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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Megatsunami ocorrido há 73 mil anos poderá voltar a qualquer momento


Muitas pessoas sugerem que a separação das águas do Mar Vermelho não foi obra de Moisés, mas sim o efeito de um tsunami; enquanto outros afirmam que não pode ter existido uma onda com essas dimensões e potência. Porém, pesquisadores da Universidade Columbia estudaram um fenômeno parecido que poderá dar respaldo científico à hipótese.

Estranha criatura é encontrada no Paraguai

Bombeiros no Paraguai encontraram um corpo de uma criatura em estado de decomposição, o qual não pôde ser identificado.  Em se tratando de América do Sul, a primeira reação foi “Chupacabra!” mas outras pessoas pensaram que poderia ser um alienígena, ou um novo tipo de criptídeo paraguaio. O que seria?

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Funcionários da CIA falam sobre a Área 51 em evento

Painel reuniu funcionários da agência de Inteligência, que afirmaram não haver segredos, nem interesse da corporação nos UFOs


Em 09 de outubro último, no Museu Nacional de Testes Atômicos, no estado norte-americano de Nevada, foi realizado um painel de discussões com funcionários da Agência Central de Inteligência (CIA). Entre os assuntos abordados estava a Área 51, mais famosa base secreta militar do mundo, e como habitual, nenhuma posição clara foi apresentada. O principal historiador da agência, Dr. David Robarge, afirmou: "Não posso confirmar ou negar quais segredos podem estar sendo mantidos ocultos".

David Robarge realizou um trabalho para a CIA 9 anos atrás, providenciando a desclassificação de documentos secretos a respeito de aeronaves que a agência testou na Área 51. Além dele, outro participante do evento foi T. D. Barnes, especialista em radar que trabalhou para a agência na base secreta por anos, e auxiliou o trabalho de desclassificação com fotos e documentos, mostrando o trabalho que levou, em última instância, ao fim da Guerra Fria. Barnes comentou, a respeito dos métodos de manutenção de segredos, que sequer sua esposa sabia onde ele trabalhava: "Se você não tem necessidade de saber, você está fora". Foi comentado o interesse da CIA pelos UFOs, especialmente diante da crescente onda de avistamentos por volta de 1952, que fez a agência convocar o Painel Robertson.


Este chegou à conclusão de que os UFOs não ameaçavam a segurança nacional, mas seus inúmeros informes sim, o que legou a agência a acobertar e desmistificar os avistamentos. Por muitos anos seu interesse no assunto foi negado, mas por fim a CIA foi forçada a admiti-lo, diante de documentos recentemente liberados. Um dos presentes perguntou a Robarge se a agência ainda estuda os UFOs, e ele negou, afirmando que muitos dos informes entre os anos 50 e 60 eram ocasionados por avistamentos de aviões espiões, como o U-2 e o SR-71. Robarge mencinou um documento escrito pela CIA há alguns anos, no qual está destacado que 75% dos voos de teste estavam relacionados a avistamentos de UFOs. Contudo, o veterano pesquisador e físico Bruce Maccabee, que trabalhou por anos para a Marinha norte-americana, classificou essa alegação como ridícula.

LONGO HISTÓRICO DE MENTIRAS

Quando a CIA fez as primeiras alegações nesse sentido, Bruce Maccabee fez um trabalho ao alcance de qualquer jornalista, checando os números. Ele descobriu que o número de avistamentos não era diferente antes ou depois de 01 de agosto de 1955, data do primeiro voo do Lockheed U-2. Em um livro que lançou recentemente, Maccabee comprova que os avistamentos ocorriam em muito maior número nos anos anteriores à entrada em serviço do U-2, e mesmo do SR-71. Além disso, aponta o fato evidente de que nenhuma dessas aeronaves se parece com um disco voador, ou tem similar comportamento. Os relatos de UFOs continuaram ocorrendo após a retirada dos dois tipos do serviço, e Maccabee aponta que novamente a CIA acoberta a verdade em nome de seus próprios interesses. Finalmente, outros membros da audiência perguntaram a Robarge se a CIA encorajava a crença de que os aviões espiões eram confundidos com UFOs. O pesquisador respondeu que a agência não tinha permissão de fazer isso, mas tampouco desencorajava tais especulações.

Fonte: ufo.com.br



Ciência descobre por quanto tempo permanecemos conscientes após a morte


Uma equipe de cientistas da Universidade de Southampton afirma ter descoberto por quanto tempo continua funcionando a consciência humana após a morte clínica.
Trata-se de um estudo realizado em grande escala, no qual participaram mais de 2 mil pessoas que já atravessaram a instância da morte clínica. Os resultados indicam que mais de 40% dos entrevistados estiveram conscientes durante todo o tempo em que estavam supostamente mortas.
Os cientistas conseguiram descobrir que, embora a pessoa esteja clinicamente morta, sua consciência continua funcionando em um intervalo que pode variar de 2 a 3 minutos. De todos os participantes do experimento, cerca de 150 foram capazes de lembrar as técnicas e os tratamentos de emergência que receberam para ser revividos.
Outros 330 participantes afirmaram ter regressado à vida após a morte clínica sem a ajuda dos médicos. Todos eles disseram ter atravessado a linha da morte tão claramente conscientes quanto estavam em vida.

Imagem: lassedesignen/Shutterstock.com



quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Europa e Rússia planejam exploração conjunta da Lua

A primeira sonda robótica da missão conjunta deverá ser lançada nos próximos cinco anos. [Imagem: ESA]

Exploração da Lua
As agências espaciais da Rússia (Roscomos) e da Europa (ESA) enviarão um módulo espacial para o polo sul da Lua.
Será a primeira de uma série de missões para preparar a volta dos seres humanos à superfície lunar e da criação de uma colônia permanente no satélite.
A sonda robótica avaliará se existe água, além de materiais brutos para produzir combustível e oxigênio.
A previsão é que a missão, chamada Luna 27, seja lançada daqui a cinco anos, sendo parte de uma série de missões lideradas pela Roscosmos para retornar à Lua.
Essas missões retomarão o programa de exploração lunar que foi interrompido pela antiga União Soviética (URSS) em meados dos anos 1970, segundo Igor Mitrofanov, do Instituto de Pesquisa Espacial, em Moscou, e um dos líderes da iniciativa.
Mitrofanov diz haver benefícios científicos e comerciais para o estabelecimento de uma presença permanente de humanos na superfície lunar: "Será para observações astronômicas, o uso de minerais e outros recursos lunares e para criar um posto avançado que poderá ser visitado por astronautas que trabalharão juntos em testes para uma futura viagem a Marte."
Robô lunar
As missões iniciais serão feitas com robôs. A Luna 27 pousará na borda da cratera Aitken, no polo sul do satélite. Essa região tem áreas que nunca são iluminadas pelo Sol, estando entre os locais mais frios do Sistema Solar. Portanto, poderiam abrigar água em forma de gelo e outros compostos químicos que ficam protegidos do calor dos raios solares.
A ESA está desenvolvendo um novo tipo de sistema de pouso para escolher as áreas de pouso com maior precisão do que os usados nas missões dos anos 1960 e 1970.
Este sistema usa câmeras para navegar e um guia a laser para avaliar o terreno na aproximação da superfície e decidir por conta própria se o local é seguro para pouso ou não, e se será necessário buscar um ponto melhor.
Segundo James Carpenter, cientista-chefe da ESA no projeto, um dos principais objetivos é investigar o uso de água como um recurso em potencial no futuro e descobrir o que ela pode indicar sobre a origem da vida no Sistema Solar.
Este é um dos conceitos de uma futura base lunar, caso sejam encontrados os recursos minerais esperados, sobretudo água e compostos químicos que sirvam como combustível para foguetes. [Imagem: ESA]

Perfuração na Lua
"O polo sul da Lua é diferente de qualquer lugar que já estivemos", disse Carpenter. "Por causa do frio extremo, podemos vir a achar uma grande quantidade de gelo e outros componentes químicos em sua superfície, que poderíamos usar como combustível de foguete ou em sistemas de apoio a vida em missões humanas no futuro nestes locais."
A ESA fornecerá o equipamento de perfuração para atingir 2 metros abaixo do solo e coletar amostras de gelo. Segundo Richard Fisackerly, engenheiro-chefe do projeto, esta camada congelada pode ser mais dura que concreto - então, a broca usada terá de ser muito resistente.
"Estamos avaliando as tecnologias que seriam necessárias para perfurar esse tipo de material, com movimentos que combinem rotações e golpes. Isso está além do que está em desenvolvimento hoje em dia."
A agência europeia também proverá um laboratório em miniatura, chamado ProSPA, similar aos instrumentos usados pelo módulo Philae, que pousou na superfície do cometa 67P no ano passado.
Mas o ProSPA será calibrado para buscar por ingredientes-chave para a geração de água, oxigênio, combustível e outros materiais que poderão ser explorados por astronautas. A intenção é descobrir a quantidade existente desses materiais sob a superfície e, principalmente, se é possível extraí-los facilmente.




quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Começa a investigação de possível civilização alienígena em estrela

Comunidade científica tem debatido incessantemente o significado de informações colhidas pelo telescópio Kepler

Os próprios cientistas afirmam que a possibilidade de uma estrutura artificial, como uma esfera ou enxame de Dyson, não pode ser descartada.

O debate segue intenso na comunidade científica quanto ao que significam os dados colhidos pelo telescópio espacial Kepler, da NASA, que apontam para estranhos trânsitos na estrela KIC 8462852. Esse sol é cercda de 50% maior que o nosso, tem classificação do tipo F e está situado a 1.500 anos-luz de nós, na constelação Cygnus. Na primeira missão do telescópio, que durou de 2009 a 2013, ele investigou cerca de 150.000 estrelas, buscando minúsculas diminuições de seus brilhos, causados pela passagem de um planeta. Evidentemente o plano da órbita desses mundos distantes precisa estar em posição favorável, a fim de que possamos observar esses fenômenos, chamados de trânsitos.

O que tem causado a especulação em torno dessa estrela são dois trânsitos em particular. Um ocorreu em 2011 ao longo de uma semana, e o segundo em 2013, que na verdade foi uma série de variações na luz de KIC 8462852 ao longo de vários meses. Infelizmente o Kepler experimentou então problemas em seus giroscópios, e está deslocado para outra missão, não mais observando essa região do espaço. Portanto são os únicos dados da estrela disponíveis até o momento, e a equipe que descobriu os fenômenos, liderada por Tabetha Boyajian, da Universidade Yale, busca instrumentos baseados em terra para outras observações. No artigo deles, publicado no Monthly Notices, eles elencam uma série de possibilidades naturais como explicação. A mais provável parece ser um enxame de cometas, desviado possivemente rumo à estrela por um astro menor vizinho. É verdade que essa explicação representa um impressionante golpe de sorte, por um fenômeno como esse ter ocorrido exatamente no momento em que a humanidade estudava esse astro.

Contudo, a própria Boyajian afirma que eles têm buscado outras explicações. É importante salientar que o primeiro trânsito incomum bloqueou cerca de 15% da luz da estrela, e o segundo 22%, lembrando que um planeta do tamanho de Júpiter bloquearia no máximo 1%. Além disso tais trânsitos não são periódicos como os de planetas, e então surgiu a possibilidade, explorada pelos próprios astrônomos, de que os fenômenos possam estar sendo causados por colossais estruturas artificiais em órbita de KIC 8462852. Tabetha pediu auxílio a Jason Wright, professor assistente de astronomia na universidade Penn State, que se mostrou impressionado com os dados. Além disso, Wright estava trabalhando em um artigo a respeito de procurar megaestruturas alienígenas com as informações obtidas pelo Kepler. Tais objetos seriam colossais coletores de energia ou painéis solares, colocados em órbita de uma estrela a fim de absorver e transmitir sua energia.

OBRA DE UMA CIVILIZAÇÃO EXTRATERRESTRE?

Uma civilização alienígena avançada o suficiente para coletar energia de sua estrela construiria centenas ou milhares dessas estruturas, que de acordo com Wright bloqueariam a luz solar exatamente como detectado pelo Kepler. Essa construção é mais conhecida como Esfera de Dyson, proposta ainda nos anos 60 pelo astrofísico Freeman Dyson. Embora comumente representada por uma esfera sólida de milhões de quilômetros de diâmetro, que engloba totalmente seu sol, essa estrutura na verdade seria formada por milhares de células independentes, hoje em dia chamadas de Enxame Dyson. Boyajian, Wright e o restante dos responsáveis pela descoberta estão buscando tempo de observação em um radiotelescópio, a fim de tentar captar sinais de rádio emitidos pela possível civilização alienígena.

Se sinais forem captados, então o passo seguinte que planejaram envolve utilizar o Very Large Array (VLA), situado no Novo México, que poderá determinar se os sinais provém de uma fonte artificial. Uma busca, na verdade, já está sendo promovida pelo programa SETI, utilizando o Allen Telescope Array (ATA), localizado a 480 km de San Francisco. Os cientistas apontam, porém, que mesmo se sinais de rádio não forem captados, isso não inviabiliza a hipótese alienígena. As megaestruturas ainda podem estar lá, porém seus construtores talvez utilizem outros meios de comunicação, ou podem até estar extintos. De uma forma ou de outra, a hipótese de um enxame de cometas segue sendo a explicação mais aceita, mas são os próprios cientistas que seguem afirmando que a possibilidade de se tratar de construções de uma civilização extraterrestre não pode ser descartada.





quinta-feira, 15 de outubro de 2015

A maioria dos ateus acreditam em vida extraterrestre


De acordo com uma pesquisa realizada por David Weintraub, um astrônomo da Universidade de Vanderbilt, a maioria dos ateus acreditam em vida extraterrestre, enquanto o número de "crentes" são diminuídos significativamente entre a população religiosa. Ele relatou em seu novo livro, Religiões e Vida Extraterrestre, que 55% dos ateus acreditam em extraterrestres, enquanto apenas 44% dos muçulmanos, 37% dos judeus, 36% de hindus, e 32% dos cristãos professavam as mesmas crenças. 

Esta notícia não é inteiramente surpreendente; doutrinas de muitas religiões contradiz explicitamente a noção de vida extraterrestre, mas ateus não sentiria a mesma pressão externa para descontar a idéia. É particularmente apropriado que o menor número de crentes coincide com a população cristã, como a religião cristã tem sido historicamente especialmente insistente que os seres humanos são a raça "especial" de seres escolhidos por Deus e criados à Sua imagem. Weintraub escreveu,  "A maioria dos líderes cristãos evangélicos e fundamentalistas argumentar bastante força que a Bíblia deixa claro que a vida extraterrestre não existe. A partir desta perspectiva, a única vida, os seres Deus adorando-in todo o universo são seres humanos, criados por Deus, que vivem na terra." Ele citou evangelista Billy Graham Batista do Sul como uma exceção notável, como ele foi vocal sobre suas crenças de que "existem seres inteligentes como nós, distantes no espaço que adoram a Deus." 

Weintraub afirmou que os princípios do Islã são igualmente incompatíveis com a existência de inteligência extraterrestre: "O Islã, como outras religiões, tem tradições fundamentalistas e conservadores Todos os muçulmanos, no entanto, provavelmente concordaria que a religião profeticamente revelada do Islã é um conjunto de práticas. concebida apenas para os seres humanos na terra. "

Weintraub conclui que as religiões asiáticas, como o hinduísmo, seria mais fácil aceitar e assimilar a existência de vida extraterrestre, como suas doutrinas explicitamente deixar espaço para os estrangeiros. Alguns líderes hindus, por exemplo, acreditam que os estrangeiros podem ser reencarnado como seres humanos e vice-versa. Ele também conclui que o judaísmo seriam afetados minimamente, se em tudo, pela descoberta de vida extraterrestre, como há pouco nos escritos judaicos que o apóiam ou contradizem a noção.