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sexta-feira, 14 de agosto de 2015

'Monstro espaguete' que 'virou Deus' é encontrado de verdade pela primeira vez

Uma água-viva? Um peixe? Uma criatura nunca antes vista? Essa são questões que cientistas estão tentando desvendar após encontrar uma criatura nunca antes vista nas profundezas do Atlântico.

Flagrado na costa de Angola, ele ganhou o carinhoso apelido de “espaguete voador”, por conta de seus múltiplos tentáculos. Assim como a maioria dos seres que vivem nas profundezas, ele brilha bastante em seu habitat natural.

O mais curioso de tudo é que a descoberta foi feita exatamente dez anos após o animal “aparecer pela primeira vez”. Isso porque em 2005 o físico Bobby Henderson criou a Igreja do Monstro Espaguete Voador. As imagens da época impressionam pela semelhança.

A ideia de Henderson surgiu para que ele protestasse contra o ensino do criacionismo. De acordo com ele, o universo pode ser explicado de maneira completamente inteligente, sem a necessidade de um deus para explicar tudo.

                                                   Veja a imagem de 2005 e note a semelhança:



Após sequenciar genoma de polvos, cientistas dizem que animais são 'aliens'

A humanidade passou anos procurando vida extraterrestre quando ela estava, na verdade, dentro de nosso planeta. Pelo menos é que acreditam alguns pesquisadores dos Estados Unidos e do Reino Unido. Para eles, os polvos são alienígenas — ou quase isso. As informações são do Metro UK.

Um trabalho da Universidade de Chicago conseguiu fazer a primeira sequência completa do genoma dos polvos, mostrando que eles são totalmente diferentes de quaisquer outros animais. Com nível de complexidade incrível, eles tem 33 mil genes codificadores de proteínas.

“O zoólogo britânico Martin Well disse certa vez que o polvo é um alienígena. Bem, nesse sentido, então, nosso trabalho descreveu o primeiro genoma sequenciado vindo de um alien. Eles são extremamente complexos mesmo”, brincou Clifton Ragsdale, pesquisador que comandou a pesquisa em Chicago.

Brincadeiras à parte, a pesquisa pode ser crucial para mostrar o porquê dos polvos serem tão diferentes dos outros animais — até mesmo dos moluscos. Com cérebro gigante, oito tentáculos e realizações de feitos como abrir potes de geleias, os polvos estão na lista dos animais que mais intrigam os cientistas atualmente.

fonte: br.noticias.yahoo.com

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Aparição de homem lagarto apavora EUA e vira assunto de TV

Uma intrigante criatura deixou moradores da Carolina do Sul, nos Estados Unidos, de cabelos em pé. Identificado como ‘Homem Lagarto’, ele foi flagrado por uma mulher no quintal de sua casa no dia 2 de agosto e, desde então, virou temática de discussão no país todo — até em redes de televisão.
A primeira lembrança das redes de televisão é que aquele local é conhecido pela aparição de muitas criaturas bizarras. Foi por lá, por exemplo, que recentemente um homem flagrou um suposto chupa-cabras em sua propriedade. A temática, é claro, virou piada na boca dos mais céticos.
Há, porém, uma lenda antiga que fala de um animal exatamente igual ao que foi flagrado na Carolina do Norte. Em 1988, um homem estava consertando seu carro à beira da estrada quando afirmou ver um lagarto de mais de dois metros de altura andando como um bípede. Desde então, dezenas de aparições do Homem Lagarto foram relatadas.
A questão é que, em nenhum dos casos, as imagens eram tão claras quanto no caso atual. Os céticos lembram que, é claro, pode se tratar apenas de uma pessoa fantasiada querendo causar o pânico, Mas essa é a primeira vez que o Homem Lagarto, lenda local, aparece de vez e não apenas em imagens que mostram apenas um vulto com seu formato.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Confirmada a lenda de que a Atari enterrou cartuchos de E.T no deserto


Uma das lendas mais famosas e interessantes do mundo dos games finalmente foi confirmada: em 1983, a Atari realmente enterrou os cartuchos não vendidos do jogo E.T - O Extraterrestre em um aterro no estado do Novo México. A história foi confirmada por uma equipe de documentaristas do recém-formado Xbox Entertainment Studios, que está produzindo um documentário exclusivo para o Xbox One sobre esta lenda.
Segundo informações do site IGN, o documentário está sendo dirigido por Zack Penn, roteirista dos filmes Os Vingadores e X-Men 2. Segundo o diretor, ninguém ali tinha certeza de que encontraria os tais cartuchos de E.T. "Além de lixo, nós não tínhamos ideia do que iríamos encontrar. Acho que isso é o mais emocionante, não saber o que tinha lá embaixo até começar a cavar", disse o diretor.

A decisão de sumir com os cartuhos de E.T se deve ao fracasso comercial e críticas negativas que o jogo obteve na época, sendo considerado uma das piores produções do mundo dos games. Apesar de ter gastado uma boa quantidade de dinheiro para adquirir os direitos sobre o filme na época, o game da Atari não possuía nenhum dos elementos visto nos cinemas e tinha uma jogabilidade tão ruim que era considerado impossível de ser jogado.

Na época do descarte do jogo diversos jornais chegaram a divulgar que a Atari estaria enterrando os cartuchos, porém a empresa negou a história e disse que o descarte era apenas de material com defeito e que não havia como consertar. A estimativa é de que tenham sido enterrados cerca de 3,5 milhões de cartuchos de E.T que não foram vendidos, sendo que muitos deles ainda estão em bom estado, com as caixas intactas contendo o manual e o cartucho.

Confira tudo no vídeo abaixo:

Fonte: canaltech

Uma Linda Loira Em Trajes Pouco Ortodoxos


Essa história até hoje é muito difundida entre os taxistas de Belo Horizonte. De um para outro, alguma coisa sempre é acrescentada, mas a história mais comum entre eles é a seguinte: Na avenida Afonso Pena, região do bairro Mangabeiras, uma linda loira em trajes pouco ortodoxos sinaliza a um táxi e pede para ser conduzida ao bairro Bonfim. Este bairro é bastante conhecido em BH, não por suas atrações turísticas, mas por um cemitério enorme, que se estende por vários quarteirões e pode ser visto de longe por moradores de bairros vizinhos. Enfim, a loira entra, se senta no banco de trás, dá um endereço ao taxista, que segue rumo ao destino pensando apenas na boa corrida que garfou. No caminho, tenta puxar conversa com a acompanhante, que responde pouco e fala muito em chegar logo em casa. Assim que o táxi entra na rua Bonfim (a principal rua do bairro), o carro se enche de um perfume muito forte de cravo. A loira passa a falar com uma voz diferente, melancólica, se mantendo sempre cabisbaixa e evitando respostas muito longas. Ao chegar no endereço, o taxista percebe que se trata da porta do Cemitério do Bonfim. Para seu terror, a passageira já se encontra fora do veículo, de costas, vestindo uma camisola longa desfeita em trapos, os cabelos desgrenhados e cheios de terra, caminhando rumo aos portões do cemitério. Se o taxista, por impulso, tenta descer atrás dela ou chamá-la, ela se vira e revela o rosto de uma morta, com olhos fundos e roxos, algodão nos ouvidos e nariz e marcas de pontos no pescoço descendo ao peito; a loira some logo depois e o taxista foge ou desmaia. Há quem diga que a loira seria uma das muitas prostitutas que atuam na região do Mangabeiras, nas imediações da avenida Afonso Pena, provavelmente morta por ali em seu "trabalho". Ou talvez estivesse tentando vender seu corpo num momento de desespero.

Fonte: lendasurbanasbrasileiras

terça-feira, 21 de julho de 2015

Cientistas brasileiros a um passo da telepatia

Em seu estudo, Guerrer vai verificar o rigor científico da telepatia colocando pessoas para interferir num objeto com o poder da mente.Em suas pesquisas, Miguel Nicolelis e Gabriel Guerrer estão perto de algum tipo de comunicação telepática.

De um lado, a neurociência de Miguel Nicolelis. Do outro, a Física Quântica de Gabriel Guerrer. Cada um a seu modo, ambos estão próximos de algum tipo de telepatia humana. Em seu laboratório na Universidade de Duke, nos Estados Unidos, Nicolelis desenvolveu o primeiro computador do mundo formado por uma rede de cérebros. Já Guerrer vai testar se o poder da mente, puro e simples, pode interferir em um objeto, sem que haja alguma interação entre ambos por meios materiais.
Conhecido pelo desenvolvimento do exoesqueleto que deu o chute inicial da Copa do Brasil, em 2014, Nicolelis dedica seus estudos à Interação Cérebro-Máquina (ICM). São computadores “híbridos”, metade máquina, metade cérebro.

Em dois estudos publicados na revista Scientific Reports, em 9 de julho deste ano, o Nicolelis Lab (laboratório que coordena nos EUA) relata experiências de “brainets”, redes de cérebros, em uma tradução literal. São os primeiros ICM da história que integram o cérebro de mais de um indivíduo. No teste, macacos e ratos foram conectados por um chip para executar uma mesma atividade motora, de forma simultânea.
Os primatas receberam implantes de microeletrodos, são como “chips” que medem a atividade cerebral. Especificamente, dos neurônios corticais, localizados no córtex, área responsável por funções complexas do cérebro.
Em um experimento, dois macacos ficaram em salas separadas, observando a mesma imagem de um braço virtual bidimensional. O objetivo deles era mover o membro para atingir um alvo, no canto da tela. Cada um ficou responsável por movê-lo em uma direção (na largura, eixo X, ou altura, eixo Y). Significa que para atingir o alvo, eles precisavam sincronizar os cérebros, para mover os dois eixos simultaneamente.
Em outro teste, foram monitoradas as atividades de 700 neurônios em três macacos diferentes. Desta vez, o braço virtual foi disposto em um espaço tridimensional (além dos dois eixos anteriores, foi incluída a profundidade), e cada bicho ficou responsável por duas funções distintas.
Neste caso, a brainet só foi bem-sucedida quando pelo menos dois dos macacos eram capazes de sincronizar seus cérebros. Os pesquisadores constataram que, conforme os macacos ganhavam prática, sua performance evoluía. Além disso, perceberam que os cérebros dos animais sofreram “alterações plásticas” para permitir um aumento de sincronia. É como se eles se adaptassem para funcionar em rede.
Em outro estudo, também publicado na Scientific Reports, o Nicolelis Lab testou a eficácia das brainetsem ratos. Pares de roedores foram conectados, e estas interfaces cérebro-cérebro (CCI) foram integradas, comprovando a eficácia das brainets em grupos maiores de animais. Em alguns casos, as redes tiveram performance superior à de um animal, individualmente. É como se a brainet criasse um super-cérebro.

Aplicabilidade

A ideia de um computador metade humano, metade máquina pode fazer brilhar os olhos de fãs de ficção científica. Mas o trabalho de Nicolelis está mais no campo da medicina de ponta do que da inteligência artificial.
Uma versão “não invasiva” das brainets está sendo desenvolvida para teste em humanos, em conjunto pelo Projeto Andar de Novo. Com base em São Paulo, o consórcio é o mesmo responsável pela pesquisa do exoesqueleto da Copa do Mundo. Na prática, a rede de cérebros pode ser aplicada na neuro-reabilitação de pacientes com alto grau de paralisia corpórea.
Em entrevista ao jornal britânico The Guardian, Nicolelis deu como exemplo que um paciente que sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) poderia ter seu cérebro conectado diretamente com a área relativa à linguagem de um paciente saudável. Desta forma, a recuperação seria acelerada.

Física quântica

Em outro estudo, ainda não realizado, o físico quântico Gabriel Guerrer vai desenvolver um trabalho pioneiro em território nacional, em que verifica o rigor científico da telepatia.
Vinculado ao Laboratório de Psicologia Anomalística e Processos Psicossociais (Inter Psi), da Universidade de São Paulo (USP), o trabalho consiste em convidar pessoas a observarem um laser, que fica isolado de vibrações e ruídos eletromagnéticos. Os participantes devem alternar entre o estado de relaxamento e de atenção dirigida. Ou seja, tentar interferir no objeto com o “poder da mente”.
Em termos técnicos, consiste no estudo da “ontologia das interações consciência-matéria”. A parte empírica da pesquisa será feita em um laboratório da Física. Ainda não há data para os testes (a pesquisa em si foi aprovada, mas seu financiamento ainda não). A versão original do estudo foi desenvolvida pelo pesquisador Dean Radin, do Instituto de Ciências Noéticas (IONS), fundado pelo astronauta Edgar Mitchell (do Apolo 14).
A pesquisa consiste em uma nova etapa na carreira de Guerrer, que já navegou entre o principal acelerador de partículas de mundo – da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (CERN) – e as experiências místicas. Filho prodígio da Universidade Federal do Paraná (UFPR), hoje ele se dedica a dar cursos para leigos sobre o mundo quântico.

A Física e a consciência


A relação entre telepatia e o estudo das partículas subatômicas remonta aos primórdios da Física Quântica, nos anos 1940, quando cientistas apontaram que pode haver algo além da matéria interferindo nas leis da Física. Seriam os primeiros indícios da consciência.
Em uma ciência que pode ser usada tanto para produção de lasers e equipamentos médicos quanto para falar da relação com o mundo do além, em comum há uma linguagem matemática. A diferença está em suas interpretações.
Mas há alguns consensos. Um deles é o de que as partículas elementares, que compõe o átomo, funcionam de “modo quântico”, com suas próprias leis de funcionamento, quando não são observadas. Mas basta inserir um expectador que elas passam a agir do modo “clássico”, conforme os preceitos da Mecânica, Elétrica, Termodinâmica e companhia.
Outra noção disseminada entre as linhas é a do “emaranhamento”, a ideia de que as partículas guardam memórias entre si. Funciona assim: quando duas coisas quânticas (elétrons, fótons) entram em contato, por mais que elas se afastem no espaço, guardam uma conexão entre si. É como se continuassem sendo uma unidade.
A consciência, portanto, pode ser vista como um “campo”, assim como é com a matéria. O físico Gabriel Guerrer compara com o sinal de uma televisão. “Ela não produz, e sim recebe e decodifica. Podemos passar a olhar a nossa experiência assim, e de que a fonte que está transmitindo isso [a consciência] seria uma só”. Seria o pulo do gato na relação entre os estudos quânticos e o misticismo.
A telepatia e a psicocinese, portanto, poderiam ocorrer quando um indivíduo desenvolve a capacidade de acessar este campo da consciência de alguma forma, com algum propósito. Comprovar seus indícios científicos, como a pesquisa de Guerrer pretende, pode indicar que “há algo por trás dos bastidores, do espaço e do tempo, por um lugar que a gente não está vendo”.
Mas isto não significa uma “prova científica” de que a telepatia existe. Até porque a ciência por trás do negócio consiste no estudo de coisas muito pequenas, elétrons, fótons, e disso para o funcionamento do lado desconhecido da mente seria um pulo muito grande. Mas, nas palavras de Guerrer: “o que é interessante é que a Física Quântica não proíbe a questão da telepatia. Diferente da Física Clássica, que proibiria”.



segunda-feira, 20 de julho de 2015

Teria uma “vela automotiva” sido encontrada em rocha de 500.000 anos?

Em 13 de fevereiro de 1961, Wallace Lane, Virginia Maxey e Mike Mikesell estavam procurando por amostras interessantes de minerais, especificamente geodos, para sua loja de presentes em Olancha, na Califórnia, EUA.
Sua procura por geodos os levou a aproximadamente 6 quilômetros ao noroeste de Olancha, a uns 1300 metros das Montanhas Coso, próximos do leito seco do Lago Owens, onde coletaram as amostras.  Eles retornaram à sua loja com vário geodos.
Contudo, nenhum deles tinha a mínima ideia do que iriam descobrir.
No próximo dia, Mike Mikesell quebrou uma lâmina enquanto estava cortando o que ele achava ser um geodo.  Dentro do objeto que ele estava cortando, Mikesell encontrou algo muito diferente do que uma típica cavidade de geodo.  Para sua surpresa, ele descobriu uma seção perfeitamente circular de um material branco e rígido, parecido com porcelana.


No eixo central deste cilindro de porcelana, estava um metal brilhante de 2 mm.  O metal parecia ser um imã, mas possuía outras qualidades estranhas.  Sua superfície era muito áspera e ele parecia estar coberto por cascas fossilizadas.
Além destes estranhos depósitos, ele também encontrou dois objetos metálicos não magnéticos encrostados, que pareciam como pregos metálicos e um anel. À medida que Mikesell analisava o objeto, ele encontrava coisas ainda mais estranhas.
A camada interna era hexagonal e parecia formar uma cobertura de porcelana rígida ao redor do cilindro.  Na parte exterior, uma camada muito deteriorada de cobre cercava o cilindro de porcelana.

Muito pouco se sabe sobre as primeiras inspeções do misterioso objeto.
De acordo com Virginia Maxey, eles consultaram um geólogo, o qual pediu para não ser identificado.  De acordo com este misterioso geólogo, a peça levaria 500.000 anos para alcançar seu formato atual.
Assim, o que estaria algo similar à uma vela automotiva fazendo dentro de uma rocha de pelo menos meio milhão de anos?
O objeto foi submetido para mais testes, que confirmam as anomalias do mesmo, sendo este submetido a testes de raio-X e de luz visível.  O teste de raio-X revelou que na metade superior do objeto havia algum tipo de mola.
Na outra metade do artefato parecia ter um cilindro de metal, presumivelmente feito de cobre, cobrindo o cilindro de porcelana.

Em 1963, o estranho objeto foi apelidado de “O Artefato de Coso” e foi exibido no Museu do Leste da Califórnia, na cidade de Independence, por um período de três meses.
Então, por anos ele foi exibido no lar de Wallace Lane, um dos três descobridores originais do misterioso artefato de 500 mil anos. Em 1969, Wallace Lane recebeu uma oferta de US$ 25.000 pelo misterioso objeto, mas recusou vendê-lo.

Ainda hoje, o Artefato de Coso permanece um mistério. Ele é um objeto que parece ter sido perdido, bem como outros artefatos descobertos no passado, que fornecem novos desafios para os livros de história, tal como a conhecemos.
Quem fabricou este artefato e qual seria o seu propósito provavelmente permanecerá um mistério, a não ser que o objeto seja encontrado, para que os pesquisadores possam o analisar de forma mais completa.