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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Não é barulho, é um planeta "vivo"

Os pesquisadores enfatizam a existência da primeira super-Terra descoberto na zona habitável, rejeitado por outros estudos


Ele é chamado de 581d Gliese e orbita a estrela do mesmo nome (sem a última carta), uma estrela anã vermelha localizada a 20 anos-luz da Terra, juntamente com cinco outros mundos, alguns também muito interessante. planeta extrasolar foi descoberto em 2009 por pesquisadores da Queen Mary College London e Hertfordshire, que a apresentou como a primeira super-Terra encontrado em zona habitável, ou seja, um mundo um pouco maior que nosso planeta, que é a distância esta correta de sua estrela para suportar água líquida em sua superfície, uma condição indispensável para a existência de vida como a conhecemos.

Megatsunami ocorrido há 73 mil anos poderá voltar a qualquer momento


Muitas pessoas sugerem que a separação das águas do Mar Vermelho não foi obra de Moisés, mas sim o efeito de um tsunami; enquanto outros afirmam que não pode ter existido uma onda com essas dimensões e potência. Porém, pesquisadores da Universidade Columbia estudaram um fenômeno parecido que poderá dar respaldo científico à hipótese.

Estranha criatura é encontrada no Paraguai

Bombeiros no Paraguai encontraram um corpo de uma criatura em estado de decomposição, o qual não pôde ser identificado.  Em se tratando de América do Sul, a primeira reação foi “Chupacabra!” mas outras pessoas pensaram que poderia ser um alienígena, ou um novo tipo de criptídeo paraguaio. O que seria?

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Funcionários da CIA falam sobre a Área 51 em evento

Painel reuniu funcionários da agência de Inteligência, que afirmaram não haver segredos, nem interesse da corporação nos UFOs


Em 09 de outubro último, no Museu Nacional de Testes Atômicos, no estado norte-americano de Nevada, foi realizado um painel de discussões com funcionários da Agência Central de Inteligência (CIA). Entre os assuntos abordados estava a Área 51, mais famosa base secreta militar do mundo, e como habitual, nenhuma posição clara foi apresentada. O principal historiador da agência, Dr. David Robarge, afirmou: "Não posso confirmar ou negar quais segredos podem estar sendo mantidos ocultos".

David Robarge realizou um trabalho para a CIA 9 anos atrás, providenciando a desclassificação de documentos secretos a respeito de aeronaves que a agência testou na Área 51. Além dele, outro participante do evento foi T. D. Barnes, especialista em radar que trabalhou para a agência na base secreta por anos, e auxiliou o trabalho de desclassificação com fotos e documentos, mostrando o trabalho que levou, em última instância, ao fim da Guerra Fria. Barnes comentou, a respeito dos métodos de manutenção de segredos, que sequer sua esposa sabia onde ele trabalhava: "Se você não tem necessidade de saber, você está fora". Foi comentado o interesse da CIA pelos UFOs, especialmente diante da crescente onda de avistamentos por volta de 1952, que fez a agência convocar o Painel Robertson.


Este chegou à conclusão de que os UFOs não ameaçavam a segurança nacional, mas seus inúmeros informes sim, o que legou a agência a acobertar e desmistificar os avistamentos. Por muitos anos seu interesse no assunto foi negado, mas por fim a CIA foi forçada a admiti-lo, diante de documentos recentemente liberados. Um dos presentes perguntou a Robarge se a agência ainda estuda os UFOs, e ele negou, afirmando que muitos dos informes entre os anos 50 e 60 eram ocasionados por avistamentos de aviões espiões, como o U-2 e o SR-71. Robarge mencinou um documento escrito pela CIA há alguns anos, no qual está destacado que 75% dos voos de teste estavam relacionados a avistamentos de UFOs. Contudo, o veterano pesquisador e físico Bruce Maccabee, que trabalhou por anos para a Marinha norte-americana, classificou essa alegação como ridícula.

LONGO HISTÓRICO DE MENTIRAS

Quando a CIA fez as primeiras alegações nesse sentido, Bruce Maccabee fez um trabalho ao alcance de qualquer jornalista, checando os números. Ele descobriu que o número de avistamentos não era diferente antes ou depois de 01 de agosto de 1955, data do primeiro voo do Lockheed U-2. Em um livro que lançou recentemente, Maccabee comprova que os avistamentos ocorriam em muito maior número nos anos anteriores à entrada em serviço do U-2, e mesmo do SR-71. Além disso, aponta o fato evidente de que nenhuma dessas aeronaves se parece com um disco voador, ou tem similar comportamento. Os relatos de UFOs continuaram ocorrendo após a retirada dos dois tipos do serviço, e Maccabee aponta que novamente a CIA acoberta a verdade em nome de seus próprios interesses. Finalmente, outros membros da audiência perguntaram a Robarge se a CIA encorajava a crença de que os aviões espiões eram confundidos com UFOs. O pesquisador respondeu que a agência não tinha permissão de fazer isso, mas tampouco desencorajava tais especulações.

Fonte: ufo.com.br



Ciência descobre por quanto tempo permanecemos conscientes após a morte


Uma equipe de cientistas da Universidade de Southampton afirma ter descoberto por quanto tempo continua funcionando a consciência humana após a morte clínica.
Trata-se de um estudo realizado em grande escala, no qual participaram mais de 2 mil pessoas que já atravessaram a instância da morte clínica. Os resultados indicam que mais de 40% dos entrevistados estiveram conscientes durante todo o tempo em que estavam supostamente mortas.
Os cientistas conseguiram descobrir que, embora a pessoa esteja clinicamente morta, sua consciência continua funcionando em um intervalo que pode variar de 2 a 3 minutos. De todos os participantes do experimento, cerca de 150 foram capazes de lembrar as técnicas e os tratamentos de emergência que receberam para ser revividos.
Outros 330 participantes afirmaram ter regressado à vida após a morte clínica sem a ajuda dos médicos. Todos eles disseram ter atravessado a linha da morte tão claramente conscientes quanto estavam em vida.

Imagem: lassedesignen/Shutterstock.com



quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Europa e Rússia planejam exploração conjunta da Lua

A primeira sonda robótica da missão conjunta deverá ser lançada nos próximos cinco anos. [Imagem: ESA]

Exploração da Lua
As agências espaciais da Rússia (Roscomos) e da Europa (ESA) enviarão um módulo espacial para o polo sul da Lua.
Será a primeira de uma série de missões para preparar a volta dos seres humanos à superfície lunar e da criação de uma colônia permanente no satélite.
A sonda robótica avaliará se existe água, além de materiais brutos para produzir combustível e oxigênio.
A previsão é que a missão, chamada Luna 27, seja lançada daqui a cinco anos, sendo parte de uma série de missões lideradas pela Roscosmos para retornar à Lua.
Essas missões retomarão o programa de exploração lunar que foi interrompido pela antiga União Soviética (URSS) em meados dos anos 1970, segundo Igor Mitrofanov, do Instituto de Pesquisa Espacial, em Moscou, e um dos líderes da iniciativa.
Mitrofanov diz haver benefícios científicos e comerciais para o estabelecimento de uma presença permanente de humanos na superfície lunar: "Será para observações astronômicas, o uso de minerais e outros recursos lunares e para criar um posto avançado que poderá ser visitado por astronautas que trabalharão juntos em testes para uma futura viagem a Marte."
Robô lunar
As missões iniciais serão feitas com robôs. A Luna 27 pousará na borda da cratera Aitken, no polo sul do satélite. Essa região tem áreas que nunca são iluminadas pelo Sol, estando entre os locais mais frios do Sistema Solar. Portanto, poderiam abrigar água em forma de gelo e outros compostos químicos que ficam protegidos do calor dos raios solares.
A ESA está desenvolvendo um novo tipo de sistema de pouso para escolher as áreas de pouso com maior precisão do que os usados nas missões dos anos 1960 e 1970.
Este sistema usa câmeras para navegar e um guia a laser para avaliar o terreno na aproximação da superfície e decidir por conta própria se o local é seguro para pouso ou não, e se será necessário buscar um ponto melhor.
Segundo James Carpenter, cientista-chefe da ESA no projeto, um dos principais objetivos é investigar o uso de água como um recurso em potencial no futuro e descobrir o que ela pode indicar sobre a origem da vida no Sistema Solar.
Este é um dos conceitos de uma futura base lunar, caso sejam encontrados os recursos minerais esperados, sobretudo água e compostos químicos que sirvam como combustível para foguetes. [Imagem: ESA]

Perfuração na Lua
"O polo sul da Lua é diferente de qualquer lugar que já estivemos", disse Carpenter. "Por causa do frio extremo, podemos vir a achar uma grande quantidade de gelo e outros componentes químicos em sua superfície, que poderíamos usar como combustível de foguete ou em sistemas de apoio a vida em missões humanas no futuro nestes locais."
A ESA fornecerá o equipamento de perfuração para atingir 2 metros abaixo do solo e coletar amostras de gelo. Segundo Richard Fisackerly, engenheiro-chefe do projeto, esta camada congelada pode ser mais dura que concreto - então, a broca usada terá de ser muito resistente.
"Estamos avaliando as tecnologias que seriam necessárias para perfurar esse tipo de material, com movimentos que combinem rotações e golpes. Isso está além do que está em desenvolvimento hoje em dia."
A agência europeia também proverá um laboratório em miniatura, chamado ProSPA, similar aos instrumentos usados pelo módulo Philae, que pousou na superfície do cometa 67P no ano passado.
Mas o ProSPA será calibrado para buscar por ingredientes-chave para a geração de água, oxigênio, combustível e outros materiais que poderão ser explorados por astronautas. A intenção é descobrir a quantidade existente desses materiais sob a superfície e, principalmente, se é possível extraí-los facilmente.




quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Começa a investigação de possível civilização alienígena em estrela

Comunidade científica tem debatido incessantemente o significado de informações colhidas pelo telescópio Kepler

Os próprios cientistas afirmam que a possibilidade de uma estrutura artificial, como uma esfera ou enxame de Dyson, não pode ser descartada.

O debate segue intenso na comunidade científica quanto ao que significam os dados colhidos pelo telescópio espacial Kepler, da NASA, que apontam para estranhos trânsitos na estrela KIC 8462852. Esse sol é cercda de 50% maior que o nosso, tem classificação do tipo F e está situado a 1.500 anos-luz de nós, na constelação Cygnus. Na primeira missão do telescópio, que durou de 2009 a 2013, ele investigou cerca de 150.000 estrelas, buscando minúsculas diminuições de seus brilhos, causados pela passagem de um planeta. Evidentemente o plano da órbita desses mundos distantes precisa estar em posição favorável, a fim de que possamos observar esses fenômenos, chamados de trânsitos.

O que tem causado a especulação em torno dessa estrela são dois trânsitos em particular. Um ocorreu em 2011 ao longo de uma semana, e o segundo em 2013, que na verdade foi uma série de variações na luz de KIC 8462852 ao longo de vários meses. Infelizmente o Kepler experimentou então problemas em seus giroscópios, e está deslocado para outra missão, não mais observando essa região do espaço. Portanto são os únicos dados da estrela disponíveis até o momento, e a equipe que descobriu os fenômenos, liderada por Tabetha Boyajian, da Universidade Yale, busca instrumentos baseados em terra para outras observações. No artigo deles, publicado no Monthly Notices, eles elencam uma série de possibilidades naturais como explicação. A mais provável parece ser um enxame de cometas, desviado possivemente rumo à estrela por um astro menor vizinho. É verdade que essa explicação representa um impressionante golpe de sorte, por um fenômeno como esse ter ocorrido exatamente no momento em que a humanidade estudava esse astro.

Contudo, a própria Boyajian afirma que eles têm buscado outras explicações. É importante salientar que o primeiro trânsito incomum bloqueou cerca de 15% da luz da estrela, e o segundo 22%, lembrando que um planeta do tamanho de Júpiter bloquearia no máximo 1%. Além disso tais trânsitos não são periódicos como os de planetas, e então surgiu a possibilidade, explorada pelos próprios astrônomos, de que os fenômenos possam estar sendo causados por colossais estruturas artificiais em órbita de KIC 8462852. Tabetha pediu auxílio a Jason Wright, professor assistente de astronomia na universidade Penn State, que se mostrou impressionado com os dados. Além disso, Wright estava trabalhando em um artigo a respeito de procurar megaestruturas alienígenas com as informações obtidas pelo Kepler. Tais objetos seriam colossais coletores de energia ou painéis solares, colocados em órbita de uma estrela a fim de absorver e transmitir sua energia.

OBRA DE UMA CIVILIZAÇÃO EXTRATERRESTRE?

Uma civilização alienígena avançada o suficiente para coletar energia de sua estrela construiria centenas ou milhares dessas estruturas, que de acordo com Wright bloqueariam a luz solar exatamente como detectado pelo Kepler. Essa construção é mais conhecida como Esfera de Dyson, proposta ainda nos anos 60 pelo astrofísico Freeman Dyson. Embora comumente representada por uma esfera sólida de milhões de quilômetros de diâmetro, que engloba totalmente seu sol, essa estrutura na verdade seria formada por milhares de células independentes, hoje em dia chamadas de Enxame Dyson. Boyajian, Wright e o restante dos responsáveis pela descoberta estão buscando tempo de observação em um radiotelescópio, a fim de tentar captar sinais de rádio emitidos pela possível civilização alienígena.

Se sinais forem captados, então o passo seguinte que planejaram envolve utilizar o Very Large Array (VLA), situado no Novo México, que poderá determinar se os sinais provém de uma fonte artificial. Uma busca, na verdade, já está sendo promovida pelo programa SETI, utilizando o Allen Telescope Array (ATA), localizado a 480 km de San Francisco. Os cientistas apontam, porém, que mesmo se sinais de rádio não forem captados, isso não inviabiliza a hipótese alienígena. As megaestruturas ainda podem estar lá, porém seus construtores talvez utilizem outros meios de comunicação, ou podem até estar extintos. De uma forma ou de outra, a hipótese de um enxame de cometas segue sendo a explicação mais aceita, mas são os próprios cientistas que seguem afirmando que a possibilidade de se tratar de construções de uma civilização extraterrestre não pode ser descartada.





quinta-feira, 15 de outubro de 2015

A maioria dos ateus acreditam em vida extraterrestre


De acordo com uma pesquisa realizada por David Weintraub, um astrônomo da Universidade de Vanderbilt, a maioria dos ateus acreditam em vida extraterrestre, enquanto o número de "crentes" são diminuídos significativamente entre a população religiosa. Ele relatou em seu novo livro, Religiões e Vida Extraterrestre, que 55% dos ateus acreditam em extraterrestres, enquanto apenas 44% dos muçulmanos, 37% dos judeus, 36% de hindus, e 32% dos cristãos professavam as mesmas crenças. 

Esta notícia não é inteiramente surpreendente; doutrinas de muitas religiões contradiz explicitamente a noção de vida extraterrestre, mas ateus não sentiria a mesma pressão externa para descontar a idéia. É particularmente apropriado que o menor número de crentes coincide com a população cristã, como a religião cristã tem sido historicamente especialmente insistente que os seres humanos são a raça "especial" de seres escolhidos por Deus e criados à Sua imagem. Weintraub escreveu,  "A maioria dos líderes cristãos evangélicos e fundamentalistas argumentar bastante força que a Bíblia deixa claro que a vida extraterrestre não existe. A partir desta perspectiva, a única vida, os seres Deus adorando-in todo o universo são seres humanos, criados por Deus, que vivem na terra." Ele citou evangelista Billy Graham Batista do Sul como uma exceção notável, como ele foi vocal sobre suas crenças de que "existem seres inteligentes como nós, distantes no espaço que adoram a Deus." 

Weintraub afirmou que os princípios do Islã são igualmente incompatíveis com a existência de inteligência extraterrestre: "O Islã, como outras religiões, tem tradições fundamentalistas e conservadores Todos os muçulmanos, no entanto, provavelmente concordaria que a religião profeticamente revelada do Islã é um conjunto de práticas. concebida apenas para os seres humanos na terra. "

Weintraub conclui que as religiões asiáticas, como o hinduísmo, seria mais fácil aceitar e assimilar a existência de vida extraterrestre, como suas doutrinas explicitamente deixar espaço para os estrangeiros. Alguns líderes hindus, por exemplo, acreditam que os estrangeiros podem ser reencarnado como seres humanos e vice-versa. Ele também conclui que o judaísmo seriam afetados minimamente, se em tudo, pela descoberta de vida extraterrestre, como há pouco nos escritos judaicos que o apóiam ou contradizem a noção.




terça-feira, 13 de outubro de 2015

Durante a Segunda Guerra Mundial havia uma batalha em paralelo aos campos armados: criar bombas que pudessem chegar aos inimigos sem causar nenhuma suspeita. 
Difícil imaginar, mas uma simples barra de chocolate poderia ser mortal assim que seus quadradinhos fossem quebrados na sobremesa. Essa foi uma arma que teria sido desenvolvida pelos alemães em uma suposta tentativa de assassinar o primeiro-ministro inglês Winston Churchill.  
O invento consistia em uma placa de aço coberta por uma fina camada de chocolate. Assim que se tentasse quebrar a barra, a placa seria puxada e ocorreria uma explosão em sete segundos. Na época, no Reino Unido passava por um racionamento de comida, açúcar e outras doçuras, então, realmente, muitas pessoas ficariam tentadas a comer a barra.
A dúvida é saber como exatamente ter certeza de que Churchill faria isso. O plano para matar o líder britânico com uma bomba de chocolate foi descoberto em uma carta secreta encontrada em 2009, mas cujo conteúdo só foi revelado agora. 
O desenho da arma alemã foi feito por Laurence Fish, que trabalhou na unidade de contra-sabotagem do MI5. Eles foram feitos para ensinar agentes britânico a identificar armadilhas alemães. Os desenhos foram encontrados pela viúva de Fisher 25 anos depois de sua morte.

Fontes: bbc.com



sexta-feira, 9 de outubro de 2015

De olho no céu: acompanhe o esperado "Desfile de Planetas"

Desde ontem, já é possível observar o fenômeno astronômico conhecido como “desfile de planetas”, um dos espetáculos mais fascinantes do nosso sistema solar, no qual parte dos planetas se agrupam em um mesmo setor do céu noturno. 

Os protagonistas desse fenômeno serão Vênus, Marte, Júpiter, Mercúrio e a Lua. O “desfile” começará à medida que o satélite natural da Terra se aproximar do grupo de planetas no céu da manhã. 

Conforme vai avançando o mês de outubro, Júpiter vai ascender, aproximando-se de Marte e Vênus e criando várias conjunções que os astrônomos chamam de “magníficas”. A primeira conjunção ocorre na manhã de hoje, quando uma delgada Lua crescente se une à formação, dando lugar a um “triângulo” com Marte e Júpiter, enquanto Vênus passa por cima do trio. 

O evento terminará em 20 de outubro, quando Mercúrio “desertar” e começar a se afastar da formação, desaparecendo com a luz da manhã.

Fonte: seuhistory.com


Pesquisadores tentam desvendar mistério de caixa lacrada há 4 séculos nos EUA

Objeto foi encontrado com ossadas de alguns dos primeiros colonizadores no país; conteúdo foi estudado com tomografias e impressora 3D.

Caixa lacrada de prata foi encontrada com restos mortais de colonizadores (Foto: AP)

Foram dois anos de trabalho até que pesquisadores conseguissem identificar as ossadas de alguns dos primeiros colonizadores americanos, mortos 400 anos antes na localidade de Jamestown. Mas ainda havia um mistério: com os restos mortais, foi encontrada uma pequena caixinha de prata. Lacrada.
Como seria possível então estudar seu conteúdo sem romper o lacre e danificar o conteúdo? Novamente, a resposta foi o uso de tecnologia de ponta.
"Ela não podia ser aberta, então tivemos que descobrir um jeito de ver dentro dela sem abrir a caixa", diz James Horn, presidente da Jamestown Rediscovery.
Pesquisadores usaram tomografias computadorizadas para mapear o interior da caixinha e impressão 3D para estudar os objetos fisicamente.
Dentro da caixa, encontrada na cova do capitão Gabriel Archer, havia vários fragmentos de ossos e uma pequena ampola que, segundo os pesquisadores, podia conter água ou óleo bentos. Acredita-se que ela seja um relicário, provavelmente católico.
Com as imagens, os cientistas fizeram impressões em 3D e pintaram os ossos para saber como eram.
Mas, segundo Horn, a caixinha permanece um enigma.
Há uma letra "m" maiúscula inscrita na tampa na caixa. Ninguém sabe quem fez a inscrição e qual seu significado. "Seria o nome de um santo? Ou talvez tenha um significado pessoal?", indaga Horn.Tomografias computadorizadas permitiram ver o interior da caixa (Foto: BBC)
Ossadas pertenciam a quadro líderes de Jamestown, a primeira colônia inglesa bem sucedida no Novo Mundo
"Essa caixa permaneceu em segredo por mais de 400 anos. Mas é possível, com a nova ciência e tecnologia, que algum dia descubramos o que ela está nos dizendo."
Identificação
A identificação das ossadas de quatro líderes de Jamestown (no Estado da Virgínia) - a primeira colônia inglesa bem sucedida no Novo Mundo - , foi anunciada na terça-feira pelo Instituto Smithsonian.
A pesquisa também revelou detalhes da vida, da morte e da importância da religião no assentamento de Jamestown, que fica a 130 quilômetros ao sul de Washington.Tecnologia de ponta foi usada para ajudar na identificação de quadro líderes de Jamestown, a primeira colônia inglesa bem sucedida no Novo Mundo (Foto: Donald Hurbert/ Smithsonian Institution/ BBC)
Mas foram necessários dois anos de investigação e de técnicas modernas para identificar os ossos, que estavam em péssimo estado de conservação.
Os homens identificados são, além do capitão Gabriel Archer, o reverendo Robert Hunt, 'sir' Ferdinando Wainman e o capitão William West.
Eles foram figuras importantes na condução dos rumos de Jamestown entre 1607 e 1610, um período em que a colônia chegou perto do fim.
Os corpos exumados foram encontrados em novembro de 2013 e se sabia que eram de pessoas de status na comunidade, já que estavam enterrados em uma igreja - a mesma onde ocorreu o casamento entre Pocahontas, filha de um líder indígena que ficou famosa com o filme da Disney, e o explorador britânico John Rolfe.

Fonte: g1.globo.com



terça-feira, 6 de outubro de 2015

Explosão misteriosa: Ufólogos estudam fenômeno testemunhado por cariocas

Forte estrondo e clarão foram percebidos no céu por pessoas das zonas Norte e Sul

Rio - Os ufólogos estão atônitos. Tudo porque boa parte deles acredita que o forte estrondo, seguido de clarão no céu, presenciado por moradores das zonas Norte e Sul do Rio por volta de 3h do dia 3 de setembro, possa estar relacionado à explosão de um disco voador. O fenômeno, que acordou moradores em bairros como Copacabana, Leblon, Gávea, Vila Isabel e Tijuca, onde relatos dão conta de explosão assustadora, seguida de ruído contínuo e luzes intensas no ar, ainda não têm nenhuma explicação.
“A hipótese de explosão de Objeto Voador Não Identificado (OVNI) é real. Casos semelhantes já ocorreram na Alemanha e até mesmo no Brasil. Em 1954, por exemplo, uma nave espacial de origem desconhecida se desintegrou ao entrar na atmosfera em Ubatuba, no litoral paulista. Naquela época, conforme amplamente divulgado, testemunhas viram o OVNI explodir e fragmentos foram recolhidos e levados a estudos”, afirma Fernando Ramalho, da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) e co-editor da Revista UFO (OVNI em inglês).

Com base em depoimentos de internautas, a comissão decidiu abrir investigação para tentar desvendar o mistério. “Se alguém tiver fotos, sons, imagens de vídeo ou até mesmo algum fragmento encontrado no quintal, deve nos enviar para que sejam estudados cuidadosamente pela nossa equipe de análises, formada por engenheiros e ufólogos renomados e respeitados no mundo inteiro, entre eles, Marco Antônio Petit e Ademard Gevaerd”, ressalta Fernando. Fotos e outras informações sobre os materiais podem ser enviadas para endereços do site www.ufo.com.br.

“No Leblon os prédios tremeram. Percebi uma luminosidade incrível. Foi muito esquisito”, diz o comerciante Maurílio Bráz, de 54 anos. “Eu moro em Vila Isabel. Ouvi um barulho forte, diferente de trovoada. Achei que estivesse tendo um pesadelo, até que vi vizinhos acendendo as luzes e perguntando o que tinha acontecido”, contou o motorista Fabiano Silva, 43 anos. 
Internautas da Região Serrana também descreveram coisas semelhantes. “Nesse mesmo horário (3h) escutei um estrondo na Granja Comary (em Teresópolis). Pensei que fosse um transformador de luz, mas não foi”, postou Sonia Mattos Conde.

MISTÉRIO NO AR: Aeronáutica e concessionárias não teriam captado nada estranho

O enigma do dia 3 tem sido ainda mais apimentado porque concessionárias como Light, Metrô, Companhia Estadual de Gás (CEG), além de órgãos como Defesa Civil e Corpo de Bombeiros, negam que tenha havido qualquer tipo de incidente naquela madrugada. Em nota, a Força Aérea Brasileira (FAB) informou que nenhum objeto diferente ou avião supersônico apareceram em seus radares: “A Aeronáutica não registrou nada relacionada ao evento no dia 3”, diz o texto.
O sistema de monitoramento do tempo Alerta Rio, da prefeitura, informou que foram percebidos apenas alguns relâmpagos ao longe do litoral, em direção ao mar, associados a uma frente fria. O Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), confirmou que não houve descargas de raios sobre a cidade.

Queda de meterorito é investigada

A astrônoma Maria Elizabeth Zucolotto, uma das maiores entendidas em asteróides no Brasil, não descarta a possibilidade de o fenômeno do dia 3 estar relacionado a uma possível queda de meteorito. “As câmeras do Museu Nacional, porém, pararam de funcionar. Não temos nada gravado. Estamos tentando obter alguma imagem através de câmeras de segurança de prédios. Em São Paulo, pessoas também dizem ter visto um grande bólido, mas em horários distintos”, comentou.
O que ocorreu em Ubatuba (SP) há 61 anos acabou se tornando um dos casos de estudo mais intrigantes do mundo sobre a especulação da presença de alígenas na Terra. No dia 14 de setembro daquele ano, banhistas presenciaram um “grande objeto em forma de pratos soprepostos” em zigue-zaque sobre o litoral. Pouco depois a estranha peça teria explodido e seus fragmentos foram encontrados na areia.
Na época,o Governo brasileiro encaminhou os pequenos destroços para análises laboratoriais, inclusive nos mais avançados que haviam, nos Estados Unidos e Inglaterra. Laudos apontaram a presença de magnésio em grau 100% de pureza. Até então, nenhuma tecnologia era capaz de produzir elemento parecido com grau total de pureza. 

Fonte: odia.ig.com.br / FRANCISCO EDSON ALVES




Hawking alerta que alienígenas poderão acabar com a nossa civilização

Depois de anunciar, recentemente, que investiria US$ 100 milhões em pesquisas na busca por vida extraterrestres, o renomado cientista inglês Stephen Hawking afirmou que caso seja encontrada vida extraterrestre avançada, as consequências poderão ser muito ruins para nossa civilização. 
 
O cientista alertou que aliens inteligentes podem "conquistar e colonizar" o nosso planeta, de acordo com o jornal The Mirror.
 
Já em outra entrevista ao diário El País, Hawking afirmou:
 
"Se os alienígenas nos visitarem, o resultado poderia algo como quando Colombo desembarcou na América. Os povos nativos americanos não se saíram bem no final. Esses alienígenas avançados podem se tornar nômades, com o objetivo de conquistar e colonizar planetas que eles podem alcançar."
 
O professor Hawking disse ainda que a existência de aliens é incontestável. Ele afirma que a nossa melhor chance de sobrevivência a longo prazo é encontrar uma nova casa em outro planeta:
 
"Há um risco crescente de que um desastre vai destruir a Terra."
 
"Quero, portanto, sensibilizar o público sobre a importância do voo espacial. Eu aprendi a não olhar muito à frente, mas a me concentrar no presente."
 
O dinheiro de Hawkings é direcionado na busca por vida extraterrestre por meio do projeto Breakthrough Listen, em que uma equipe varre toda a Via Láctea e 100 galáxias próximas em busca de sinais de transmissão alienígenas.




sexta-feira, 2 de outubro de 2015

O derretimento das geleiras na Antártida estão revelado pirâmides, Será?

Três pirâmides antigas foram descobertas na Antártida por uma equipe de cientistas norte-americanos e europeus. Duas das pirâmides foram descobertas a cerca de 16 quilómetros para o interior, enquanto a terceira foi muito perto da costa.
Os primeiros relatórios das pirâmides apareceu na mídia ocidental no ano passado. Algumas fotos foram publicadas em alguns sites com um comentário de que as estruturas estranhas poderiam servir como prova de que o continente coberto de gelo costumava ser quente o suficiente para ter tido uma antiga civilização antiga que ali viveram.
Imagem aérea feita do Pólo Sul parecem mostrar duas ou possivelmente três pirâmides em uma fileira em uma formação semelhante às pirâmides de Gizé.

Até agora, pouco se sabe sobre as pirâmides ea equipa continua a manter silêncio sobre a descoberta. A única informação confiável fornecida pelos cientistas foi que eles estavam planejando uma expedição para as pirâmides para investigar e determinar com certeza se as estruturas foram artificial ou natural. Foram oferecidas Não há detalhes sobre o calendário da expedição. Se os pesquisadores puderem provar que as pirâmides são estruturas feitas pelo homem, a descoberta poderia levar a cabo a maior reforma da história da humanidade, como já fez.
Os membros da expedição tentando se aproximar da pirâmide.
A imagem mostra uma estrutura piramidal rodeado de gelo à direita no centro da foto, na costa.

Enquanto isso, uma série de descobertas estranhos mas interessantes foram feitas recentemente na Antártida. Em 2009, cientistas do clima lá encontrou partículas de pólen, o que poderia possivelmente dizer que palmeiras, uma vez cresceu na Antártida e as temperaturas do verão atingiu 21C. Três anos depois, em 2012, os cientistas do Instituto de Pesquisa do deserto em Nevada identificou 32 espécies de bactérias em amostras de água do Lago Vida na Antártida Oriental.

Uma possível civilização que a história oficial não leva em conta

É possível que a Antártida era uma vez quente o suficiente no passado recente para ter uma civilização antiga que vivem lá? E ainda mais surpreendente é a questão de saber se uma cultura avançada, desenvolvida há Haverá algumas estruturas restantes ainda estão enterrados sob o gelo?  Os estudiosos e egiptólogos já suspeitavam que a Esfinge é muito mais antigo do que o esperado, possivelmente Ele tem mais de 10.000 anos de idade. Os cientistas descobriram que a evidência de erosão da água na estátua antiga, a maior do mundo, conta uma história de mudança climática a partir de uma floresta tropical ao deserto de calor em alguns milhares de anos. Se o clima no Egito mudou tão rapidamente, é também possível que o clima da Antártida também pode ter mudado drasticamente ao longo ao mesmo tempo? De acordo com a teoria da correlação de Robert Bauval e Adrian Gilbert, a construção das pirâmides de Gizé teria tido lugar no período anterior de 10.500 a 12.500 anos aC, motivando esta retroactividade para a correlação entre a localização das três grandes pirâmides de Giza Necropolis e as três estrelas da constelação de Orion, e que esta correlação foi intencionalmente criado por pessoas que construíram as pirâmides.
As Pirâmides de Gizé e as três estrelas da constelação de Orion.
A referência à data de 12.500 anos atrás é significativo para Hancock, uma vez que a posição das pirâmides indicar o exato momento em que uma civilização avançada anterior viu seu declínio devido a um cataclismo global. Em seu livro  Pegadas dos Deuses, Graham Hancock encontrou indícios que levam todos a um ponto preciso. De acordo com Hancock, as pirâmides foram construídas nas culturas e monumentos todo o mundo conter configurações mais ou menos óbvias astronômicos. 
A partir de testemunhos antigos de muitas unidades populacionais - a Grande Esfinge do Egito, os templos misteriosos de Tiwanaku, linhas de Nazca gigantes do Peru, pirâmides maciças do Sol e da Lua do México - e comparou-os com os mitos e lendas universal, com o estudo de mapas que datam desde os tempos antigos, o estudioso sugere a existência de um povo a maioria da inteligência superior de tecnologias sofisticadas e um conhecimento científico detalhado, cujas "pegadas", no entanto, eles foram aniquilados completamente por um desastre de enormes proporções. Cada cultura tem adorado seus reis como deuses. Suas religiões foram todas direcionadas para a busca da imortalidade da alma e os seus sacerdotes eram astrônomos, com um conhecimento antecipado dos movimentos celestes. A cobra-réptil é uma figura simbólica que está presente em todas as culturas e é considerada sagrada. Esta grande unidade cultural, como Hancock sugere que a civilização humana não nasceu de repente, do nada, mas foi "ajudado" por alguém com conhecimento técnico e culturalmente avançado. . Provas que sustentam esta teoria é a expansão da agricultura Descobriu-se que a agricultura nasceu simultaneamente em pelo menos seis regiões do mundo, sem qualquer ligação aparente entre eles: América do Sul, o Crescente Fértil, África Central, Oriental e Central e China Sudeste Asiático.

Em conclusão:                                                               
Se olharmos com relatórios de alarme de aviso do aquecimento global tanto no Ártico e na Antártida estão derretendo. Muitos de nós pode viver para ver o dia em que será exposto todo o continente da Antártica, como todos os artefatos antigos que existiam lá. Se houver uma pirâmide gigante vai mudar a mentalidade do mundo para sempre.  Veja: construir uma enorme pirâmide estrangeiro na Área 51 até à data ainda não conseguiu recriar as grandes pirâmides. Nós simplesmente não temos a tecnologia. Portanto, a questão é que, ou o que, fez estas pirâmides na Antártida e eles deixaram para trás?

Fonte: zonnews.com

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Rússia libera imagens secretas de 30 anos do planeta Vênus

O doutor em ciências físicas e matemáticas do Instituto de Investigação Espacial (Rússia), Leonid Ksanfomaliti, explicou que as fotos tiradas há 30 anos pelas sondas espaciais russas revelam a existência de alguns objetos que se movem e têm a aparência de seres vivos, informou a imprensa russa.
Os objetos foram acidentalmente capturados pelas câmeras instaladas nas sondas soviéticas Venera, que foram até Vênus em 1975 e 1982, relembrou o cientista.
Como prova de usa hipótese, Ksanfomaliti tornou públicas as fotos tiradas pela sonda espacial Venera-13, recebidas em março de 1982.  O investigador descobriu vários objetos que aparecem e desaparecem numa série de imagens consecutivas, e que se assemelham a “um disco, um retalho negro e um escorpião”.
Alguns destes objetos estão presentes nas primeiras imagens, mas desaparecem posteriormente.  Segundo o cientista, isso se deve ao forte ruído da sonda ao pousar.  Outros objetos, como o suposto “escorpião”, provavelmente ficaram enterrados no solo que se levantou quando a nave pousou, e depois de algum tempo surgiram novamente na superfície.
Ksanfomaliti explicou que havia a intenção de tornar público seu descobrimento muito antes, mas decidiu atrasá-lo por falta de apoio.
O investigador afirma ter tomado a decisão de voltar a estudar a possível existência de vida em Vênus, por causa do importante número de novos resultados nas investigações de exoplanetas, alguns deles com condições físicas parecidas às de Vênus.