarteirões e pode ser visto de longe por moradores de bairros vizinhos. Enfim, a loira entra, se senta no banco de trás, dá um endereço ao taxista, que segue rumo ao destino pensando apenas na boa corrida que garfou. No caminho, tenta puxar conversa com a acompanhante, que responde pouco e fala muito em chegar logo em casa. Assim que o táxi entra na rua Bonfim (a principal rua do bairro), o carro se enche de um perfume muito forte de cravo. A loira passa a falar com uma voz diferente, melancólica, se mantendo sempre cabisbaixa e evitando respostas muito longas. Ao chegar no endereço, o taxista percebe que se trata da porta do Cemitério do Bonfim. Para seu terror, a passageira já se encontra fora do veículo, de costas, vestindo uma camisola longa desfeita em trapos, os cabelos desgrenhados e cheios de terra, caminhando rumo aos portões do cemitério. Se o taxista, por impulso, tenta descer atrás dela ou chamá-la, ela se vira e revela o rosto de uma morta, com olhos fundos e roxos, algodão nos ouvidos e nariz e marcas de pontos no pescoço descendo ao peito; a loira some logo depois e o taxista foge ou desmaia. Há quem diga que a loira seria uma das muitas prostitutas que atuam na região do Mangabeiras, nas imediações da avenida Afonso Pena, provavelmente morta por ali em seu "trabalho". Ou talvez estivesse tentando vender seu corpo num momento de desespero.

Fonte: lendasurbanasbrasileiras

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Teria uma “vela automotiva” sido encontrada em rocha de 500.000 anos?

Em 13 de fevereiro de 1961, Wallace Lane, Virginia Maxey e Mike Mikesell estavam procurando por amostras interessantes de minerais, especificamente geodos, para sua loja de presentes em Olancha, na Califórnia, EUA.
Sua procura por geodos os levou a aproximadamente 6 quilômetros ao noroeste de Olancha, a uns 1300 metros das Montanhas Coso, próximos do leito seco do Lago Owens, onde coletaram as amostras.  Eles retornaram à sua loja com vário geodos.
Contudo, nenhum deles tinha a mínima ideia do que iriam descobrir.
No próximo dia, Mike Mikesell quebrou uma lâmina enquanto estava cortando o que ele achava ser um geodo.  Dentro do objeto que ele estava cortando, Mikesell encontrou algo muito diferente do que uma típica cavidade de geodo.  Para sua surpresa, ele descobriu uma seção perfeitamente circular de um material branco e rígido, parecido com porcelana.


No eixo central deste cilindro de porcelana, estava um metal brilhante de 2 mm.  O metal parecia ser um imã, mas possuía outras qualidades estranhas.  Sua superfície era muito áspera e ele parecia estar coberto por cascas fossilizadas.
Além destes estranhos depósitos, ele também encontrou dois objetos metálicos não magnéticos encrostados, que pareciam como pregos metálicos e um anel. À medida que Mikesell analisava o objeto, ele encontrava coisas ainda mais estranhas.
A camada interna era hexagonal e parecia formar uma cobertura de porcelana rígida ao redor do cilindro.  Na parte exterior, uma camada muito deteriorada de cobre cercava o cilindro de porcelana.

Muito pouco se sabe sobre as primeiras inspeções do misterioso objeto.
De acordo com Virginia Maxey, eles consultaram um geólogo, o qual pediu para não ser identificado.  De acordo com este misterioso geólogo, a peça levaria 500.000 anos para alcançar seu formato atual.
Assim, o que estaria algo similar à uma vela automotiva fazendo dentro de uma rocha de pelo menos meio milhão de anos?
O objeto foi submetido para mais testes, que confirmam as anomalias do mesmo, sendo este submetido a testes de raio-X e de luz visível.  O teste de raio-X revelou que na metade superior do objeto havia algum tipo de mola.
Na outra metade do artefato parecia ter um cilindro de metal, presumivelmente feito de cobre, cobrindo o cilindro de porcelana.

Em 1963, o estranho objeto foi apelidado de “O Artefato de Coso” e foi exibido no Museu do Leste da Califórnia, na cidade de Independence, por um período de três meses.
Então, por anos ele foi exibido no lar de Wallace Lane, um dos três descobridores originais do misterioso artefato de 500 mil anos. Em 1969, Wallace Lane recebeu uma oferta de US$ 25.000 pelo misterioso objeto, mas recusou vendê-lo.

Ainda hoje, o Artefato de Coso permanece um mistério. Ele é um objeto que parece ter sido perdido, bem como outros artefatos descobertos no passado, que fornecem novos desafios para os livros de história, tal como a conhecemos.
Quem fabricou este artefato e qual seria o seu propósito provavelmente permanecerá um mistério, a não ser que o objeto seja encontrado, para que os pesquisadores possam o analisar de forma mais completa.



segunda-feira, 13 de julho de 2015

Moradores de Quixadá (CE) afirmam ter feito contatos com extraterrestres

Globo Repórter foi até a cidade e ouviu depoimentos impressionantes. Equipe também participou de jornada de observação do céu durante a noite.


Quixadá poderia ser mais uma cidade igual a tantas outras do interior do Brasil, não fossem as estranhas formações rochosas. Elas têm o nome de monólitos – o que significa "pedra única". Montanhas de rocha que brotam na paisagem. A equipe do Globo Repórter foi até lá para conhecer um povo que observa estrelas, vê luzes que viajam pelo espaço.

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Gente que conta histórias de seres extraterrestres, que descreve viagens em naves espaciais.
Os relatos ufológicos de Quixadá provam que é um lugar único, como as pedras da paisagem. Quem vai a Quixadá não pode ter pressa. O calor do sertão é implacável, até mesmo no inverno. Mas todos ficam atentos.

Pequenas estradas de terra, quase sempre desertas, já teriam testemunhado acontecimentos extraordinários que entraram pra história de Quixadá.
Moradores de Quixadá contam suas experiências com extraterrestes
Seu Leonardo é filho do Seu Barroso, que teria sido abduzido por extraterrestres em 1976. É o caso mais famoso de Quixadá. Seu Barroso, pai de Leonardo, ia pela estrada às 4h30. A família conta que, no caminho até a fazenda, ele foi atingido por uma luz intensa que veio do céu.
“O calor foi tão grande que a pele dele queimou, como fosse queimado de fogo”, conta o comerciante Leonardo Barroso.
Quando voltou para casa, apenas deu tempo de contar para a família o que tinha acontecido. Depois a mente ficou confusa. E ele nunca mais se recuperou.
Globo Repórter: Durante quantos anos ele ficou mal?
Leonardo Barroso, comerciante: Na cama? No qual ele perdeu a mente? Dezessete anos. Eu tinha um emprego em São Paulo, que eu deixei lá pra vir cuidar dele.
Globo Repórter: E o que os médicos disseram?
Leonardo Barroso: Os psiquiatras? Que a mente dele tava apagada. Veio médico até de Portugal pra examinar ele. É como ele disse, apagou-se.
Leonardo teve que cuidar dos negócios do pai. Virou chefe da família aos 24 anos de idade. E culpa os extraterrestres por isso.
Globo Repórter: E o senhor acha que eles fizeram mal a seu pai?
Leonardo Barroso: É claro. A pessoa normal, ele comprava, vendia, trocava. Fazia tudo.
Seu Leonardo acredita que a luz que atingiu o pai é a mesma que ele ainda hoje vê cruzando os céus de Quixadá.
Em uma loja especializada em consertar eletrodomésticos. É no ambiente, extremamente concreto, que a gente ouve um emaranhado de histórias. E percebe que a vida do Bob mais parece um filme de ficção.
Bob ganha a vida consertando equipamentos quebrados. Diz que há 35 anos faz contato com seres que dominam tecnologias bem mais sofisticadas.
Robisson Alencar, comerciante: Segundo eles disseram, Quixadá depois do planeta deles é o lugar mais importante para eles, porque, eles me falaram que Quixadá é um núcleo, um centro, do qual eles têm o portal mais forte, é aqui. E tem algumas espécies de minério, que eu acredito, eles têm interesse, como urânio, esmeralda verde, esmeralda preta, e os monólitos em si, forma um círculo de pedra, como se um ninho. E aquele ninho gera uma força magnética muito forte. Aí é o caminho no qual eles escolheram Quixadá.
Globo Repórter: Quem são eles?
Robisson Alencar: Eles são de todas as galáxias. São anos luzes daqui. Nós temos vários, nosso sistema solar, Marte, Júpiter, Plutão. A maioria deles são habitados.
Bob não explica como se comunica com os extraterrestres, mas na cidade é considerado uma autoridade no assunto. Chamado até de ufólogo.
“A minha missão aqui é acompanhar os seres, os abduzidos, para que eles entendam o que está acontecendo com eles”, diz Robisson.
Abduzido, na linguagem ufólogica, é alguém que teria sido levado por seres de outros planetas e depois devolvido à terra. É o caso de Geovanne, que diz ter viajado pelo espaço 19 vezes. E garante que os extraterrestres salvaram a vida dele no dia em que deu um salto errado no açude do cedro.
“Em vez de eu parar, olhar e pular, eu fiz carreira. Eu me aproximei mais, olhei e corri. Quando eu Perdi a consciência e me afoguei. Debaixo d’água, eu vi quatro pessoas de um metro de altura, a cor azul, cabeça grande. Me abraçaram. Quando me tornaram pra cima da água, eles abraçados junto comigo já se passavam mais de dez minutos eu debaixo d’água. Eles me salvaram”, conta o comerciante Geovanne Arruda Martins.
E não foi uma vez só. Num outro domingo, quando se divertia com os amigos ...
“Quando eles olharam pra baixo, tinha uma luz em cima de mim. Uma luz muito forte. E quando eles retornaram a luz, já tinha apagado e eu não estava mais lá sentando em cima da pedra”, conta Geovanne.
Durante nove horas ficou desaparecido.
“O que eu me lembro, tinha pessoas mexendo muito no meu rosto. Mexendo no meu corpo”, ele conta.
Geovanne revela que, depois desse dia, começou a enxergar melhor. Hoje o grau das lentes que usa nos óculos diminuiu.
Globo Repórter participa de jornada de observação do céu de Quixadá
A equipe do Globo Repórter foi convidada a participar de uma das muitas jornadas de observação do céu de Quixadá. É um momento muito especial para quem acredita em vida extraterrestre, num lugar conhecido como santuário e o grupo acompanhado pela equipe vai fazer uma vigília, vai observar o céu à espera de um contato. E o major Welliston é quem coordena a vigília.
O grupo faz uma espécie de relaxamento. As horas passam, e a equipe do Globo Repórter vê apenas nuvens e uma linda noite estrelada. No dia seguinte, ouvem o relato de Eleane, uma mulher que fez a mesma vigília, no outro lado da cidade.
Família inteira afirma já ter tido contato com extraterrestres
Emílio, marido de Eleane, fala com paixão e um bocado de convicção de algo que viu na Serra Azul, bem atrás da casa. E quando a turma se reúne para jantar, o assunto logo toma conta da mesa. Emílio conta que teve seu primeiro ‘avistamento’ há menos de dois anos. Desde então, a família toda enxerga parecido.
Globo Repórter: Tem muito isso, não é? Quando um vê, aqui na sua família é o caso, quando um vê, o outro também vê, reforça a crença de que aquilo é de verdade.
Emílio Carlos Alves Moreira, arquiteto: É porque é muito concreto. Não é coisa de conto, fantasia. Não é uma coisa que você conta e aumenta, a história vai passando não. Não, todo mundo tá vendo. Se reúne aqui, quando um vê, um chama o outro, reúne oito, dez pessoas aqui, todo mundo vê.
Globo Repórter: Do jeito que vocês riem, que vocês acham graça das histórias, vocês também choram, vocês se apavoram? Como é que é a reação de vocês?
Regiane Matos, professora: É, é apavorante. Tem horas que a gente fica assim, assustada.
Parece que só a equipe do Globo Repórter não conseguiu fazer contato em Quixadá. Até na hora que já estavam prontos para deixar a cidade, uma surpresa: desta vez, o relato não veio de nenhum morador, mas de uma família de turistas que afirma ter visto um disco voador e que gravou as imagens.
O vídeo mostra a imagem gravada pelos turistas. Balão meteorológico? Ilusão de ótica? O Globo Repórter levou a imagem dos turistas para um especialista. O ufólogo e perito criminal Toni Inajar Kurowski está acostumado a analisar vídeos de objetos voadores não identificados.
“O equipamento que foi utilizado é um equipamento muito simples e isso traz uma série de defeitos na coleta, na captura dessa imagem. Começa pela intensidade luminosa, que a própria câmera se auto ajusta, então ela cria nessa imagem o que a gente chama de ruídos eletrônicos. Além disso, por focalizar um objeto contra o céu escuro à noite, a câmera também tem dificuldade de focalização, então o objeto aparece desfocado. Enfim essa é uma filmagem que não me dá elementos pra poder chegar a uma conclusão”, diz Toni Kurowski.
Não conseguimos uma resposta, mas relatos de misteriosas aparições no céu de Quixadá estão registrados até no Arquivo Nacional.
Descobrir os segredos do espaço atrai os cientistas e todos nós. A agência espacial americana acredita que pode encontrar os primeiros sinais de vida em outros planetas já na próxima década. Não seres inteligentes, iluminados que viajam em naves coloridas pelas galáxias, e sim seres microscópicos: algas, fungos talvez. Mas, por outro lado, Quixadá é prova sim, prova de que ninguém fica satisfeito com a falta de resposta para os grandes mistérios do universo.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Casal escocês captura figura verde assustadora na câmera em Aberdeenshire + luzes no céu em Grampian

GARY e Amanda Linney viu a estranha figura fugir da sua casa de campo em Aberdeenshire como eles estavam experimentando uma nova câmera conseguiram registra a tal figura. ("Aconteceu em 14 de outubro de 2012")

Amanda Linney pegou uma luz incomum com sua câmera.

Um casal atordoado ontem contou como sua nova câmera para registra imagens de um homem verde assustador em sua casa.

Gary e Amanda Linney disse que a figura estranha foi flagrada fugindo de sua casa.

Poucos dias depois surgiu outra família que alegou ter filmado um UFO flutuando acima de sua casa cerca de 25 milhas de distância.



O ex-policial Gary, disse que não havia explicação para a figura.

Ele disse: "Parece que o homem verde . Simplesmente se espalhou para dentro da superfície na estrada "atinjiu diferentes lados, espalhar-se".

"Se você olhar de perto, você pode ver à frente. É muito surreal. Eu era um policial e um piloto há 20 anos e nunca vi nada como isso antes. "

Os proprietários do hotel Gary e Amanda, de Collieston, Aberdeenshire, tentou recriar a imagem, mas desde então não viram mas a luz estranha .

Mas eles disseram que não estavam assustados com as imagens, depois de experimentar uma série de acontecimentos paranormais na casa de Slains Estate.



Homenzinho verde foto de Amanda Linney.

Pai de três filhos Gary disse: "Este não foi um reflexo. Vivemos em duas casas antigas e os meus filhos têm visto orbs flutuando e ouvindo passos. Acontece geralmente em torno da escada. "

Amanda, de 45 anos, disse que a equipe do seu hotel - que também pensa ser assombrado - sugeriu que a figura pode ser fantasmagórica.

Ela disse: "Eu não tenho idéia do que era. Temos usado a mesma configuração, em fotos tiradas no mesmo local e em diferentes locais e nada apareceu novamente.

"Nós temos experimentado um monte de coisas estranhas desde que o mistério assumiu o lugar, Os funcionários pensam que algo assustador tinha me seguido para casa naquela noite."

Na semana passada, Morag Ritchie, de Fraserburgh - Aberdeenshire, contou como foi acordado no meio da noite por luzes piscando do lado de fora de sua casa.

As 50 anos de idade Morag Ritchie, conta que vários membros de sua família viu um OVNI. Sua filha Ciara, noiva de Scott Bower, filmou em seu telefone luzes no céu.

Um porta-voz do Ministério da Defesa não poderia explicar o avistamento da Polícia de Grampian, disse que não houve relatos de luzes no céu.

Investigador paranormal escocês Malcolm Robinson está agora a rever a filmagem.

 Morag Ritchie disse: "Essa área tem uma das mais altas concentrações de relatos de OVNIs no Reino Unido, particularmente a cidade toda de Aberdeenshire Muchalls tem . "

Fonte: daily record



terça-feira, 9 de dezembro de 2014

O sinistro túnel de Lefortovo na Rússia

Existe um túnel na Russia que tem um número de acidentes exorbitantes.O TÚNEL Lefortovo, de 3.150 metros, é o túnel mais longo dentro de uma cidade no mundo inteiro. Ele é apelidado de “TÚNEL DA MORTE”.  Para identificar as possíveis causas dos acidentes, a engenharia de trafego decidiu colocar uma câmera de vigilância para iniciar algumas manobras e reduzir o número de acidentes. Porém, o que eles filmaram é um tanto… como podemos dizer… bizarro ao extremo. Confira o que acontece aos 0:57 de vídeo.







O túnel de Lefortovo está localizado em Moscou, capital da Rússia e tem mais de 3,150 metros de extensão sendo considerado um dos túneis mais longos do mundo. Ele foi inaugurado em 2003 e tem o apelido de “túnel da morte” devido ao elevadíssimo número de acidentes que acontecem dentro dele.
Foram instaladas câmeras dentro do túnel e uma série de hipóteses já foram levantadas para tentar explicar porque tantos acidentes ocorrem no local. Uma das teorias mais válidas é que a água do rio Yauza, localizado nas proximidades, infiltra e forma uma fina camada congelada sobre a pista durante o rigoroso inverno russo, tornando-a escorregadia.

Mas... Em uma das gravações acontece um acidente bastante estranho. Aos 58 segundos do vídeo abaixo um caminhão parece se materializar do nada em sentido contrário causando uma grave colisão. Não sei explicar o que aconteceu ali. Algumas pessoas acham que o túnel foi construído no mesmo local onde ocorre uma falha dimensional ou vortex como chamam outros. Dessa forma o caminhão em sentido contrário teria atravessado um buraco de minhoca (uma hora falaremos deles aqui) e se materializado dentro do túnel de Lefortovo. Explicação bastante exótica, já que apesar de serem teoricamente possíveis, os buracos de minhoca ainda não foram comprovados pela ciência.




Uma explicação mais simples é que talvez exista uma pista paralela em sentido contrário que não está sendo filmada. O caminhão (curiosamente parecido com o primeiro) pode ter atravessado a parede que separa as pistas. Mas não deixa de ser algo curioso, fiquei pensando: Será que o motorista morreu ou ficou em coma? Ele melhor do que ninguém poderia esclarecer o que teria acontecido, mas certamente se ele falasse que outro caminhão simplesmente "se materializou" na frente dele ou "apareceu do nada" seria internado em alguma clínica psiquiátrica para se tratar.