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terça-feira, 17 de novembro de 2015

Imagens do Hubble revelam enigmáticas "ondas aquáticas" a 32 anos-luz de nós

Um grupo de pesquisadores, liderado por Anthony Boccaletti, observou estranhos objetos cósmicos a 32 anos-luz da Terra. Eles foram detectados a partir da análise de imagens tiradas pelo telescópio espacial Hubble, em 2010 e 2011, e pelo Very Large Telescope (VLT), do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês). 

Os cientistas estudavam o anel de gás e poeira que rodeia a estrela jovem AU Microscopii à procura de sinais que revelassem a presença de outros planetas. Essa estrela anã-vermelha está localizada na constelação de Microscopium, composta principalmente por estrelas de baixa energia. Ao redor da AU Microscopii foram descobertas estruturas sinuosas, parecidas com ondas aquáticas. Essa descoberta é sem precedentes e continua um enigma para a ciência. 

Estudando detalhadamente as imagens do telescópio Hubble, os especialistas concluíram que as formas onduladas misteriosas estão em movimento e a uma velocidade surpreendente: em torno de 40 mil km/h. Alguns cientistas sugerem que elas podem ter sido produzidas a partir de uma grande explosão em um planeta próximo. Todavia, até agora, essa hipótese ainda não foi confirmada, fazendo com que mais um grande enigma do Universo fique sem resolução. 

#Nery Fontes: RTNaturehistory



segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Vídeo: O gigantesco dragão da neve "encontrado" na Sibéria

Na Sibéria, em uma região considerada sagrada para os locais e também rica em diamantes, foi "encontrado" um gigante dragão na neve, sobre um lago congelado, com envergadura de 130 metros.

O dragão que apareceu na região de Iacútia, a mais fria da Rússia, é uma monumental obra do artista de neve britânico Simon Beck, de 57 anos. O animal mitológico foi desenhado com os pés de Beck, que precisou fazer o trabalho duas vezes.

Na primeira vez, quando o dragão estava quase pronto, o gelo do lago rachou e comprometeu tanto a obra como a segurança de Beck. Ele não desistiu e refez o desenho após outras 10 horas de trabalho.

A obra faz parte do filme russo "He is the Dragon", uma história de amor entre uma jovem princesa eslava e um homem-dragão, do diretor Timur Bekmambetov. A cena final precisava de uma enorme imagem de um dragão, um sinal de submissão para os moradores. 

Mais imagens abaixo:







Veja o vídeo com a construção do dragão:


#Nery
Fontes: seuhistory.com / siberiantimes.com
Imagens: Reprodução YouTube/Bazelevs


sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Encontrados fósseis de anfíbios e réptil de 278 milhões de anos no Nordeste

representação de espécies de anfíbios e réptil

Fósseis de três espécies de anfíbios e uma de réptil do período Permiano, final da era Paleozoica, foram descobertas por cientistas nos Estados do Piauí e do Maranhão, numa área da Bacia do Rio Parnaíba. O material fossilizado tem cerca de 278 milhões, correspondentes ao período Permiano. Os animais viviam em lagos tropicais no Nordeste brasileiro.
Esta é a primeira fauna desta idade encontrada no hemisfério Sul e que também tem registros na América do Norte e na Europa. O estudo intitulado "Nova fauna Permiana do Gondwana tropical" foi publicado na revista Nature Communications, no último dia 5, e faz parte de uma pesquisa nos Estados do Piauí, Maranhão eTocantins.
As duas primeiras espécies fossilizadas encontradas foram de dois anfíbios carnívoros arcaicos nas cidades de Timon (MA) e Nazária (PI). Os animais receberam os nomes de Timonya anneae e Procuhy nazariensis em homenagem aos municípios que foram encontrados.
O paleontólogo Juan Carlos Cisneiros, professor doutor da Universidade Federal do Piauí (UFPI), que fez parte da equipe de pesquisadores, explica que as duas espécies eram parentes distantes dos anfíbios modernos, mas não eram verdadeiras salamandras nem sapos. Elas pertenciam a um grupo extinto que era comum no Permiano.
Timonya anneae era um pequeno anfíbio inteiramente aquático que possuía presas e guelras (aparelho respiratório dos animais que vivem na água e não possuem pulmões). O aspecto dele lembra a mistura entre uma salamandra aquática e uma enguia.
Já o Procuhy nazariensis também vivia submerso na água em lagos tropicais. O animal recebeu o nome de "Procuhy", que significa sapo de fogo na língua timbira, nativa do Maranhão, Piauí e Tocantins, porque foi encontrado fossilizado em uma rocha usada para produzir fogo na formação geológica Pedra de Fogo.
                                                                              Professor doutor Juan Cisneiros

"A terceira espécie é um anfíbio do tamanho de um pequeno jacaré, cujos parentes mais próximos viveram vinte milhões de anos depois no Paraná e na África do Sul, e uma espécie de réptil com aspecto de lagartixa que até agora só tinha sido encontrada na América do Norte", explica o professor.

Fauna da Pangeia

Cisneiros destaca que a descoberta dos fósseis deve ajudar a revelar como os animais se dispersaram nas regiões da Pangeia, antigo supercontinente que teria sido subdividido em por um longo braço de mar originando as duas massas continentais Gondwana e Laurásia.
                                                              Cientista Martha Richter


Os pesquisadores explicam que o registro das espécies encontradas no Nordeste do Brasil preenche o panorama de como era a bacia do Rio Parnaíba há mais de 200 milhões de anos, traça como estes animais se dispersaram e como colonizaram novas regiões da Pangeia. A bacia do Rio Parnaíba é conhecida pelos paleontólogos como uma região rica em material fossilizado. É lá onde está o Parque Floresta Fóssil de Teresina, único sítio paleontológico dentro de uma cidade brasileira que possui troncos petrificados com datas de 270 milhões de anos.

"O primeiro réptil encontrado aqui na região dessa idade é uma espécie que já era conhecida na América do Norte, nos Estados do Texas e de Oklahoma nos Estados Unidos. Isso mostra que a fauna do Piauí tinha conexão com a fauna daquela região. Hoje em dia parece estranho, mas temos que lembrar que naquela época os continentes estavam unidos, formando o que a gente conhecia como a Pangeia. A América do Norte estava coladinha com a América do Sul e realmente não é tão difícil que os animais pudessem habitar uma área compartilhada entre os Estados Unidos e o Brasil. Agora, a gente pode comprovar que isso de fato aconteceu porque temos uma espécie de réptil em comum entre os Estados Unidos e o Brasil da era Paleozoica", explicou Cisneiros.
Os fósseis encontrados passaram por tratamento de conservação e limpeza nos Estados Unidos e outros foram tomografados na
Europa. "A parceria com outras instituições e outros países foi importante, e acho que foi o fator chave para ter bons resultados, porque cada um tem conhecimentos diferente e complementa a equipe de pesquisa, isso também nos permitiu ter acesso a técnicas, a metodologia e a recursos de outras instituições."
A descoberta faz parte do projeto "Prospecção paleontológica na Bacia do Parnaíba: Revelando um novo ecossistema permiano nos trópicos do Gonduana", que estuda as formações Pedra de Fogo e Motuca, conhecidas pelo abundante registro paleobotânico, nos Estados do Piauí, Maranhão e Tocantins.

#Nery
Imagens: Universidade Federal do Piauí


terça-feira, 10 de novembro de 2015

Cientistas encontram de restos leões da caverna de mais de 10 mil anos super conservados

Especialistas siberianos se depararam com a incrível descoberta de um par de filhotes de leões da caverna, que seriam os espécimes mais bem conservados já encontrados até hoje.

Os restos dos felinos pré-históricos, descobertos em Iacútia, na Sibéria, Rússia, foram datados com mais de 10 mil anos de idade, e, de acordo com a informação divulgada pela mídia, seus corpos estão em um ótimo estado de conservação. 

Após a descoberta, os especialistas deram início a uma série de estudos para determinar por que esses leões da caverna, quando já estavam em extinção, tinham poucos predadores e não permaneciam nos pântanos, como no caso dos mamutes e outros mamíferos. 

Os leões da caverna, antecessores do leão moderno, viveram durante meados e final do Pleistoceno (2,588 milhões e 11,5 mil anos atrás), no que foi o continente euroasiático, que se estendia desde o atual Reino Unido até Chukotka, no leste da Rússia. 


A descoberta permitirá ampliar o conhecimento científico em torno dessa espécie, da qual só havia sido possível coletar um punhado de crânios, dentes e alguns ossos, no Alasca e no Canadá.


Imagem: Academia de Ciências de Iacútia


sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Um objeto esférico estranho de origem aeroespacial possível em uma área rural da Espanha

Em uma área rural de Múrcia, Espanha, tem aparecido um objeto claro de origem espacial. Especialistas dizem, descobriram artefatos semelhantes em outras regiões do planeta, o que sugere que pode ser o tanque de combustível de um foguete reforçadorO estranho aparelho não apresenta nenhum vestígio que ajude a determinar a sua origem.

Os últimos agricultores em uma área rural da Múrcia, Espanha informou na quarta-feira a Guarda Civil que um estranho artefato de origem desconhecida foi coloca em um campo de cultura.  Quando os oficiais chegaram, eles acreditavam que a natureza do objeto era aeroespacial e, possivelmente, era um foguete auxiliar tanque de combustível, relata o jornal local "The Truth".

De acordo com a Guarda Civil de Murcia, o objeto é esférico, é de cerca de um metro de diâmetro e é coberto por um preto isolante. O "NRBC" (nuclear, bacteriológica e química radiológica) protocolo desenvolvido as investigações necessárias para garantir a segurança pública, mas descobriu que o objeto não tem risco radiológico para a população.
Imagens da: Guarda Civil


Vejam o video acima^^

O lugar da descoberta também atingiu o Grupo especialistas EOD (GEDEX), após um primeiro exame, que exclui a presença de substâncias ou elementos que possam indicar que o objeto era um explosivo. A investigação realizada pelos pesquisadores sugerem que objetos semelhantes têm caído em outras áreas do planeta, não descarta que pode ser o tanque de combustível auxiliar de um foguete espacial.

#Nery Fontes: actualidad.rt.comelmundo.es

Pescador encontra "peixe mutante" próximo à Fukushima

O acidente da estação nuclear de Fukushima, em março de 2011, é considerado o mais grave desastre nuclear desde Chernobyl. A contaminação do ar alcançou vários países da Europa e uma grande quantidade de material radioativo chegou às águas do litoral leste do Japão. Além dos danos causados à população, o ecossistema marinho foi seriamente afetado: as espécies encontradas nos arredores da estação apresentavam uma radiação 2.500 vezes maior que o limite legal.
Recentemente, o pescador Hirasaka Hiroshi encontrou, no litoral de uma ilha próxima a Fukushima, um animal assustador, possível vítima da catástrofe nuclear. Era uma traíra, cujas estranhas características voltaram a alertar os japoneses em relação ao impacto ambiental do desastre. E o primeiro aspecto do espécimen que chamou a atenção foram suas medidas: seu comprimento era quase o dobro das traíras normais, e sua boca era muito grande em comparação aos pequenos moluscos dos quais esses peixes se alimentam. Além disso, o animal estava muito distante do fundo do oceano, seu habitat natural.
Por isso, esse acontecimento traz à tona algumas questões em torno de Fukushima que permanecem misteriosas: a aparição desse animal, semelhante a uma criatura pré-histórica, é resultado da radioatividade? Se for esse o caso, que outros seres “mutantes” rodeiam esta cidade japonesa?

Imagem: YouTube / PatrynWorldLatestNew


Astrônomo explica por que a chegada do homen à Lua não foi uma farsa

Você conhece alguém que defende com unhas e dentes que o ser humano jamais pisou na Lua? Muitos pensam que tudo não passou de uma farsa lançada ao mundo pelo governo norte-americano. Indignado com essas teorias da conspiração, Marc Dantonio, um astrônomo, designer e escritor, juntou provas para derrubar os argumentos de quem defende de pés juntos que jamais nossa civilização esteve na Lua. Só para lembrar: em 1969, pela primeira vez, uma nave tripulada da missão Apolo 11 chegou ao satélite da Terra. Desde lá, outras missões com humanos foram à Lua, até a última, a Apollo 17, em dezembro de 1972.

Veja as principais teorias da conspiração e por que elas são falsas:
Conspiração das sombras -  essa famosa teoria indica que há algo errado com as sombras da superfície lunar nas fotos capturadas por câmeras dos próprios astronautas. A alegação é que as sombras se movem em direções diferentes, como se múltiplas fontes de luz estivessem iluminando a cena. Dantonio, que também trabalha com efeitos especiais para o cinema e a TV, reproduziu um cenário igualzinho à superfície lunar, iluminado com apenas uma fonte de luz. O resultado foi exatamente como o esperado e reproduziu as sombras das fotos originais. A luz, de um baixo ângulo como o dos astronautas, pareceu ir em várias direções por conta da topologia lunar e seu desnivelamento. Já quando a câmera foi colocada sobre o cenário, todas as sombras ficaram perfeitamente alinhadas. Conclusão: teoria das sombras foi derrubada.
Imagem: Marc Dantonio
Teoria do céu sem estrelas - Para quem conhece um pouco sobre fotografia, aqui se trata de um caso de exposição do então filme fotográfico usado naquele tempo. Para que a imagem não ficasse "desbotada" era necessário baixar o tempo de exposição do filme à luz, o que proporcionou sombras realmente escuras na foto, impossibilitando que os pontinhos de luz das estrelas fossem capturados na foto.
Imagem: NASA
Vestígios de missões espaciais na Lua - Várias teorias orbitavam em torno da falta de provas sobre a presença de vestígios deixados na Lua pelas missões espaciais com humanos. Essa teoria caiu completamente por terra quando a Sonda Orbital Reconnaissance registrou fotos aéreas da Lua, em que podem ser observados o equipamento e até pegadas de astronautas na superfície lunar.

Imagem: Sonda Orbital Reconnaissance