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sexta-feira, 20 de novembro de 2015

O plano secreto do Papa Pio XII para eliminar Adolf Hitler

Pio XII foi papa de 02 de março de 1939 até sua morte em 1958.

Muito se tem especulado sobre a ajuda secreta que o Papa Pio XII teria dado a Hitlerao nunca ter se pronunciado publicamente contra os crimes do nazismo, em especial o genocídio dos judeus. Tanto é assim que ele é conhecido como o “Papa de Hitler”.
Home Church of Spies, o americano Mark Riebling historidador.

O livro recentemente publicado por Mark Riebling, “Church of Spies” (Igreja de Espiões, na tradução), refuta esse hipótese ao revelar a trama oculta do suposto complô chefiado pelo Vaticano para assassinar o ditador alemão. Segundo o historiador americano, o pontífice foi, na verdade, uma peça-chave no plano que objetivava derrotar Hitler de dentro, ao apoiar os opositores do regime nazista. O autor afirma que a estratégia de Pio XII consistiu em ocultar sua oposição ao nazismo e encomendar ao padre católico Josef Müller a tarefa de espiar Hitler e ser o elo entre os bispos alemães e os da Santa Sé.
Adolf Hitler era um inimigo declarado da Igreja Católica, que ele considerava como um impedimento para apoiar o nazismo alemão.

Riebling, que se formou na prestigiada Universidade Columbia, utilizou gravações secretas, fornecidas por intermediários de Pio XII, para escrever seu livro. Nelas, estaria registrada uma negociação liderada pelo pontífice com os Aliados para garantir uma solução à guerra após o assassinato do ditador nazista. O historiador explicou, em uma entrevista concedida ao diário Daily Mail: “Ninguém poderia aproximar de forma mais discreta e crível os inimigos internos e externos de Hitler que Pio XII. Na posição, talvez, de figura de maior prestígio da Europa e acima de pressões partidárias, o papa teve a maior vantagem que um governante poderia ter: ele foi alguém poderoso e de confiança em meio a poderosos em quem ninguém podia confiar”. 

#Nery Fonte: History / Infobae


quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Cientistas revelam quando os seres humanos realmente veio para a América


Encontrada no Chile ferramentas de pedra diferente do sul e fogueiras que mostram que os primeiros habitantes vieram para a América 6000 anos antes do que se pensava anteriormente e que ainda sobreviveu à Idade do Gelo.

Os cientistas descobriram que os primeiros seres humanos chegaram às Américas 19.000 anos atrás, 6.000 anos antes do que se pensava anteriormente. Assim, de acordo com a nova descoberta, os arqueólogos afirmam que os primeiros colonos sobreviveram às condições adversas da Idade do Gelo, os relatórios "The Daily Mail".

Nesse sentido, na área de Puerto Montt, no sul do Chile, encontraram ferramentas de pedra e fogueiras, junto com ossos de grandes mamíferos, restos cozidos de animais e plantas, o que sugere que os seres humanos permaneceu lá um tempo. Após a realização de análise de radiocarbono, os arqueólogos concluíram que os objetos são entre 14.000 e 19.000 mil anos, o que significa que os seres humanos viveram no continente muito antes da chegada dos primeiros Palaeoamericans.

No decurso da investigação, os cientistas encontraram ferramentas de pedra e pequenas fogueiras, alcançado com sucesso uma outra conclusão importante: muitos utensílios não foram feitas do material da área, por isso acredita-se que essas pessoas Eles tinham viajado o vasto território e, provavelmente, tinha atravessado a Cordilheira dos Andes no chile, detalhando a fonte. 

#Nery
Fonte: RT
Foto ilustrativa / Heinrich Harder / Domínio público



terça-feira, 17 de novembro de 2015

Foguete Brasileiro explode no Centro de Lançamento de Alcântara

Veículo estava na rampa de lançamento e não chegou a decolar; não houve feridos, segundo o Centro de Lançamento de Alcântara
O foguete seria lançado no encerramento da Operação São Lourenço

Uma falha no motor de um foguete suborbital causou uma explosão na plataforma de lançamento do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, no início da tarde desta sexta-feira, 13. O veículo estava na rampa de lançamento e não chegou a decolar. Segundo a assessoria de imprensa do CLA, não houve feridos. Uma comissão técnica será formada para apurar as causas do incidente. 

O foguete seria lançado no encerramento da Operação São Lourenço, “a principal atividade de lançamento e rastreio de engenhos aeroespaciais previstas para este ano no Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE)”, como divulgou o CLA em seu site. O objetivo da operação era testar o Satélite de Reentrada Atmosférica (SARA), uma plataforma destinada a experimentos no espaço para o desenvolvimento de produtos nas áreas de engenharia e eletrônica. Na fase final do experimento, pesquisadores brasileiros poderiam realizar estudos científicos e tecnológicos por até dez dias em ambiente de microgravidade. 

Também seria testado no veículo um GPS de aplicação espacial desenvolvido pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) com apoio do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) e da Agência Espacial Brasileira. A simulação de lançamento do foguete M foi realizada na quinta-feira “com sucesso”, de acordo com informações do CLA. 

A Operação São Lourenço era realizada desde 22 de outubro pelo IAE em parceria com o Comando Geral de Operações Aéreas, o Departamento de Controle do Espaço Aéreo e a Marinha do Brasil. A Agência Espacial Alemã (DLR) e o Centro Espacial da Suécia (SSC) atuavam no apoio à operação de equipamento de solo. 

O foguete VS-40  já foi lançado duas vezes no Brasil, todas no CLA e uma vez na Noruega, em junho de 2012, em apoio ao programa de microgravidade da Agência Espacial Europeia (ESA). 

Em 2003, um acidente na simulação da Operação São Luís provocou a morte de 21 técnicos e engenheiros que preparavam a missão para colocar em órbita dois satélites brasileiros: o microssatélite meteorológico SATEC, do Instituto de pesquisas Espaciais (Inpe), e o nanossatélite UNOSAT da Universidade do Norte do Paraná. Três dias antes do lançamento, o Veículo Lançador de Satélites (VLS) explodiu.

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Leia Mais:http://ciencia.estadao.com.br/noticias/geral,foguete-explode-no-centro-de-lancamento-de-alcantara,10000001960


Imagens do Hubble revelam enigmáticas "ondas aquáticas" a 32 anos-luz de nós

Um grupo de pesquisadores, liderado por Anthony Boccaletti, observou estranhos objetos cósmicos a 32 anos-luz da Terra. Eles foram detectados a partir da análise de imagens tiradas pelo telescópio espacial Hubble, em 2010 e 2011, e pelo Very Large Telescope (VLT), do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês). 

Os cientistas estudavam o anel de gás e poeira que rodeia a estrela jovem AU Microscopii à procura de sinais que revelassem a presença de outros planetas. Essa estrela anã-vermelha está localizada na constelação de Microscopium, composta principalmente por estrelas de baixa energia. Ao redor da AU Microscopii foram descobertas estruturas sinuosas, parecidas com ondas aquáticas. Essa descoberta é sem precedentes e continua um enigma para a ciência. 

Estudando detalhadamente as imagens do telescópio Hubble, os especialistas concluíram que as formas onduladas misteriosas estão em movimento e a uma velocidade surpreendente: em torno de 40 mil km/h. Alguns cientistas sugerem que elas podem ter sido produzidas a partir de uma grande explosão em um planeta próximo. Todavia, até agora, essa hipótese ainda não foi confirmada, fazendo com que mais um grande enigma do Universo fique sem resolução. 

#Nery Fontes: RTNaturehistory



segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Vídeo: O gigantesco dragão da neve "encontrado" na Sibéria

Na Sibéria, em uma região considerada sagrada para os locais e também rica em diamantes, foi "encontrado" um gigante dragão na neve, sobre um lago congelado, com envergadura de 130 metros.

O dragão que apareceu na região de Iacútia, a mais fria da Rússia, é uma monumental obra do artista de neve britânico Simon Beck, de 57 anos. O animal mitológico foi desenhado com os pés de Beck, que precisou fazer o trabalho duas vezes.

Na primeira vez, quando o dragão estava quase pronto, o gelo do lago rachou e comprometeu tanto a obra como a segurança de Beck. Ele não desistiu e refez o desenho após outras 10 horas de trabalho.

A obra faz parte do filme russo "He is the Dragon", uma história de amor entre uma jovem princesa eslava e um homem-dragão, do diretor Timur Bekmambetov. A cena final precisava de uma enorme imagem de um dragão, um sinal de submissão para os moradores. 

Mais imagens abaixo:







Veja o vídeo com a construção do dragão:


#Nery
Fontes: seuhistory.com / siberiantimes.com
Imagens: Reprodução YouTube/Bazelevs


sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Encontrados fósseis de anfíbios e réptil de 278 milhões de anos no Nordeste

representação de espécies de anfíbios e réptil

Fósseis de três espécies de anfíbios e uma de réptil do período Permiano, final da era Paleozoica, foram descobertas por cientistas nos Estados do Piauí e do Maranhão, numa área da Bacia do Rio Parnaíba. O material fossilizado tem cerca de 278 milhões, correspondentes ao período Permiano. Os animais viviam em lagos tropicais no Nordeste brasileiro.
Esta é a primeira fauna desta idade encontrada no hemisfério Sul e que também tem registros na América do Norte e na Europa. O estudo intitulado "Nova fauna Permiana do Gondwana tropical" foi publicado na revista Nature Communications, no último dia 5, e faz parte de uma pesquisa nos Estados do Piauí, Maranhão eTocantins.
As duas primeiras espécies fossilizadas encontradas foram de dois anfíbios carnívoros arcaicos nas cidades de Timon (MA) e Nazária (PI). Os animais receberam os nomes de Timonya anneae e Procuhy nazariensis em homenagem aos municípios que foram encontrados.
O paleontólogo Juan Carlos Cisneiros, professor doutor da Universidade Federal do Piauí (UFPI), que fez parte da equipe de pesquisadores, explica que as duas espécies eram parentes distantes dos anfíbios modernos, mas não eram verdadeiras salamandras nem sapos. Elas pertenciam a um grupo extinto que era comum no Permiano.
Timonya anneae era um pequeno anfíbio inteiramente aquático que possuía presas e guelras (aparelho respiratório dos animais que vivem na água e não possuem pulmões). O aspecto dele lembra a mistura entre uma salamandra aquática e uma enguia.
Já o Procuhy nazariensis também vivia submerso na água em lagos tropicais. O animal recebeu o nome de "Procuhy", que significa sapo de fogo na língua timbira, nativa do Maranhão, Piauí e Tocantins, porque foi encontrado fossilizado em uma rocha usada para produzir fogo na formação geológica Pedra de Fogo.
                                                                              Professor doutor Juan Cisneiros

"A terceira espécie é um anfíbio do tamanho de um pequeno jacaré, cujos parentes mais próximos viveram vinte milhões de anos depois no Paraná e na África do Sul, e uma espécie de réptil com aspecto de lagartixa que até agora só tinha sido encontrada na América do Norte", explica o professor.

Fauna da Pangeia

Cisneiros destaca que a descoberta dos fósseis deve ajudar a revelar como os animais se dispersaram nas regiões da Pangeia, antigo supercontinente que teria sido subdividido em por um longo braço de mar originando as duas massas continentais Gondwana e Laurásia.
                                                              Cientista Martha Richter


Os pesquisadores explicam que o registro das espécies encontradas no Nordeste do Brasil preenche o panorama de como era a bacia do Rio Parnaíba há mais de 200 milhões de anos, traça como estes animais se dispersaram e como colonizaram novas regiões da Pangeia. A bacia do Rio Parnaíba é conhecida pelos paleontólogos como uma região rica em material fossilizado. É lá onde está o Parque Floresta Fóssil de Teresina, único sítio paleontológico dentro de uma cidade brasileira que possui troncos petrificados com datas de 270 milhões de anos.

"O primeiro réptil encontrado aqui na região dessa idade é uma espécie que já era conhecida na América do Norte, nos Estados do Texas e de Oklahoma nos Estados Unidos. Isso mostra que a fauna do Piauí tinha conexão com a fauna daquela região. Hoje em dia parece estranho, mas temos que lembrar que naquela época os continentes estavam unidos, formando o que a gente conhecia como a Pangeia. A América do Norte estava coladinha com a América do Sul e realmente não é tão difícil que os animais pudessem habitar uma área compartilhada entre os Estados Unidos e o Brasil. Agora, a gente pode comprovar que isso de fato aconteceu porque temos uma espécie de réptil em comum entre os Estados Unidos e o Brasil da era Paleozoica", explicou Cisneiros.
Os fósseis encontrados passaram por tratamento de conservação e limpeza nos Estados Unidos e outros foram tomografados na
Europa. "A parceria com outras instituições e outros países foi importante, e acho que foi o fator chave para ter bons resultados, porque cada um tem conhecimentos diferente e complementa a equipe de pesquisa, isso também nos permitiu ter acesso a técnicas, a metodologia e a recursos de outras instituições."
A descoberta faz parte do projeto "Prospecção paleontológica na Bacia do Parnaíba: Revelando um novo ecossistema permiano nos trópicos do Gonduana", que estuda as formações Pedra de Fogo e Motuca, conhecidas pelo abundante registro paleobotânico, nos Estados do Piauí, Maranhão e Tocantins.

#Nery
Imagens: Universidade Federal do Piauí


terça-feira, 10 de novembro de 2015

Cientistas encontram de restos leões da caverna de mais de 10 mil anos super conservados

Especialistas siberianos se depararam com a incrível descoberta de um par de filhotes de leões da caverna, que seriam os espécimes mais bem conservados já encontrados até hoje.

Os restos dos felinos pré-históricos, descobertos em Iacútia, na Sibéria, Rússia, foram datados com mais de 10 mil anos de idade, e, de acordo com a informação divulgada pela mídia, seus corpos estão em um ótimo estado de conservação. 

Após a descoberta, os especialistas deram início a uma série de estudos para determinar por que esses leões da caverna, quando já estavam em extinção, tinham poucos predadores e não permaneciam nos pântanos, como no caso dos mamutes e outros mamíferos. 

Os leões da caverna, antecessores do leão moderno, viveram durante meados e final do Pleistoceno (2,588 milhões e 11,5 mil anos atrás), no que foi o continente euroasiático, que se estendia desde o atual Reino Unido até Chukotka, no leste da Rússia. 


A descoberta permitirá ampliar o conhecimento científico em torno dessa espécie, da qual só havia sido possível coletar um punhado de crânios, dentes e alguns ossos, no Alasca e no Canadá.


Imagem: Academia de Ciências de Iacútia